Minha infância, adolescência e mocidade, a partir de 1962
(Mauro Leal)
Na Avenida São Feliz, nº 10,
esquina com a Avenida Brás de Pina.
Vista Alegre, zona da Leopoldina.
Edifício São Felix com 21 apartamentos.
Não eram simplesmente moradores,
era uma imensa família:
No 201, uma senhoria sozinha, a portuguesa dona Maria;
No 202, o senhor Januário (motorista do Governador do
Estado do Rio de Janeiro, a esposa dona Vanda
e os filhos Paulo Cesar, André e Simone;
No 203, o professor Martins sua mãe dona Carminha e o neto André;
No 204, o portuário do cais do porto do Rio de Janeiro,
o senhor Álvaro (lampião), dona Emília e os filhos:
Marimar, Márcia, Felizardo e Marquinho;
No 205, uma desconhecida estudante normalista;
No 206, o Marinheiro da Marinha Mercante, o senhor Elisio
a esposa Carmem e os filhos Walter e outros.
No 207, o funcionário da Petrobrás, o senhor Júlio, esposa
Marlene e os filhos: Ricardo, Rogério e Ronaldo;
No 301, o italiano e dono de loja de tintas, na rua Buenos Aires,
centro do Rio de Janeiro e sua esposa dona Deusa;
No 302, a manicure dona Iracema com o seu sogro, sogra
e os filhos: Marquinho, Maurinho e depois arrumou o
companheiro Rubén Ferraz e desta união nasceu o Marcelo;
No 303, um casal com o filho Florêncio;
No 304, seu Amadeu e esposa, dono de armarinho,
no subúrbio do Rio de Janeiro;
No 305, senhor Almiro e dona Salete e suas três filhas, uma era a Elvira;
No 306, o portuário no cais do Porto do Rio de Janeiro,
e professor de Judô, o senhor Daniel (Super-Homem) ,
esposa dona Lindalva e seus filhos:
Inalda, Daniel (Del), Danilo e Inara;
No 307, dona Matilde com seus filhos: Nilson e Toninho;
No 401, o portuário do cais do porto do Rio de Janeiro, o senhor Itamar,
sua esposa, a dona Cecília e seus filhos: Carlinho e Mazinho;
No 402, o policial militar aposentado, o senhor Juca,
sua esposa dona Lucília e seus filhos:
Ailton (Coronel do Exército),...
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Minha infância, adolescência e mocidade, a partir de 1962
(Mauro Leal)
Na Avenida São Feliz, nº 10,
esquina com a Avenida Brás de Pina.
Vista Alegre, zona da Leopoldina.
Edifício São Felix com 21 apartamentos.
Não eram simplesmente moradores,
era uma imensa família:
No 201, uma senhoria sozinha, a portuguesa dona Maria;
No 202, o senhor Januário (motorista do Governador do
Estado do Rio de Janeiro, a esposa dona Vanda
e os filhos Paulo Cesar, André e Simone;
No 203, o professor Martins sua mãe dona Carminha e o neto André;
No 204, o portuário do cais do porto do Rio de Janeiro,
o senhor Álvaro (lampião), dona Emília e os filhos:
Marimar, Márcia, Felizardo e Marquinho;
No 205, uma desconhecida estudante normalista;
No 206, o Marinheiro da Marinha Mercante, o senhor Elisio
a esposa Carmem e os filhos Walter e outros.
No 207, o funcionário da Petrobrás, o senhor Júlio, esposa
Marlene e os filhos: Ricardo, Rogério e Ronaldo;
No 301, o italiano e dono de loja de tintas, na rua Buenos Aires,
centro do Rio de Janeiro e sua esposa dona Deusa;
No 302, a manicure dona Iracema com o seu sogro, sogra
e os filhos: Marquinho, Maurinho e depois arrumou o
companheiro Rubén Ferraz e desta união nasceu o Marcelo;
No 303, um casal com o filho Florêncio;
No 304, seu Amadeu e esposa, dono de armarinho,
no subúrbio do Rio de Janeiro;
No 305, senhor Almiro e dona Salete e suas três filhas, uma era a Elvira;
No 306, o portuário no cais do Porto do Rio de Janeiro,
e professor de Judô, o senhor Daniel (Super-Homem) ,
esposa dona Lindalva e seus filhos:
Inalda, Daniel (Del), Danilo e Inara;
No 307, dona Matilde com seus filhos: Nilson e Toninho;
No 401, o portuário do cais do porto do Rio de Janeiro, o senhor Itamar,
sua esposa, a dona Cecília e seus filhos: Carlinho e Mazinho;
No 402, o policial militar aposentado, o senhor Juca,
sua esposa dona Lucília e seus filhos:
Ailton (Coronel do Exército),
Almir (Engenheiro), e Miriam (professora).
O senhor Juca, certa época abriu uma Adega na
primeira loja do térreo do edifício;
No 403, o comprador de hortifruti para o extinto supermercado SENDAS,
o senhor Francisco, esposa dona Ducinete e o seu único filho Jorginho;
No 404, senhor Elisio que durante muito tempo tinha uma
empregada doméstica por nome Lurdes e que depois
contraiu matrimônio com a dona Leda, e teve a filha Mônica.
No 405, senhor Cunha e dona Isabel e seu filho Serginho,
proprietário de bazar em Inhaúma, RJ.
No 406, a dependente química, dona Aparecida
com o velho pai Augusto e seu filho Arturzinho;
No 407, meu pai Francisco (portuário do cais do Porto
do Rio de Janeiro) e a minha mãe Águida, (costureira)
e os meus irmãos Francisquinho, Paulinho e Ritinha.
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