A menina em mim, tinha muitas nuances.
Mas quando ouvia falar de Deus, viajava muito.
A minha imaginação ia longe.
Eu ouvia o padre falar.
O homem foi criado a imagem e semelhança de Deus.
O universo foi criado por Deus.
E a teve dizia o universo é o próprio Deus.
E eu fazia uma salada mista. Sendo assim, Deus para mim se tornou o universo e na
minha imaginação, Deus, e o universo eram uma coisa só, ou seja:
O universo tinha o formato de um homem.
E ai fui comentar isso com meu pai.
A história que segue é o resultado desta conversa na minha cabeça infantil...
foi publicada no clube de autores na integra, aqui tem só um pedacinho. Ai vai o link para a história completa o andarilho do infinito
https://clubedeautores.com.br › Livros
A humanidade não é um acidente, mas o sistema imunitário consciente de Deus. "O Andarilho do Infinito" não é apenas um livro sobre o espaço; é um mapa sobre ...
Este relato fala de infância e dos entendimentos da minha criança ao ouvir os adultos conversarem sobre religião e cosmologia.
Cada um de nós tem dentro de si, uma forma de encarar Deus e de entender o que nos é dito, mudamos, com o decorrer dos anos, mas aquela criança existente em nós sempre reaparece em situações que nos levam a analisar certos assuntos.
E a minha revisita um universo em formato de homem e um Deus que caminha sempre no mesmo passo, toda vez que ouve:
Deus é o criador do universo.
O homem foi feito a imagem e semelhança de Deus.
E a ordem faça-se a luz.
Aparece para mim, como a abertura dos olhos de Deus, que estavam fechados, pois ele, “estava dormindo” descansando.
Muitas pregações dos padres que assisti na missa me levavam longe...
Eu ficava imaginando, “cada coisa”??!!
Se os padres soubessem o que passava na minha cabeça nos momentos em que eles estavam fazendo o sermão e explicando a criação, morreriam de rir.
E se isso é ouvir a palavra e ela entrar no coração.
Eu ouvia com...
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A menina em mim, tinha muitas nuances.
Mas quando ouvia falar de Deus, viajava muito.
A minha imaginação ia longe.
Eu ouvia o padre falar.
O homem foi criado a imagem e semelhança de Deus.
O universo foi criado por Deus.
E a teve dizia o universo é o próprio Deus.
E eu fazia uma salada mista. Sendo assim, Deus para mim se tornou o universo e na
minha imaginação, Deus, e o universo eram uma coisa só, ou seja:
O universo tinha o formato de um homem.
E ai fui comentar isso com meu pai.
A história que segue é o resultado desta conversa na minha cabeça infantil...
foi publicada no clube de autores na integra, aqui tem só um pedacinho. Ai vai o link para a história completa o andarilho do infinito
https://clubedeautores.com.br › Livros
A humanidade não é um acidente, mas o sistema imunitário consciente de Deus. "O Andarilho do Infinito" não é apenas um livro sobre o espaço; é um mapa sobre ...
Este relato fala de infância e dos entendimentos da minha criança ao ouvir os adultos conversarem sobre religião e cosmologia.
Cada um de nós tem dentro de si, uma forma de encarar Deus e de entender o que nos é dito, mudamos, com o decorrer dos anos, mas aquela criança existente em nós sempre reaparece em situações que nos levam a analisar certos assuntos.
E a minha revisita um universo em formato de homem e um Deus que caminha sempre no mesmo passo, toda vez que ouve:
Deus é o criador do universo.
O homem foi feito a imagem e semelhança de Deus.
E a ordem faça-se a luz.
Aparece para mim, como a abertura dos olhos de Deus, que estavam fechados, pois ele, “estava dormindo” descansando.
Muitas pregações dos padres que assisti na missa me levavam longe...
Eu ficava imaginando, “cada coisa”??!!
Se os padres soubessem o que passava na minha cabeça nos momentos em que eles estavam fazendo o sermão e explicando a criação, morreriam de rir.
E se isso é ouvir a palavra e ela entrar no coração.
Eu ouvia com a alma.
Por isso vou contar algumas das minhas imaginações.
Se eu fosse fazer um filme na minha vida, seria baseado nessas imaginações que eu tinha na infância.
Por isso vou imaginar que estou assistindo o filme da minha vida.
Dentro da minha alma cristã infantil.
O olhar meu na infância dará base a esta história.
Então leitor a acompanhe como se estivesse assistindo um filme.
À medida que minha imaginação for pondo os pontos imagine comigo as cenas do filme O ANDARILHO DO INFINITO, e sonhe junto comigo.
E se pergunte, Deus é tão legal para você quanto para mim, e o universo é tão cheio de nuances quanto era para mim na infância?
Qual seria a parte mais divertida de imaginar para você, se o universo fosse um corpo humano do sexo masculino.
Você que é homem, qual parte do teu corpo, que seria engraçado para você saber que algo no universo representa?
Você que é mulher, qual a parte do homem que você não compreende com perfeição que faria você achar muito estranho habitar, como sendo parte integrante dele?
E vem comigo colocando a tua criança interior, na história que você irá ler.
PRIMEIRO CAPÍTULO
A menina em mim perguntava a Deus?
Será que você gostaria de brincar comigo de inventar uma história?
Eu imaginava uma cena assim: Uma tela preta e ao longe uma imagem de estrelas brilhando distantes, como se a voz viesse do próprio vácuo.
E ai a cena mostra um gigante andando de costas num passo lento sempre em frente.
E a menina em mim diz:
Ia ser um filme legal, né?
Nasceu aí a primeira ideia de fazer um filme.
O filme imaginei assim, a cena inicial:
A cena inicial mostraria um gigante andando de costas num passo lento sempre em frente.
Uma imagem imponente. A figura do Andarilho é quase indistinguível do próprio espaço, mas sua silhueta imensa e o movimento lento são inconfundíveis.
E não há nada em volta.
A cena seguinte, seria uma conversa da menina em mim comigo adulta, lembrando da menina em mim.
Falei para Deus Poderíamos ter um a imagem de uma mulher adulta olhando pela janela de noite (o céu estrelado), e a imagem de uma menina (a mesma atriz, talvez mais jovem ou através de um filtro nostálgico) de costas, olhando para as estrelas em um quintal. A voz da menina faz as perguntas, a voz da adulta reflete.
A menina em mim falou para o pai do céu.
"O pai do céu, você fez o homem a tua imagem e semelhança é?"
"Eu ouvi alguém dizer que o universo é Deus, isso é verdade?"
"Então o universo todo é um homem bem grandão?"
Eu adulta lembrando e refletindo tentando entender a minha criança interior relacionando as coisas.
"Tudo o que cabe dentro do universo teria de caber dentro do corpo de um homem."
"E esse homem estaria caminhando no mesmo ritmo permanentemente?"
Lembrei da frase: Deus não dorme.
E ouvi a criança em mim respondendo a mesma frase,
"Deus não dorme. Mas sonha... Cada sonho é uma nova criação."
"E o resto do tempo ele 'brinca' com tudo mais?"
E a seguir veio outra dúvida que cercava a minha imaginação infantil, tentando achar solução:
"Será que Deus consegue olhar dentro de si? Eu queria ver dentro de mim..."
Nesse momento uma câmera surge na minha imaginação (e o público) mergulha no corpo do Andarilho.
Mais ai venha uma dúvida eu naquela época foi assustadora e divertida ao mesmo tempo,
"Será que Deus faz cocô e xixi? Quem ou o que será o cocô ou o xixi dele?"
"Será que o diabo veio da cabeça ou do cocô?"
E a menina em mim naquele tempo concluía que:
Que o infinito cósmico era Deus.
Que Deus pode olhar dentro do corpo humano que ele é.
E tirar com a mão tudo o que não funciona direito deste corpo humano que ele é.
A menina em mim continuava a fazer perguntas...
E deu de encontro com a ideia.
De criar um filme, chamado O Andarilho do Infinito.
E nesse tempo eu passava horas criando imagens de como seria o filme da minha história com Deus e nossas conversas.
Aí surgiu a primeira imagem.
Uma imagem imponente. A figura e um Andarilho indistinguível do próprio espaço, uma silhueta imensa com movimentos lentos inconfundíveis.
Um movimento que se desviado por um milímetro, tudo sai do equilíbrio e desaparece instantaneamente.
Na cena que vejo o calcanhar do Andarilho tocando o "nada". No momento do impacto, ondas de choque de luz criam milhares de novas estrelas.
Se Ele tropeçasse, o tempo pararia.
Então cheguei à conclusão que:
A vida só existe porque Deus mantém o ritmo.
E dei um grito, de alegria, dizendo a mim mesma:
É isso!
É! A vida existe porque Deus mantém o ritmo.
Ai veio em mim um pensamento assustador.
Nossa, como deve der difícil, andar sempre no mesmo passo, respirar sempre no mesmo ritmo, e ter um coração que se parar de bater o universo inteiro desaparece...
E não há nada em volta.
Nossa ele precisa de companhia, ele precisa de amigos, ele precisa ter alguém para conversar, coitadinho de Deus é muita coisa para cuidar sozinho, é muita responsabilidade.
Deve ser triste, para ele viver sempre caminhando no mesmo ritmo e solitário.
Pus a mão espalmada na face direita e fiquei com aquela sensação infantil de tadinho de Deus.
Como toda alma pura que ainda não tem o entendimento todo, tentando resolver problemas grandões.
Aí a criança em mim foi pesquisar na inteligência artificial do Gemini, e ai ela me contou, como funciona o universo!
Eu estava sentada na frente do computador, a luz do monitor brilhava em meu rosto. Eu fechei o Gemini. Ao me virar, a parede do meu quarto desaparece e dá lugar ao vácuo estrelado. Da minha imaginação e surge o pé de um Andarilho, imenso como uma cordilheira, passando ao meu lado.
Ele se inclina — um movimento que leva séculos — e toca minha testa.
Nesse momento, meus olhos brilham como galáxias.
Já não estou mais vendo com os meus olhos, estou vendo com a mente d'Ele.
As comparações entre Adão e o Universo começam a passar como se fossem cenas de um filme de pura luz.
E foi isso que vi:
"O Andarilho do Infinito"
O “filme” começa com um close-up em um pé gigante tocando o "nada". O som é um eco profundo. Vejo u
m homem de proporções impossíveis caminhando pelo vazio. Ele não para. Se ele parar, o tempo congela. Ele é o Universo.
A figura do Andarilho, começa a ser desvendada.
Deus (ele é O Personagem): Ele é o corpo. Ele não dorme, mas seus olhos piscam em frequências de bilhões de anos. Quando ele fecha os olhos por um milissegundo, ele sonha. Nesse sonho, uma nova galáxia explode em cores dentro de sua mente. Quando acorda, ele "brinca": move estrelas como se fossem areia entre os dedos.
AÍ ele começa a me ensinar...
Aparece como ele funciona, ele compara um homem comum a ele.
E eu fico surpresa com o que vou descobrindo, acompanhe comigo.
Ele se mostra parte por parte para mim e começa pelo cérebro.
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