PMI – Baía de Campos
Entrevistado por Márcia de Paiva
Depoimento de José Hamilton de Oliveira
Macaé, 11 de junho de 2008
PETRO_CB396
Transcrito por Mariana Casellato Carnasciali
P/1 - Memória dos Trabalhadores da Bacia de Campos, depoimento de José Hamilton de Oliveira entrevistado por Márcia de Paiva, Macaé, onze de junho de 2008, realização Instituto Museu da Pessoa, entrevista número CB_MBAC_ 083.
P/1 – Oi Hamilton. Gostaria de começar a entrevista pedindo que você nos diga seu nome completo, local e data de nascimento.
R – Bom, meu nome é José Hamilton de Oliveira, eu nasci em Aracaju, Sergipe. No ano de 1953.
P/1 – E, Hamilton, quando você ingressou na Petrobrás?
R – Eu ingressei na Petrobrás no dia 04 de fevereiro de 1980.
P/1 – Você começou trabalhando em que área?
R – Eu era topógrafo.
P/1 – E foi trabalhar onde?
R – Eu iniciei esse trabalho na bacia de Sergipe/Alagoas.
P/1 – Trabalhando como topógrafo?
R – Positivo.
P/1 – E de lá pra cá você trabalhou em algum outro lugar, como é que foi?
R – Não, eu trabalhei 18 anos e meio como topógrafo e depois pedi pra ser transferido aqui pra Bacia de Campos. Hoje eu não sou mais topógrafo, estou como técnico de geodésio. Atualmente eu _______ a situação do petróleo.
P/1 – Você pediu pra vir pra bacia por alguma razão? O que te levou a fazer esse pedido de transferência?
R – Bom, na verdade, o que me levou a pedir transferência pra cá, nos anos 90, foi no governo de Fernando Henrique, e o pessoal começou com muita pressão, pouco serviço, as mudanças políticas... E surgiu essa oportunidade de vir trabalhar aqui na Bacia de Campos, eu aproveitei e estou até hoje.
P/1 – Aí você chegou aqui quando?
R – Eu cheguei aqui... Primeiro eu vim fazer um teste na Bacia de Campos. Foi um teste de como eu me comportava pra trabalhar no serviço marítimo. Eu vim pra “qui” no dia 1º de julho de 1998.
P/1 – 98?
R –...
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Entrevistado por Márcia de Paiva
Depoimento de José Hamilton de Oliveira
Macaé, 11 de junho de 2008
PETRO_CB396
Transcrito por Mariana Casellato Carnasciali
P/1 - Memória dos Trabalhadores da Bacia de Campos, depoimento de José Hamilton de Oliveira entrevistado por Márcia de Paiva, Macaé, onze de junho de 2008, realização Instituto Museu da Pessoa, entrevista número CB_MBAC_ 083.
P/1 – Oi Hamilton. Gostaria de começar a entrevista pedindo que você nos diga seu nome completo, local e data de nascimento.
R – Bom, meu nome é José Hamilton de Oliveira, eu nasci em Aracaju, Sergipe. No ano de 1953.
P/1 – E, Hamilton, quando você ingressou na Petrobrás?
R – Eu ingressei na Petrobrás no dia 04 de fevereiro de 1980.
P/1 – Você começou trabalhando em que área?
R – Eu era topógrafo.
P/1 – E foi trabalhar onde?
R – Eu iniciei esse trabalho na bacia de Sergipe/Alagoas.
P/1 – Trabalhando como topógrafo?
R – Positivo.
P/1 – E de lá pra cá você trabalhou em algum outro lugar, como é que foi?
R – Não, eu trabalhei 18 anos e meio como topógrafo e depois pedi pra ser transferido aqui pra Bacia de Campos. Hoje eu não sou mais topógrafo, estou como técnico de geodésio. Atualmente eu _______ a situação do petróleo.
P/1 – Você pediu pra vir pra bacia por alguma razão? O que te levou a fazer esse pedido de transferência?
R – Bom, na verdade, o que me levou a pedir transferência pra cá, nos anos 90, foi no governo de Fernando Henrique, e o pessoal começou com muita pressão, pouco serviço, as mudanças políticas... E surgiu essa oportunidade de vir trabalhar aqui na Bacia de Campos, eu aproveitei e estou até hoje.
P/1 – Aí você chegou aqui quando?
R – Eu cheguei aqui... Primeiro eu vim fazer um teste na Bacia de Campos. Foi um teste de como eu me comportava pra trabalhar no serviço marítimo. Eu vim pra “qui” no dia 1º de julho de 1998.
P/1 – 98?
R – Isso.
P/1 – Me conta como é o trabalho na Geodésia, como é o seu cotidiano de trabalho, o que vocês fazem...
R – Nosso trabalho aqui na Geodésia, basicamente, se restringe a fazer as locações ou transações de poços. Trabalhamos com ancoragem de sondas, trabalha com cadastramento de obstáculos submarinos e tem outras funções.
P/1 – O seu trabalho em Aracaju era diferente do trabalho aqui? O trabalho em mar, o seu lá era em terra?
R – Não. O trabalho de topografia, na verdade, a gente trabalhava fazendo cálculo de volume de jazidas, locações de poços de petróleo.
P/1 – Mas lá em terra?
R – Serviço terrestre. E a locação de estradas. Aqui em Macaé, com o advento do GPS, que eu já peguei essa fase mais adiantada, a gente trabalha com instrumental também diferente. Eu tive que me readaptar, fazer cursos aqui. A gente trabalha com um sistema de GPS aqui, com recepção de satélite.
P/1 – No mar também tem muita diferença do que você vai fazer esses seus mapeamentos, esse trabalho? O que pra você muda?
R – Muda tudo, né? A gente, atualmente, tá mais na parte de fiscalização, porque hoje existem firmas qualificadas que trabalham com robôs, que fazem o trabalho de mapeamento no fundo do mar. Já os trabalhos de ancoragem de plataforma tem um setor próprio que faz o projeto de ancoragem e plataforma e a gente faz o monitoramento e acompanhamento da ancoragem da plataforma.
P/1 – E aí você trabalha muito embarcado, então?
R – Sim.
P/1 – Lá em Sergipe o senhor já tinha embarcado ou foi aqui a primeira vez?
R – Não, foi aqui a primeira vez.
P/1 – E como é que foi, a sensação de trabalhar embarcado a primeira vez?
R – É coisa nova. A gente que trabalha em terra, a gente nunca tinha essa visão de um transporte de uma sonda no mar. A gente sempre, quando era topografia terrestre, a gente transporta era via estradas. Aqui é via mar, coisa nova que apareceu. Mas foi muito bom.
P/1 – Você gostou? Teve alguma sensação diferente, ou você se acostumou logo? Como é que foi a adaptação pro mar?
R – Não, eu me adaptei rápido aqui. Só que eu tive que aprender praticamente tudo, inclusive o instrumental aqui é totalmente diferente que a gente utiliza aqui. Lá que a gente utilizava o (teodolito?) e hoje não, aqui usa GPS, tem problema de software, tem problema de equipamento que você tem que aprender a utilizar. É muita coisa que ainda tenho que aprender.
P/1 – E nesses dez anos que você tá aqui, qual foi o maior desafio que você...
R – Todos são desafios, todo dia é um desafio diferente. Desafio de andar de helicóptero, desafio de estar nas embarcações aí o tempo todo. É sempre desafio.
P/1 – Tem algum que foi mais marcante pra você?
R – Tem sim. O mais marcante que até hoje participei do trabalho foi a ancoragem de uma plataforma de produção, que eu nunca tinha visto, que é uma planta, como se fosse uma estação de petróleo.
P/1 – E aí foi difícil, por que essa foi especial?
R – Não é pela dificuldade é pela grandiosidade do trabalho que a gente tá fazendo. Uma plataforma daquela, ela produz 100 mil barris/dia, coisa que a gente não tinha acesso a esse conhecimento.
P/1 – Você tem campos em que você tenha trabalhado, fazendo trabalho com a ancoragem? Quais foram os campos?
R – O campo que a gente trabalhava mais concentrado era a Bacia de Campos. Mas eu trabalhei em (Tramandaí?), lá no Rio Grande do Sul, trabalhei em Santa Catarina, e algumas cidades por aí.
P/1 – Esses outros trabalhos você trabalhou quando você já estava aqui, que você ia e voltava ou antes de vir pra cá?
R – Não, trabalhando na bacia de Campos.
P/1 – Trabalhando aqui, aí você vai também fazer outros trabalhos em outros lugares. Isso é comum?
R – Isso. É comum trabalhar em outras cidades.
P/1 – Pega já a sua experiência daqui pra outro lugar.
R – É. Quando tem serviço de ancoragem em outras cidades, de plataformas, aí a gente é solicitado a fazer esse trabalho lá.
P/1 – E, assim, você tá morando ainda lá em Sergipe. Como é que é isso de trabalhar aqui e morar lá?
R – Quando eu vim pra trabalhar, o trabalho da gente não era implantado, a gente trabalhava como... Ai meu Deus como é mesmo? Vai ter que cortar isso depois...
P/1 – Com aquele regime de trabalho embarcado?
R – Era em regime de embarcado, mas não era implantado. A gente ficava aguardado programação. Hoje a gente trabalha implantado e trabalho num regime 14/21. Aí então eu trabalho 14 dias aqui e folgo os 21. Nos 21 que eu vou pra minha cidade e depois retorno, após os 21 dias de folga.
P/1 – E esses dias que você tá trabalhando aqui você fica mais embarcado ou você fica também em terra?
R – Terra é só quando eu estou em escritório. A gente vem fazer reunião de embarque e pós-embarque.
P/1 – Você tá desembarcado agora, neste momento ou vai embarcar?
R – Não. Eu vou embarcar. Só aguardar um trabalho da SS 66 aprontar a plataforma pra gente fazer a movimentação dela.
P/1 – Essa SS 66 é de perfuração ou é de...
R – É plataforma de perfuração.
P/1 – E vocês vão pra que campo agora?
R – Ela está ancorada lá no Rio. Nós vamos trazer pra ela furar um poço lá no meio da Bacia de Santos.
P/1 – Na Bacia de Santos.
R – Isso.
P/1 – Como você, que é de outro estado, tem outros colegas também, de vários outros lugares. Como é esse convívio de pessoal, cada um de um estado? Tem bastante gente de outros estados?
R – Tem bastante gente de outros estados aqui. Inclusive Sergipe tem outras pessoas, tem pessoas também do Rio Grande do Norte, tem pessoas que moram em Vitória, tem muita gente. É um convívio muito bom.
P/1 – Tem brincadeira com cada um de cada estado?
R – Ah, tem bastante brincadeira.
P/1 – Me conta qual é uma brincadeira aí.
R – Ah, a brincadeira mais comum é com pessoal, todo nordestino eles chamam de Paraíba. (RISOS) Ou Paraíba ou Baiano.
P/1 – E vocês não chamam o pessoal lá de alguma outra coisa também?
R – Não, não. O pessoal do nordeste é mais sério pra essas coisas.
P/1 – Você acha que é mais sério?
R – Eu acho sim.
P/1 – E me diga também, quando você chegou aqui você já achou que era uma estrutura muito grande? Essa sua escolha foi por isso também ter escolhido especificamente a Bacia de Campos?
R – Na verdade eu estava procurando um outro campo pra trabalhar e surgiu essa oportunidade aqui, que um colega meu que passou pra mim a informação e eu dei meu nome pra participar desse projeto aqui, então solicitando gente de todo Brasil, porque a Bacia de Campos tava crescendo muito e precisava de técnicos na área. Aí foi quando eu me dispus a vir trabalhar aqui.
P/1 – Então você já pegou uma outra fase de um crescimento daqui. E nesses dez anos o que você sentiu? O que mudou? Foi um crescimento? E o que teve de mudança? Foi um crescimento mesmo com a chegada de mais pessoas pra cá?
R – Ah, com certeza. O pessoal que vinha de outras cidades, tinha o pessoal daqui também que é um pessoal altamente técnico. Eu tive bastante sorte em aprender com eles.
P/1 – E o que você acha que mudou nesses dez anos aqui em Campos, aqui na bacia?
R – Ah, mudou os trabalhos. Antes a gente executava praticamente todos os trabalhos e hoje nosso trabalho é mais fiscalização. E nosso setor cresceu em termos de operação, porque a gente trabalhava somente com ancoragem de plataformas, hoje a gente já tem trabalho de hidroacústica...
P/1 – Hidro acústica?
R – Hidracústica, é.
P/1 – O que é uma hidroacústica? Conta pra gente que não...
R – Hidracústica é um tipo de trabalho geodésico que existe problemas que você tem uma precisão de um objeto que você vai cadastrar ou sinalizar no fundo do mar onde os maiores problemas é salinidade, a correnteza do mar, e esse trabalho que a gente tem aí é com um software que eles “condensa” todo esses problemas marítimos e nos dão uma aproximação como se fosse um serviço terrestre. Que o GPS sofre alguma deformação quando você desce o robô pro fundo do mar pra determinado obstáculo.
P/1 – E esse trabalho de acústica lá no mar, essas correntezas emitem também uma sonoridade? Só, desculpa, eu tô fazendo uma pergunta, pode ser meio...
R – Não, com certeza, tem problema de ruído acústico, do próprio equipamento, tem problema do próprio ruído do mar, salinidade, tem muitas coisinhas, muitos parâmetros que a gente tem que procurar obter resultados e condensar pra que a precisão do trabalho venha sair a contento.
P/1 – Qual é a parte mais difícil desse trabalho?
R – A parte difícil não existe. O bom é o equipamento funcionando 100% e eu acho que isso (satisfaz?).
P/1 – Me conta uma história que a tua memória te trouxer, pode ser uma história engraçada, pode ser uma história curiosa, pode ser uma história interessante, pode ser uma história... A que a tua cabeça selecionar. De embarcado, história de embarcado sempre tem, né?
R – É, história de embarcado sempre tem. A dificuldade sempre existe. A dificuldade anterior que antigamente no nosso (SMS?) não tinha essa grandiosidade que tem hoje em dia, a gente às vezes fazia transbordo de uma plataforma pra uma embarcação altas horas da noite, duas, três da manhã. Hoje a gente já não faz mais esse tipo de trabalho. Realmente dá muito medo pra mim, principalmente porque tava iniciando aqui na área.
P/1 – Dava medo de...
R – Ah, dava. Muito medo.
P/1 – Lá no meio do mar? É isso?
R – Lá no meio do mar. Descia de cestinha de uma plataforma pra embarcação.
P/1 – E a primeira vez que o senhor desceu de cestinha? Dá medo?
R – Não, não deu medo não. A gente fica sempre receoso, mas a gente tem treinamento, o pessoal treina bastante, a gente faz muito treinamento aqui na Bacia de Campos sobre (SMS?).
P/1 – E tem trote pra quem tá embarcando pela primeira vez? Algumas pessoas, ________ de plataforma contaram que tem uns trotes, mas lá dentro dessa sua parte de trabalho tem também?
R – Ah, sei. Não, aconteceu comigo não, com um colega nosso. Na P 34 o pessoal lá tinha como se fosse um teste pra você ver como tava a sua respiração. Ele colocava um tubo de ferro e por dentro colocava um pó branco. E teve um cara que chamou nosso colega pra fazer um teste desses e ele, (RISOS) acho de fazer, quando ele assoprou o pó cobriu a cara dele
(RISOS) deixando todo branco.
P/1 – E lá no mar, vocês já viram golfinho, baleia...?
R – Outra coisa muito bonita.
P/1 – Que que você já viu por lá? Como é que é lá?
R – É muito bonito. A gente vê de tudo. Baleia, golfinho, muito bonito.
P/1 – Já viu baleia?
R – Já, coisa que eu nunca tinha visto enquanto trabalhava no terrestre, mas mesmo quando ia numa praia, assim, eu nunca tinha visto. A primeira vez que eu vi, realmente é muito grande. Muito enorme.
P/1 – Chega a passar perto, dá medo de chagar em cima?
R – Não, ela passa bem próxima da gente, elas tão familiarizadas.
P/1 – Ah é?
R – É, passa próximo às vezes. Entre a plataforma ____________________ passa próxima mesmo.
P/1 – Tem mais alguma outra história que você também se lembre? Dessas histórias engraçadas, de vida de embarcado, alguma...
R – Não. Esse trabalho geralmente que a gente faz lá a gente vai mais imbuído de fazer esse trabalho. Não tem muita brincadeira não (RISOS).
P/1 – É mais sério?
R – É mais sério.
P/1 – E você falou um pouco no início da parte da política. Você é sindicalizado?
R – Sou sindicalizado, desde que eu entrei na empresa em 80 até hoje.
P/1 – Pelo sindicato lá de Aracaju?
R – Não, eu transferi pra outro sindicato aqui na Fluminense.
P/1 – E o sindicato é atuante, como é que é?
R – O sindicato, eles são atuantes, porque todos os homens tem os congressos deles aí, dos sindicatos, e o daqui, como todos, participa.
P/1 – Você exerce algum cargo lá no sindicato?
R – Não. Só mesmo como trabalhador.
P/1 – Tem alguma coisa que eu não perguntei que você pudesse contar mais pra gente, que a gente também não conhece muito do teu trabalho, até aqui da Bacia de Campos, pra que está fora?
R – Trabalho aqui é trabalho normal. Tem as dificuldades, mas a gente tá superando tudo isso. Com o passar do tempo a gente vai superando esses medos, essas dificuldades. E a gente tem medo de trabalho quando numa área rasa as locações eram sinalizadas na superfície. Hoje com o advento das perfurações profundas, a gente sinaliza com um robô chamado ROV. Se não faz a sinalização das locações quando você furar os poços com o ROV.
P/1 – Então tá. Eu queria também terminar, a gente vai terminando. Eu queria perguntar o que você achou de tá aqui contribuindo com essa memória da Petrobrás.
R – Rapaz... É muito bonito essa memória da Petrobrás. Inclusive a gente que já com...
P/1 – Quantos anos você tem de...
R – Quase 29 anos de empresa, a gente pensa que está velho pras coisas, não aprende mais nada, mas a gente vai vendo que a gente ainda tem gás, tem força bastante pra trabalhar. É isso aí.
P/1 – Quer deixar algum recado pra quem tá entrando também? Pra essa bacia? Pra essa meninada nova?
R – (RISOS) O recado é que essa meninada nova vista a camisa da empresa como todos nós aí. E essa realmente é uma grande empresa, a Petrobrás.
P/1 – Pra terminar também, você se sente um petroleiro?
R – Com certeza.
P/1 – Me explica o que é ser petroleiro. Como é que é a alma do petroleiro.
R – O petroleiro é você vestir a camisa da empresa, é não ter tempo de horário de trabalho, horário de saída, horário de chegada, entendeu? É sempre estar à disposição da empresa.
P/1 – Então tá Hamilton. Eu queria agradecer você ter vindo aqui colaborar com a gente. Muito obrigada.
R – Obrigado a vocês. Fechou aí? Agora vamos ver os cortes, né? (RISOS)
FINAL DA ENTREVISTA
(teodolito?)
(Tramandaí?)
(satisfaz?)
(SMS?)
(SMS?)
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