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Personagem: Aloísio Paraguassú
Por: Museu da Pessoa, 19 de agosto de 2023

Protegido por São Badoré!

Esta história contém:

Protegido por São Badoré!
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Moeda de dois réis

Dados da imagem O primo da mãe de Lói, garimpeiro, havia feito uma promessa pouco tempo antes de seu nascimento: se ele conseguisse pegar diamantes naquele período, era sinal de que a criança seria uma pessoa boa. Caso ocorresse, ele batizaria a criança e daria a ela um presente.
Lói nasceu no dia…., momento em que o primo retornava à cidade, depois de ter encontrado diamantes.
O presente foi uma moeda de dois réis, comemorativa dos 75 anos da batalha de Riachuelo (11/06/1985). Lói, nascido no dia 11/06/1940, brinca que, por conta disso, nunca passou um só dia da vida sem dinheiro.

Período:
Década 1940

Local:
Brasil / Bahia / Mucugê

Imagem de:
Aloísio Paraguassú

História:
Protegido por São Badoré!

Crédito:
Acervo Pessoal

Palavras-chave:
moeda, numismática, batalha de riachuelo

O primo da mãe de Lói, garimpeiro, havia feito uma promessa pouco tempo antes de seu nascimento: se ele conseguisse pegar diamantes naquele período, era sinal de que a criança seria uma pessoa boa. Caso ocorresse, ele batizaria a criança e daria a ela um presente. Lói nasceu no dia…., momento em que o primo retornava à cidade, depois de ter encontrado diamantes. O presente foi uma moeda de dois réis, comemorativa dos 75 anos da batalha de Riachuelo (11/06/1985). Lói, nascido no dia 11/06/1940, brinca que, por conta disso, nunca passou um só dia da vida sem dinheiro.

São Badoré

Dados da imagem Lói, quando criança, brincava com o filho de Dona Carlinda. A senhora, toda vez que ia agradecer ou pedir algo, clamava a um

Local:
Brasil / Bahia / Mucugê

Imagem de:
Aloísio Paraguassú

História:
Protegido por São Badoré!

Crédito:
Acervo Pessoal

Tipo:
Fotografia

Palavras-chave:
santo, milagre, mucugê, festa popular, religião

Lói, quando criança, brincava com o filho de Dona Carlinda. A senhora, toda vez que ia agradecer ou pedir algo, clamava a um "São Badoré". De brincadeira, anos depois Lói criou uma festa para o santo, comemorada na cidade quase como um bloco de carnaval. Para completar o cerimonial, Lói foi a São Jesus da Lapa (BA) e, para um vendedor de imagens, perguntou se ele possuía uma imagem de São Badoré dos ovos quentes. O vendedor achou graça, mas para não perder a venda, disse que tinha. Trouxe esta imagem da foto e perguntou a Lói: é este, não? Como Lói não sabia como ele era, disse que sim. A festa de São Badoré era comemorada anualmente em Mucugê, com direito à queima de fogos e muita cachaça. Detalhe da foto: hoje São Badoré se encontra na pousada do Sr. Lói, no centro de Mucugê.

Cofre de família

Dados da imagem O cofre, comprado pela família em 1907, pertenceu ao avó do Sr. Lói e veio de trem e caminhão de Itaeté até Mucugê, em 1935.

O avô de Lói era comerciante de diamantes. Comprava dos garimpeiros e vendia diretamente para Amsterdã. Lói conta que na época de seca o diamante era caro e o oposto ocorria na época das chuvas. O preço era regulado e compartilhado entre os garimpeiros por meio de uma tabela. Em determinado ano, o avô de Lói não recebeu a tabela e, sem saber que o preço havia abaixado, continuou comprando pelo preço mais caro. Todos, ao saberem da notícia, queriam vender pra ele. Por conta disso, o avô de Lói foi a Salvador comprar o cofre para estocar os cerca de 30kg de diamantes que havia juntado. Quando foi vender, a empresa de Amsterdã não quis pagar o valor alto e ele, então, percebeu o erro e decidiu esperar.
Um ano depois, uma seca intensa tornou o garimpo muito complicado e o avô de Lói, no fim das contas, era o único capaz de comercializar diamantes na região. Acabou fazendo fortuna com a venda do que havia no cofre.

Período:
Ano 1907

Local:
Brasil / Bahia / Mucugê

Imagem de:
Aloísio Paraguassú

História:
Protegido por São Badoré!

Crédito:
Acervo Pessoal

Palavras-chave:
garimpo, diamante, cofre, garimpeiro

O cofre, comprado pela família em 1907, pertenceu ao avó do Sr. Lói e veio de trem e caminhão de Itaeté até Mucugê, em 1935. O avô de Lói era comerciante de diamantes. Comprava dos garimpeiros e vendia diretamente para Amsterdã. Lói conta que na época de seca o diamante era caro e o oposto ocorria na época das chuvas. O preço era regulado e compartilhado entre os garimpeiros por meio de uma tabela. Em determinado ano, o avô de Lói não recebeu a tabela e, sem saber que o preço havia abaixado, continuou comprando pelo preço mais caro. Todos, ao saberem da notícia, queriam vender pra ele. Por conta disso, o avô de Lói foi a Salvador comprar o cofre para estocar os cerca de 30kg de diamantes que havia juntado. Quando foi vender, a empresa de Amsterdã não quis pagar o valor alto e ele, então, percebeu o erro e decidiu esperar. Um ano depois, uma seca intensa tornou o garimpo muito complicado e o avô de Lói, no fim das contas, era o único capaz de comercializar diamantes na região. Acabou fazendo fortuna com a venda do que havia no cofre.

Detetive Profissional

Dados da imagem Carteira de registro emitida pela União Mundial dos detetives para o Sr. Lói (Aloísio Paraguassú), após conclusão de um curso à distância. Embora nunca tenha exercido a função profissionalmente, Lói conta em sua história como chegou a investigar o mistério de um assalto a banco na região de Mucugê (BA).

Local:
Brasil / Bahia / Mucugê

Imagem de:
Aloísio Paraguassú

História:
Protegido por São Badoré!

Crédito:
Acervo Pessoal

Tipo:
Fotografia

Palavras-chave:
documento, carteirinha, registro, detetive

Carteira de registro emitida pela União Mundial dos detetives para o Sr. Lói (Aloísio Paraguassú), após conclusão de um curso à distância. Embora nunca tenha exercido a função profissionalmente, Lói conta em sua história como chegou a investigar o mistério de um assalto a banco na região de Mucugê (BA).

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