Para muita gente, visitar museus é algo um tanto incomodo. Confesso que não entendo, pois se vai à um museu histórico, são coisas velhas, se vai à um de arte contemporânea, é tudo muito louco, não entende nada. Pois bem! Eu divirjo dessas opiniões, transito do velho ao moderno em segundos, sem ao menos pestanejar. Assim foi recentemente quando estive visitando alguns museus na cidade de São Paulo. O primeiro, de uma serie de sete, foi o Museu de Arte Sacra de São Paulo, diga-se de passagem, pequeno, mas com um acervo de tirar o folego. Peças seculares, muitas delas do período da colonização, obras de valor histórico incalculável. O Museu, é uma das principais instituições brasileiras voltadas ao estudo, conservação e exposição de objetos relacionados à arte sacra. Fundado em 1970, briga um dos mais importantes acervos de arte sacra do Brasil. A coleção, tombada pelo IPHAN, dispõe de obras de artistas brasileiras e estrangeiras, produzidas a partir do século XVI. A exposição, um passeio literal por uma história de beleza, religiosidade e fé. Na parte externa do museu, estão expostas réplicas das estátuas dos profetas, cujas originais foram feitas por Antônio Francisco Lisboa, O Aleijadinho, e encontram-se em Minas Gerais. Depois de passar por este importante centro de cultura brasileira, sai com a sensação de que: Visitar o Museu de Arte Sacra de São Paulo, não foi apenas ver “coisas velhas”, mas sim, foi visitar um destino imperdível para quem busca uma imersão na arte, na história, na cultura e na espiritualidade, foi ver de perto um acervo riquíssimo representado por no mínimo, 400 anos de história da arte brasileira. São Paulo, junho 2025



