O médico Hans Dohmann defende que o bem-estar deve ocupar papel central na formulação de políticas públicas de saúde, indo além do tratamento de doenças e da lógica hospitalar tradicional. Para o especialista, modelos de saúde mais eficientes são aqueles que integram prevenção, atenção primária, saúde mental e qualidade de vida como parte de uma estratégia contínua de cuidado à população.
Segundo Dohmann, políticas integradas são fundamentais para enfrentar desafios modernos como envelhecimento populacional, doenças crônicas e aumento dos casos de estresse e burnout. Ele destaca que saúde pública precisa considerar fatores sociais, emocionais e territoriais, conectando diferentes áreas da gestão pública para ampliar acesso, acompanhamento e prevenção.
O especialista também reforça que investir em atenção básica, monitoramento contínuo e ações preventivas contribui para sistemas de saúde mais sustentáveis e eficientes no longo prazo. Na avaliação de Hans Dohmann, o fortalecimento de políticas voltadas ao bem-estar coletivo pode reduzir sobrecarga hospitalar, melhorar indicadores de saúde e ampliar a qualidade de vida da população.