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Por: Museu da Pessoa, 17 de agosto de 2004

Orgulho da geração dos anos 60

Esta história contém:

Orgulho da geração dos anos 60
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Retrato do Prefeito de Belo Horizonte Fernando Dam

Dados da imagem Prefeito de Belo Horizonte Fernando Damata Pimentel no dia da gravação de sua entrevista.

Período:
Ano 2004

Local:
Brasil / Minas Gerais / Belo Horizonte

Imagem de:
Fernando Damata Pimentel

História:
Orgulho da geração dos anos 60

Crédito:
Acervo Pessoal

Tipo:
Fotografia

Prefeito de Belo Horizonte Fernando Damata Pimentel no dia da gravação de sua entrevista.

Dados de acervo

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Projeto Museu Clube da Esquina Pimentel

Depoimento de Fernando Damata Pimentel

Código do depoimento: MCE_CB023

Belo Horizonte, 17 de abril de 2004

Realização Museu da Pessoa

Transcrito por Bruno Weiers

Revisado por Joice Yumi Matsunaga

R – Eu sou Fernando Pimentel, hoje prefeito de Belo Horizonte. Nasci aqui, aqui me criei. Vivi boa parte da minha vida nessa cidade. A primeira notícia que eu tive do Clube da Esquina, por incrível que pareça, não foi aqui, foi em Juiz de Fora. Eu estava preso naquela época, preso político, no Presídio de Linhares. E escutei o disco “Clube da Esquina 1”, se não me engano em 1972, no pátio do Presídio político de Linhares com outros companheiros numa tarde de sol, numa tarde em que a gente tinha permissão para sair das celas. E alguém que tinha um toca-discos portátil tinha recebido o disco e pôs o disco para girar. E me marcou para todo sempre ouvir “Nada será como antes”, no pátio interno do Presídio de Linhares. Ali eu comecei a tomar conhecimento disso que depois viria a ser conhecido nacionalmente como Clube da Esquina. É claro que eu já conhecia Milton Nascimento e suas composições, “Travessia”, que é de um período anterior a esse, e marcou muito a minha geração, toda minha geração, a geração política de 1968. Mas com o Clube da Esquina, que é a junção de Milton, da música de Milton, Wagner Tiso, seu parceiro inicial em Três Pontas, e os irmãos Borges e Toninho Horta, que já é um momento posterior, da década de 1970, o meu primeiro contato foi esse. Foi um contato, eu diria, muito inusitado, porque por ser belo-horizontino, pode-se imaginar que eu deveria ter um contato mais próximo, mas eu estava fora da cidade, eu fiquei fora de 1969 até 1973, em um período de clandestinidade e depois em um período de prisão política. Quando voltei então, o Clube da Esquina já existia. Já estava formado, já tinha uma importância musical evidente no país inteiro. E para...

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