Meu nome é Ana Júlia Almeida, nasci no dia 03/07/2007 em Fortaleza, exatamente às 22:50 da noite. Minha mãe é Antônia Glauciana e meu genitor é Luiz Júnior. Quando eu nasci já tinha meu irmão mais velho, Pedro Luiz.
Minha infância meu único amigo era meu irmão, até eu meus 6 anos que depois veio meu priminho Emanuel. Eu e meu irmão brincávamos no trabalho do meu avô que era a piscicultura, lembro de brincar com tartarugas, peixes e alguns animais como vacas e ovelhas, meu avô tinha um jumento e a gente também andava nele porém eu tinha medo. Meus avós sempre cuidaram de mim e do meu irmão para meus pais trabalharem, então depois a gente teve que se mudar e saímos de perto da piscicultura. Minha infância depois dessa mudança foi bem complicada, eu tinha comportamentos chatos e então sempre tava de castigo. Sentia a ausência dos meus pais e isso me deixava triste, mas com o tempo me acostumei.
Meus pais se divorciaram quando eu tinha 8/9 anos não me lembro muito bem, eu sofri muito pois não entendia o que estava acontecendo, então novamente fiquei mais rebelde ainda com isso. Na escola eu tinha vários amigos, que são meus amigos até hoje, como a Joyce, Edson, Murilo, Fernanda e Luana. Os meus melhores amigos já eram um pouquinho mais velhos então estavam na série mais avançada. Eu já morei em várias casas, quando me comportava mal minha avó não queria ficar mais comigo aí tinha que ir para outro lugar, mas depois voltava.
O tempo passou e eu fui morar na casa da minha mãe, já estava grandinha e sabia me virar foi aí que aprendi a cozinhar, lavar roupa e fazer outras coisas. Eu amo cozinhar, mesmo que seja coisas simples como um arroz ou macarrão, meu prato preferido é macarrão e estrogonofe, principalmente o da minha mãe.
Minha mãe trabalha em casa de família então ela cozinha muito bem, talvez eu peguei isso dela, e meu pai também cozinha.
Na pandemia foi um momento bem complicado, primeira vez que vi...
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Meu nome é Ana Júlia Almeida, nasci no dia 03/07/2007 em Fortaleza, exatamente às 22:50 da noite. Minha mãe é Antônia Glauciana e meu genitor é Luiz Júnior. Quando eu nasci já tinha meu irmão mais velho, Pedro Luiz.
Minha infância meu único amigo era meu irmão, até eu meus 6 anos que depois veio meu priminho Emanuel. Eu e meu irmão brincávamos no trabalho do meu avô que era a piscicultura, lembro de brincar com tartarugas, peixes e alguns animais como vacas e ovelhas, meu avô tinha um jumento e a gente também andava nele porém eu tinha medo. Meus avós sempre cuidaram de mim e do meu irmão para meus pais trabalharem, então depois a gente teve que se mudar e saímos de perto da piscicultura. Minha infância depois dessa mudança foi bem complicada, eu tinha comportamentos chatos e então sempre tava de castigo. Sentia a ausência dos meus pais e isso me deixava triste, mas com o tempo me acostumei.
Meus pais se divorciaram quando eu tinha 8/9 anos não me lembro muito bem, eu sofri muito pois não entendia o que estava acontecendo, então novamente fiquei mais rebelde ainda com isso. Na escola eu tinha vários amigos, que são meus amigos até hoje, como a Joyce, Edson, Murilo, Fernanda e Luana. Os meus melhores amigos já eram um pouquinho mais velhos então estavam na série mais avançada. Eu já morei em várias casas, quando me comportava mal minha avó não queria ficar mais comigo aí tinha que ir para outro lugar, mas depois voltava.
O tempo passou e eu fui morar na casa da minha mãe, já estava grandinha e sabia me virar foi aí que aprendi a cozinhar, lavar roupa e fazer outras coisas. Eu amo cozinhar, mesmo que seja coisas simples como um arroz ou macarrão, meu prato preferido é macarrão e estrogonofe, principalmente o da minha mãe.
Minha mãe trabalha em casa de família então ela cozinha muito bem, talvez eu peguei isso dela, e meu pai também cozinha.
Na pandemia foi um momento bem complicado, primeira vez que vi isso acontecer e tive medo de perder pessoas que amava, tinha medo de sair de casa ou fazer qualquer outra coisa, no tempo eu estava no 7º ou 8º ano do fundamental, então minhas aulas eram on-lines não gostava muito pois sentia falta da sala de aula e dos meus amigos. Pós pandemia descobrimos que minha avó materna estava com câncer, foi um baque enorme, fiquei com mais medo ainda. Foram meses pedindo a cura dela e forças para da tudo certo, até que Deus nos ouviu e hoje ela está curada. Minha mãe é um milagre também, anos atrás ela se operou dos rins, logo depois passou muito mal, a médica disse que se ela tivesse demorado mais para chegar no hospital ela teria ido a óbito, minha mãe e minha avó são meus milagres.
Ano passado conclui meu ensino fundamental e hoje estou no instituto federal no campus maranguape, foi uma conquista em tanto pra mim saber que todo esforço valeu a pena.
Hoje me sinto feliz, depois de tantos problemas e desafios, mesmo depois de uma vida um pouco confusa hoje consigo viver bem. Antes não valorizava muito as coisas, deixava o tempo passar e passar, depois da pandemia principalmente comecei a ver o sentido da vida e hoje estou em busca do meu. Tenho minha família que apesar dos defeitos me amam, minha mãe que é meu maior exemplo de força e coragem e quem me inspira a ser alguém.
Eu amo tudo que envolva água, cachoeira, mar, açudes e etc… amo animais e natureza, amo sair com meus amigos e ser feliz. Gosto de ler livros de romance e assistir comédia, meu ídolo é o Whindersson Nunes que graças a vida tive o privilégio de conhecê-lo em 2021, foi um dos melhores dias da minha vida.
Queria que todos sentissem o prazer que é viver e que todos tenham uma vida incrível. Ainda quero viver, conhecer e vivenciar muitas coisas, um dia viverei tudo que quero.
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