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Personagem: Anônimo
Por: Anônimo, 3 de novembro de 2025

Inocência perdida.

Esta história contém:

Inocência perdida.

Eu Maria venham de uma família muito humilde nascida na cidade de Oswaldo Cruz numa fazenda, meus pais analfabetos, tanto meu pai quanto minha mãe meu pai é saiu de casa ou fugiu de casa como ele conta aos 8 anos de idade, lá em União dos Palmares Alagoas, e foi criado no mundo sozinho. Não tem nenhuma referência dos meus avós paternos e também não tenho dos meus avós maternos, pois a minha mãe após. Ah, essa união com meu pai nunca retornou à sua família de origem, portanto eu não tenho nenhuma notícia dos meus tios primos de ambas as partes, só conheci meus pais, eu sou a quarta é nascida viva deste casamento, minha mãe teve é antes de mim uma menina e 2 meninos que nasceram mortos e após Amy tem ainda uma. Irmã é que nasceu em 1968 bem tive uma infância muito muito difícil. Né estudei em uma escola particular como bolsista na escola adventista de Campinas, é aos 13 anos eu é vim a cursar, né, no ginásio e tive várias influências, é sobre a minha adolescência enfim meus pais não conseguiam pagar aluguel, então eu fui morar numa comunidade favela, tive essa infância de muita vergonha muita humilhação. E por fim acabei sendo é assediada, né por uma pessoa bem mais velha do que eu de 54 ano e eu com 15 enfim resolvemos ir morar juntos desta união tive 2 filhos, um menino e uma menina não foi fácil após SE-6 anos juntos ele veio a falecer. Eu uma menina não sabia fazer nada, né, mal tinha documentos fui obrigada a nadar sem saber, mas conseguir né criar meus filhos trabalhando de doméstica em 1987 eu resolvi por N situações vir para Londrina, na verdade eu gostaria de ter ido para Maringá no Paraná, mas acabei ficando em Londrina. E isso me proporcionou uma mudança de vida e trabalhei em alguns pensionatos aqui em Londrina, quando eu cheguei em outubro de 87 após prester um concurso para serviços gerais da fundação Munhoz da rocha e com isso eu consegui passar em penúltimo lugar, mas foi uma porta que Deus...

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Palavras-chave: superação
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Esperança

Dados da imagem Sempre qdo vejo o Mar me renova e o barco ao fundo distante.

Período:
Ano 2025

Local:
Brasil / Alagoas / Pajussara

Imagem de:

História:
Inocência perdida.

Sempre qdo vejo o Mar me renova e o barco ao fundo distante.

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