João Rosa Soares, nascido em Patos de Minas, mudou-se para o Cristina após conseguir uma casa pela COHAB. De início, o planejamento era morar no apartamento cedido pela companhia, mas ao tomar conhecimento do tamanho do imóvel, que para ele era pequeno demais, saiu em busca de outro ENCHENTE NO R espaço, até encontrar uma proposta no Cristina.
Por ter se mudado ainda no início do bairro, João lembra que havia poucas casas ao seu redor, apesar de já haver vizinhos. Ademais, as casas no entorno eram precárias, mas foram melhorando com o passar do tempo. A Avenida Brasília também era precária. Sem sequer ter asfalto, jamais poderia se consolidar como um ponto comercial, o que se tornou exatamente após o asfaltamento da via.
“O Raul” foi o primeiro lugar em que João Rosa trabalhou e lá permaneceu até sua aposentadoria. Apesar de não trabalhar mais lá, ele conta que às vezes vai ao lugar para se alimentar. Quando foi fundada, a escola Raul Teixeira da Costa era a melhor de sua região, o que lhe garantia uma boa condição de trabalho.
Apesar das boas lembranças, o Raul também teve suas tragédias, como uma inundação que gerou sérias vítimas tanto no colégio quanto fora dele. Um pintor que morava a poucos metros da escola perdeu sua esposa durante o acontecimento, além de ter se ferido juntamente com seus filhos. A força da enchente foi grande o suficiente para quebrar o muro da escola, que foi reconstruído depois.
Sobre o bairro Cristina, um fato interessante contado por João é que todas as suas ruas carregam nomes de pessoas que já faleceram, sendo uma parte composta por nomes em homenagem às vítimas de um acidente de ônibus (que levou a óbito por volta de 60 pessoas, a maioria crianças), e outra por nomes retirados do acervo do cemitério de Santa Luzia. Assim como suas ruas, o nome do bairro é também uma homenagem a uma falecida. No caso, Cristina foi a proprietária de uma fazenda que abrangia a área dos três...
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João Rosa Soares, nascido em Patos de Minas, mudou-se para o Cristina após conseguir uma casa pela COHAB. De início, o planejamento era morar no apartamento cedido pela companhia, mas ao tomar conhecimento do tamanho do imóvel, que para ele era pequeno demais, saiu em busca de outro ENCHENTE NO R espaço, até encontrar uma proposta no Cristina.
Por ter se mudado ainda no início do bairro, João lembra que havia poucas casas ao seu redor, apesar de já haver vizinhos. Ademais, as casas no entorno eram precárias, mas foram melhorando com o passar do tempo. A Avenida Brasília também era precária. Sem sequer ter asfalto, jamais poderia se consolidar como um ponto comercial, o que se tornou exatamente após o asfaltamento da via.
“O Raul” foi o primeiro lugar em que João Rosa trabalhou e lá permaneceu até sua aposentadoria. Apesar de não trabalhar mais lá, ele conta que às vezes vai ao lugar para se alimentar. Quando foi fundada, a escola Raul Teixeira da Costa era a melhor de sua região, o que lhe garantia uma boa condição de trabalho.
Apesar das boas lembranças, o Raul também teve suas tragédias, como uma inundação que gerou sérias vítimas tanto no colégio quanto fora dele. Um pintor que morava a poucos metros da escola perdeu sua esposa durante o acontecimento, além de ter se ferido juntamente com seus filhos. A força da enchente foi grande o suficiente para quebrar o muro da escola, que foi reconstruído depois.
Sobre o bairro Cristina, um fato interessante contado por João é que todas as suas ruas carregam nomes de pessoas que já faleceram, sendo uma parte composta por nomes em homenagem às vítimas de um acidente de ônibus (que levou a óbito por volta de 60 pessoas, a maioria crianças), e outra por nomes retirados do acervo do cemitério de Santa Luzia. Assim como suas ruas, o nome do bairro é também uma homenagem a uma falecida. No caso, Cristina foi a proprietária de uma fazenda que abrangia a área dos três bairros Cristina.
Seu João é conhecido em sua vizinhança pelos cartazes que fazia com a intenção de salientar a conscientização de pedestres e motoristas sobre a rua e o cuidado que se deve ter ao deslocar-se nela. O que chama a atenção são as rimas simples presentes neles, que cativam a quem lê e são fáceis de gravar.
Texto a partir do relato de João Rosa Soares em entrevista realizada em junho de 2019.
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