Em um mercado cada vez mais competitivo, empresas de meios de pagamento têm buscado estratégias para aumentar a receita e ampliar a retenção de clientes. Entre elas, o cross sell, ou venda cruzada, vem ganhando espaço ao estimular a oferta de produtos e serviços complementares ao longo da jornada de consumo. Para Paulo César Lemes, sócio-fundador da Confrapag e especialista em meios de pagamento, a prática deixou de ser apenas uma ferramenta comercial e passou a integrar a estratégia de crescimento das empresas.
Segundo Lemes, o principal objetivo não é ampliar vendas de forma indiscriminada, mas oferecer soluções que façam sentido para cada perfil de cliente. Quando baseada em dados e comportamento de consumo, a estratégia pode elevar o ticket médio, reduzir o custo de aquisição e fortalecer o relacionamento com a base já existente. O especialista destaca ainda que consumidores que utilizam múltiplos serviços tendem a permanecer por mais tempo dentro de um mesmo ecossistema, contribuindo para índices mais elevados de fidelização.
O avanço dos pagamentos digitais e das soluções financeiras integradas tem ampliado as oportunidades para esse modelo. Hoje, maquininhas com oferta de crédito, contas digitais e ferramentas de gestão financeira exemplificam como o cross sell vem sendo incorporado à rotina de pequenos e médios negócios. Esse movimento acompanha uma tendência mais ampla de expansão dos serviços financeiros embarcados, que transformam empresas em plataformas de relacionamento e geração de novas receitas.
Para Paulo César Lemes, a eficiência da estratégia depende de monitoramento constante. Indicadores como conversão, retenção e satisfação do cliente ajudam a medir resultados e ajustar ofertas conforme as mudanças de comportamento do consumidor. Na avaliação do especialista, empresas que conseguem integrar o cross sell à experiência do cliente tendem a criar relações mais duradouras e...
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Em um mercado cada vez mais competitivo, empresas de meios de pagamento têm buscado estratégias para aumentar a receita e ampliar a retenção de clientes. Entre elas, o cross sell, ou venda cruzada, vem ganhando espaço ao estimular a oferta de produtos e serviços complementares ao longo da jornada de consumo. Para Paulo César Lemes, sócio-fundador da Confrapag e especialista em meios de pagamento, a prática deixou de ser apenas uma ferramenta comercial e passou a integrar a estratégia de crescimento das empresas.
Segundo Lemes, o principal objetivo não é ampliar vendas de forma indiscriminada, mas oferecer soluções que façam sentido para cada perfil de cliente. Quando baseada em dados e comportamento de consumo, a estratégia pode elevar o ticket médio, reduzir o custo de aquisição e fortalecer o relacionamento com a base já existente. O especialista destaca ainda que consumidores que utilizam múltiplos serviços tendem a permanecer por mais tempo dentro de um mesmo ecossistema, contribuindo para índices mais elevados de fidelização.
O avanço dos pagamentos digitais e das soluções financeiras integradas tem ampliado as oportunidades para esse modelo. Hoje, maquininhas com oferta de crédito, contas digitais e ferramentas de gestão financeira exemplificam como o cross sell vem sendo incorporado à rotina de pequenos e médios negócios. Esse movimento acompanha uma tendência mais ampla de expansão dos serviços financeiros embarcados, que transformam empresas em plataformas de relacionamento e geração de novas receitas.
Para Paulo César Lemes, a eficiência da estratégia depende de monitoramento constante. Indicadores como conversão, retenção e satisfação do cliente ajudam a medir resultados e ajustar ofertas conforme as mudanças de comportamento do consumidor. Na avaliação do especialista, empresas que conseguem integrar o cross sell à experiência do cliente tendem a criar relações mais duradouras e sustentáveis, ampliando sua competitividade em um setor cada vez mais orientado por dados.
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