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Por: Museu da Pessoa, 30 de agosto de 2016

O povo ainda nos enxerga como políticos

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O povo ainda nos enxerga como políticos

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Palavras-chave: doação, eleição, política, xambioá

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Todo Lugar tem uma História para Contar – Xambioá

Depoimento de Lealdina Bandeira Neres

Entrevistada por Antônia Rita Montei e Marcia Trezza

Xambioá, 30/08/2016

Realização Museu da Pessoa

XMB_HV001_Lealdina Bandeira Neres

Transcrito por Mariana Wolff

MW Transcrições

P/1 – Lealdina a gente vai começar. Qual o seu nome completo?

R – Lealdina Bandeira Neres.

P/1 – A senhora nasceu onde?

R – Em município de Imperatriz, foi na fazenda, mas no município de Imperatriz.

P/1 – No Pará?

R – Maranhão.

P/1 – Que data?

R – No dia 9 de fevereiro, 1938.

P/1 – Você disse que nasceu na fazenda? Contaram alguma coisa do dia do seu nascimento? Como foi?

R – Não, meu nascimento, minha mãe sempre conta que foi nada demais, eu só nasci (risos), na mesma hora que ela sentiu a dor, eu nasci.

P/1 – Nasceu rápido?

R – Nasci rápido demais. Sempre minha mãe conta que nasci mais rápido do que todos eles que ela teve (risos).

P/1 – Quantos irmãos você tem?

R – Treze.

P/1 – São 14 filhos?

R – Não, eram 13 comigo.

P/1 – Quantos homens e quantas mulheres?

R – As mulheres, seis e sete homens, né? É porque morreu uns pequenos e por causa disso, a gente vai esquecendo dos pequenos, né, mais novos.

P/1 – Seu pai fazia o quê? Trabalhava em quê?

R – Era fazendeiro. Mexia com roça, com tudo, nós tinhamos fazenda. Meu pai, quando eu nasci, ele tinha fazenda.

P/1 – Ele era o dono da terra?

R – Dono da terra.

P/1 – E plantava o que na terra?

R – Ele plantava tudo, arroz, mandioca, tudo que era planta em roça, ele tinha toda a lavoura, naquele tempo, nas lavouras, o gado era solto, não fazia pasto, fazia só as roças.

P/1 – E como é que o gado fazia?

R – O gado comia… o pasto era nativo da terra, não tinha plantação de pasto. O lugar era tão bom que tinha muito pasto, o gado comia, não precisava replantar. Plantava pasto era para animal, para cavalo de sela, plantava aquele capim...

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