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Por: Museu da Pessoa, 15 de junho de 2025

“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Esta história contém:

“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”
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O vale antes das eólicas

Dados da imagem Vale de São José, sem as usinas eólicas. Na foto estão Alexandre, Luis (parente de Gisele) e Lucian (ex-aluno, do território)

Período:
Ano 2013

Local:
Brasil / Pernambuco / Caetés

Imagem de:
Alexandre Gomes Teixeira Vieira

História:
“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Crédito:
Acervo Pessoal

Vale de São José, sem as usinas eólicas. Na foto estão Alexandre, Luis (parente de Gisele) e Lucian (ex-aluno, do território)

Novo tempo

Dados da imagem Grupo Joaquiana Valença, em homenagem a uma mulher centenária que viveu no território, e foi homenageada na primeira edição do festival. Grupo de samba de coco e pífano, da associação.

Período:
Ano 2025

Local:
Brasil / Pernambuco / Catés

Imagem de:
Alexandre Gomes Teixeira Vieira

História:
“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Crédito:
Acervo Pessoal

Grupo Joaquiana Valença, em homenagem a uma mulher centenária que viveu no território, e foi homenageada na primeira edição do festival. Grupo de samba de coco e pífano, da associação.

O começo de um sonho

Dados da imagem 1º aula de campo do grupo de pesquisa com os estudantes da escola estadual de Caetés, no Sítio Montevideo, no Vale de São José.

Período:
Ano 2013

Local:
Brasil / Pernambuco / Caetés

Imagem de:
Alexandre Gomes Teixeira Vieira

História:
“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Crédito:
Acervo Pessoal

1º aula de campo do grupo de pesquisa com os estudantes da escola estadual de Caetés, no Sítio Montevideo, no Vale de São José.

Encontro de dois tempos

Dados da imagem Com vó Lourdes, mãe do pai, na casa dela.

Período:
Ano 2025

Local:
Brasil / Pernambuco / Caetés

Imagem de:
Alexandre Gomes Teixeira Vieira

História:
“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Crédito:
Acervo Pessoal

Com vó Lourdes, mãe do pai, na casa dela.

Formatura do Normal Médio

Dados da imagem Formatura do Normal Médio, com a mãe na ponta direita e ao meio a professora Lucivania.

Período:
01/12/2011

Local:
Brasil / Pernambuco / Caetés

Imagem de:
Alexandre Gomes Teixeira Vieira

História:
“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Crédito:
Acervo Pessoal

Formatura do Normal Médio, com a mãe na ponta direita e ao meio a professora Lucivania.

O reino encantado dos ancestrais

Dados da imagem Inscrições rupestres que estão tatuadas no braço de Alexandre, no sítio Taiado da Letra, no Vale de São José.

Período:
Ano 2014

Local:
Brasil / Pernambuco / Caetés

Imagem de:
Alexandre Gomes Teixeira Vieira

História:
“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Crédito:
Acervo Pessoal

Inscrições rupestres que estão tatuadas no braço de Alexandre, no sítio Taiado da Letra, no Vale de São José.

Descobrindo

Dados da imagem Ida ao Sítio Furna do Ribeiro com o grupo de pesquisa.

Período:
Ano 2013

Local:
Brasil / Pernambuco / Caetés

Imagem de:
Alexandre Gomes Teixeira Vieira

História:
“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Crédito:
Acervo Pessoal

Ida ao Sítio Furna do Ribeiro com o grupo de pesquisa.

Período:
01/01/2024

Local:
Brasil / Pernambuco

Imagem de:
Alexandre Gomes Teixeira Vieira

História:
“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Crédito:
Acervo Pessoal

Entrevista com seu Antônio Leandro, quilombola, no início da produção dos documentário. Comunidade Quilombolas de Marias Pretas.

Primeiro você começa...

Dados da imagem Alexandre com quatro anos, em sua casa. O violão foi um presente dado pela mãe.

Período:
Ano 1997

Local:
Brasil / Pernambuco / Caetés

Imagem de:
Alexandre Gomes Teixeira Vieira

História:
“Eu poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas eu pertenço a esse território.”

Crédito:
Acervo Pessoal

Alexandre com quatro anos, em sua casa. O violão foi um presente dado pela mãe.

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