Nasci em 21 de julho de 1955, no Hospital Samaritano, em São Paulo. Meu pai: Paulo Reis de Magalhães, filho de Carlos Leoncio (Nhonhô) de Magalhães e Ernestina Reis de Magalhães. Minha mãe: Marina Bastos de Magalhães, filha de Helvecio Bastos e Alfrida Meira Bastos. Sou o quarto de cinco filhos: Luiz Fernando (*1947 †1997), Luiz Antonio (*1950), Maria Antonia Civita (*1952), e Luiz Otavio (*1959).
Meu pai era o quinto dos sete filhos de Nhonhô Magalhães. Nasceu em São Paulo em 16 de janeiro de 1916, e faleceu em São Paulo, em 11 de março de 1996. Foram seus irmãos: Carlos, Oswaldo, Ernestina de Magalhães Paiva Meira, Cecilia de Magalhães Duprat, Adelaide e José Carlos.
Minha mãe nasceu em Nova Europa, SP, em 30 de julho de 1922, e faleceu na cidade de São Paulo a 18 de agosto de 2002. Foi seu único irmão Helvecio Bastos Jr.
Meu avô Carlos Leoncio (Nhonhô) de Magalhães era natural de Araraquara, SP, onde nasceu em 1875, e faleceu em São Paulo, em 1931. Era filho de Carlos Baptista de Magalhães (*1848 Niteroi, RJ †1934 São Paulo, SP) e Leoncia de Freitas de Magalhães, filha de Justino de Freitas, e neta de Jesuino de Arruda, fundador de São Carlos.
Meu bisavô, Carlos Baptista de Magalhães (filho de Francisco Carlos de Magalhães, que chegou de Portugal, no segundo quarto do século XIX) foi um grande empreendedor no interior paulista. Entre outras iniciativas, fundou a Estrada de Ferro Araraquarense.
Carlos Leoncio casou-se com Ernestina Reis (*1876 Rio de Janeiro, RJ †1968 São Paulo, SP) no final do século XIX, e se estabeleceu em Matão, SP, onde abriu a maior fazenda de café do Brasil: a Fazenda Cambuhy (parte dela hoje nas mãos da família Moreira Salles). Em 1924, vendeu a fazenda para o grupo inglês Brazil Warrant e, em 1928, construiu uma usina de açúcar em Nova Europa, na Fazenda Itaquerê. Em 1972, a família Magalhães vendeu a fazenda e a usina para Roberto Malzoni.
Meu pai, assim como meu avô,...
Continuar leitura
Nasci em 21 de julho de 1955, no Hospital Samaritano, em São Paulo. Meu pai: Paulo Reis de Magalhães, filho de Carlos Leoncio (Nhonhô) de Magalhães e Ernestina Reis de Magalhães. Minha mãe: Marina Bastos de Magalhães, filha de Helvecio Bastos e Alfrida Meira Bastos. Sou o quarto de cinco filhos: Luiz Fernando (*1947 †1997), Luiz Antonio (*1950), Maria Antonia Civita (*1952), e Luiz Otavio (*1959).
Meu pai era o quinto dos sete filhos de Nhonhô Magalhães. Nasceu em São Paulo em 16 de janeiro de 1916, e faleceu em São Paulo, em 11 de março de 1996. Foram seus irmãos: Carlos, Oswaldo, Ernestina de Magalhães Paiva Meira, Cecilia de Magalhães Duprat, Adelaide e José Carlos.
Minha mãe nasceu em Nova Europa, SP, em 30 de julho de 1922, e faleceu na cidade de São Paulo a 18 de agosto de 2002. Foi seu único irmão Helvecio Bastos Jr.
Meu avô Carlos Leoncio (Nhonhô) de Magalhães era natural de Araraquara, SP, onde nasceu em 1875, e faleceu em São Paulo, em 1931. Era filho de Carlos Baptista de Magalhães (*1848 Niteroi, RJ †1934 São Paulo, SP) e Leoncia de Freitas de Magalhães, filha de Justino de Freitas, e neta de Jesuino de Arruda, fundador de São Carlos.
Meu bisavô, Carlos Baptista de Magalhães (filho de Francisco Carlos de Magalhães, que chegou de Portugal, no segundo quarto do século XIX) foi um grande empreendedor no interior paulista. Entre outras iniciativas, fundou a Estrada de Ferro Araraquarense.
Carlos Leoncio casou-se com Ernestina Reis (*1876 Rio de Janeiro, RJ †1968 São Paulo, SP) no final do século XIX, e se estabeleceu em Matão, SP, onde abriu a maior fazenda de café do Brasil: a Fazenda Cambuhy (parte dela hoje nas mãos da família Moreira Salles). Em 1924, vendeu a fazenda para o grupo inglês Brazil Warrant e, em 1928, construiu uma usina de açúcar em Nova Europa, na Fazenda Itaquerê. Em 1972, a família Magalhães vendeu a fazenda e a usina para Roberto Malzoni.
Meu pai, assim como meu avô, destacou-se na cena paulista como importante empresário, e grande benfeitor. Além dos negócios da família (no agronegócio e no ramo imobiliário), colaborou com os negócios e com os investimentos de diversas empresas estrangeiras no país. Assim, foi conselheiro (e muitas vezes presidente do conselho) de Rhodia, da Philips, da Dunlop, da Pirelli, da ASEA, da Champion, do Banco Francês e Brasileiro, da Alpargatas, da São Paulo de Seguros, entre outras. Atuou também no setor público, quando foi presidente do Banco do Estado de São Paulo. E no terceiro setor, colaborou com a AACD - Associação de Assistência à Criança Deficiente, com a União Cultural Brasil Estados Unidos, com o Liceu Pasteur, com a Associação Comercial, com a Federação das Indústrias, com a Fundação dos Rotarianos, entre outras. Foi condecorado pelo Governo Brasileiro como Comendador da Ordem de Rio Branco; pelo Governo Francês, como Oficial da Legião de Honra; e pelo Governo Holandês, como Cavaleiro da Ordem de Orange-Nassau.
Quando criança, vivi na Praça General San Martin, 92, no Jardim América, em São Paulo. A casa era grande e moderna, com um grande jardim. O projeto era de Oswaldo Bratke, um dos mais importantes arquitetos brasileiros da época. Essa casa foi vendida em 1963, para um Simonsen, herdeiro da extinta TV Excelsior, que lá viveu por poucos anos. Nos anos 70, a casa passou para a família Moreira da Costa, que nunca chegou a ocupá-la. Nos anos 80 foi alugada e depois adquirida por Max Fefer.
continua...
Recolher