Esta história é uma ficção sobre a vida onde os rotwailers da vida.
Intitulados na história de Estevão e Licurgo
Se quiser saber mais sobre eles acesse o link guaipeca e poodle, não entram em briga de rottweilers
Clube de Autores
https://clubedeautores.com.br › Livros
— GUAIPECA E POODLE NÃO ENTRAM EM BRIGA DE ROTTWEILERS
Estevão e Licurgo começam uma discussão.
Estevão mais jovem e mais afoito em estar em primeiro lugar sempre.
Licurgo mais velho e cheio de ideias, as quais Estevão cópia sempre.
Os passantes na rua nada entendem, quando veem a discussão acalorada.
Até que Estevão dá um tapa na cara de Licurgo e a briga começa.
Socos e pontapés para todo lado.
A certa altura, Licurgo livra-se do rapaz e vai em seu carro, abre a porta e pega um trinta e oito e vem na direção de Estevão falando que vai matá-lo.
Dois desavisados que presenciam a cena, vem em socorro do rapaz e um deles dá uma voadora na arma, que cai e dispara, no chão, acertando uma lata de lixo.
Eliomar corre, pega a arma e fala para Licurgo que pare de perseguir o outro, se não vai ter de atirar nele.
A polícia chega e pensa que o rapaz é que está ameaçando o homem e lhe dá voz de prisão.
As pessoas em volta vêm em socorro do rapaz e contam a cena anterior, presenciada por todos.
Leonel o responsável pela voadora, vem ao encontro de Eliomar e se apresenta.
Os dois conversam um pouco e vão na direção de Estevão para ver se está tudo bem com ele.
Ele agradece a interferência dos rapazes e pega seus contatos.
Para conversarem mais outra hora.
As pessoas em volta uma a uma vão deixando a cena, e o tumulto se dissipa.
Segundos depois, um homem se aproxima de Leonel e pergunta de onde ele conhecia os homens envolvidos na briga.
Ele responde que de lugar algum, viu a cena e resolveu interferir antes que desse um problema maior.
Leonel pergunta o motivo da curiosidade do homem e ele responde que ele é o segurança do homem com a...
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Esta história é uma ficção sobre a vida onde os rotwailers da vida.
Intitulados na história de Estevão e Licurgo
Se quiser saber mais sobre eles acesse o link guaipeca e poodle, não entram em briga de rottweilers
Clube de Autores
https://clubedeautores.com.br › Livros
— GUAIPECA E POODLE NÃO ENTRAM EM BRIGA DE ROTTWEILERS
Estevão e Licurgo começam uma discussão.
Estevão mais jovem e mais afoito em estar em primeiro lugar sempre.
Licurgo mais velho e cheio de ideias, as quais Estevão cópia sempre.
Os passantes na rua nada entendem, quando veem a discussão acalorada.
Até que Estevão dá um tapa na cara de Licurgo e a briga começa.
Socos e pontapés para todo lado.
A certa altura, Licurgo livra-se do rapaz e vai em seu carro, abre a porta e pega um trinta e oito e vem na direção de Estevão falando que vai matá-lo.
Dois desavisados que presenciam a cena, vem em socorro do rapaz e um deles dá uma voadora na arma, que cai e dispara, no chão, acertando uma lata de lixo.
Eliomar corre, pega a arma e fala para Licurgo que pare de perseguir o outro, se não vai ter de atirar nele.
A polícia chega e pensa que o rapaz é que está ameaçando o homem e lhe dá voz de prisão.
As pessoas em volta vêm em socorro do rapaz e contam a cena anterior, presenciada por todos.
Leonel o responsável pela voadora, vem ao encontro de Eliomar e se apresenta.
Os dois conversam um pouco e vão na direção de Estevão para ver se está tudo bem com ele.
Ele agradece a interferência dos rapazes e pega seus contatos.
Para conversarem mais outra hora.
As pessoas em volta uma a uma vão deixando a cena, e o tumulto se dissipa.
Segundos depois, um homem se aproxima de Leonel e pergunta de onde ele conhecia os homens envolvidos na briga.
Ele responde que de lugar algum, viu a cena e resolveu interferir antes que desse um problema maior.
Leonel pergunta o motivo da curiosidade do homem e ele responde que ele é o segurança do homem com a arma na mão.
Mas diz a ele que está agradecido, por ter tomado conta da situação e fala que gostaria do contato dele, pois o chefe irá entrar em contato para agradecer depois que tudo estiver explicado na delegacia.
O tipo diz ter a certeza que o patrão sairá no mesmo dia, afinal não houveram mortes e o patrão é um homem abastado.
E fez uso da arma, pois estava de cabeça quente.
Mas quem costuma defendê-lo é o rapaz à sua frente.
O rapaz ainda fala que você deu uma voadora certeira e conseguiu que a arma caísse e a bala não acertasse ninguém.
O rapaz respondeu na hora nem pensei nisso.
Não tinha percebido que a arma estava destravada.
Foi sorte não ter atingido ninguém, apenas o latão de lixo.
É, foi mesmo.
Disse o outro.
Nesse momento um policial responsável pela perícia técnica fala alto com outro, ei, Marcelo vem ver isso aqui.
Eles estavam olhando a lixeira atingida.
E diziam, como isto veio parar aí?
Deve ter sido antes da briga.
Todos que ainda estavam no local ficaram curiosos com o que tem dentro da lixeira.
Até que Marcelo, mais alto e mais forte, vira a lixeira de ferro de cabeça para baixo e cai dali um corpo de um homem, com marcas de espancamento.
E um tiro na cabeça.
O tiro em questão não corresponde ao tipo de arma usada na cena presenciada por todos.
Leonel, fala, minha nossa tinha uma pessoa na lata de lixo?
Será que entrou para se esconder do seu patrão?
O policial respondeu:
Não, esse corpo já estava aqui antes e tem um tiro na cabeça.
Da arma que caiu?
Não pelo tipo do rombo, é uma arma de calibre diferente desta.
Fala mostrando o saco plástico com o revólver embalado para perícia de impressões digitais.
Leonel pergunta ao segurança do homem preso, afinal eles estavam brigando por quê?
O segurança responde:
São empresários de empresas concorrentes e há anos tem divergências.
Qual o ramo?
Shopping centers.
E são extremamente competitivos.
Minha nossa, diz Leonel.
Onde é que eu fui me meter.
Um guaipeca como eu, entrando em briga de rottweilers.
Meu, Deus....
O segurança dá um sorriso e diz:
É, amigo, você atravessou o caminho do rottweiler.
Como é o nome daquele homem?
Licurgo Mateus.
Jesus Cristo, fala Leonel.
E o outro que brigava com ele, quem é, afinal?
Estevão Back, o Estevão da tevê?
Esse mesmo.
O rapaz coloca as duas mãos na cabeça.
Minha nossa, o que vai ser de mim.
O segurança sorri e fala.
Fique tranquilo, para você não vai dar nada.
Meu patrão não é tolo e o estevão também não.
Vá embora colega e fique suce.
Sei que você não fez por mal, sequer sabia quem eram eles.
Os dois despedem-se e Leonel vai para a casa apavorado.
Os dois envolvidos na briga são os dois maiores empresários da região.
Se resolverem lhe causar algum dano ele não acha emprego em lugar algum.
E a empresa que ele atua atualmente está ruim das pernas e ele não sabe se ela vai aguentar muito tempo no mercado.
Que fria!
LEONEL E ELIOMAR
Leonel e Eliomar ficam amigos.
São dois trabalhadores comuns que moram na periferia.
A conversa de ambos vai ser a respeito da tal briga a primeira vez que saírem juntos para tomar uma cerveja.
Ambos são solteiros, e vão à "caça" juntos.
Resolvem ir na danceteria do bairro onde Leonel mora, juntos.
Para a "caçada" do final de semana.
Encontram gatinhas interessantes e saem da danceteria acompanhados, para esticar num barzinho e depois no motel da preferência de cada um com suas gatinhas.
A noite foi produtiva para os dois.
Beberam, comeram e transaram, tudo perfeito.
Eliomar no entanto está incomodado com uma coisa, de quem era o corpo na lata de lixo.
E o porquê ele estava ali, naquela lixeira, justo naquela lixeira, próxima da briga dos empresários.
Será que foi algum deles que deu cabo naquele pobre coitado na lixeira?
Uma semana depois, Eliomar e Leonel saem juntos de novo para a danceteria.
E ambos estão com a pulga atrás da orelha a respeito do corpo na lixeira, quem poderá ser?
Será que tem a ver com a briga que os rottweilers estavam tendo?
Vão obter a resposta na danceteria de uma forma bem incomum, para ambos.
Estão no bar conversando e pedindo uma cerveja e começam a observar duas jovens à sua frente.
Repentinamente as duas param de dançar e olham dentro dos olhos uma da outra e dão um longo beijo na boca.
Uma delas em especial chamou a atenção deles, tem cabelos negros ondulados e olhos azuis é uma escultura de mulher, linda mesmo a outra é bonita, mas não de beleza estonteante como a morena.
Quando elas se beijam da forma que fizeram eles olham um para o outro rindo, e Leonel fala:
Não foi dessa vez.
Pegam as cervejas e saem em busca de alguém para terminar a noite em suas camas ou no motel.
Ao darem uma volta no salão percebem as duas moças perto deles novamente.
Mas agora o clima é outro, a loira está brava com a outra.
Eles saem do salão para tomar um ar lá fora.
Passam a observar outras duas "gatas" que chegaram instantes antes, olharam tudo e saíram.
Eles saem e ficam observando o movimento das duas até que uma vê a loira que acompanha a estonteante morena e fala:
Que tal você em Elisiane, teu pai é encontrado morto em uma lata de lixo e você já está aqui se divertindo com a namoradinha.
A loira fala e com você tem com isso Edineia.
Eu? Nada!
Não fui eu que o matei, diz com sarcasmo.
A outra fala:
Você está insinuando o que, que eu o matei?
Não!
Que é isso.
Diz a outra com ar de deboche.
A morena entra no meio e fala:
Deixe minha namorada em paz Edineia.
Vamos embora Edineia, diz a companheira dela.
Deixe essas sapatões aí, vamos nos divertir com homens que é a nossa praia.
Luana, enfezada pergunta a Lívia:
Do que você nos chamou?
De sapatão, não é o que vocês são?
Quando Luana vai levantar a mão para dar na cara de Lívia, o segurança da danceteria intervém e a briga termina.
Leonel e Eliomar se olham.
E saem atrás de Ednéia e Lívia, para terem um bom final de noite.
Quando dão dois passos, para frente na direção da saída.
Luana e Elisiane se aproximam e perguntam?
Procurando companhia rapazes?
Eliomar responde que sim.
Sim para uma cerveja e um movelzinho depois.
Elas retrucam pula a cerveja, que tal uma suruba, no motel aqui perto.
Os dois se olham e concordam.
Vão para o carro de Eliomar.
Todos juntos.
Transam os quatro.
As duas meninas fazem tudo com os dois.
As duas de cada vez em cada um.
E os dois juntos em cada uma.
A noite termina e o dia começa.
Os quatro resolvem ir na casa de Leonel terminar o final de semana.
O dia de sábado passa voando entre pizzas e sexo.
Ao chegar à noite, as duas vão juntas ao chuveiro e a loira fala, para a outra, já pensou se ele estivesse vivo e visse isso aqui?
A morena fala:
Mas ele já morreu e foi justamente o parceiro de festa que o matou.
Como é que você sabe?
A gente sabe que o teu pai comia de tudo, queridinha, que nem nós duas, diz a outra rindo.
Só que teu pai era comidinha também, né bebê.
Era mas, ele comia primeiro.
É, teve gente que não gostou de ser comido.
Enrabou ele e o matou, para ninguém saber.
Como se a gente não soubesse com quem ele saiu naquele dia.
Cala a boca, guria.
O cara é grandão.
E guaipeca não entra em briga com rottweiler.
Se eu estivesse junto com papai na suruba, papai não teria morrido, eu teria matado aquele veado enrustido antes.
Não seja tola.
Com o tanto de segurança que aquele cara tem, você estaria junto naquela lata de lixo.
Os dois rapazes escutam a conversa deles.
Mas nada questionam.
Terminam o banho e vem para a cozinha para comer pizza, tomar cerveja e vinho.
E voltam para o quarto transar até amanhecer.
No final da noite a loira fala, agora vamos fazer a pose que papai mais gostava, potranca, para ser comida por eles, a morena fala, vamos.
Posição Yuri Brusque.
Outro dono de shopping, pensam os rapazes e se olham sem nada dizer mas um entendendo o outro.
As moças dormem pela manhã de domingo toda.
Os dois se olham e vão para a cozinha conversar.
Quer dizer que o assassino do homem foi o Yuri Brusque?
E o morto é pai da loirinha.
Quem será essa loirinha?
E essa morena de cair o queixo de linda.
Devem ser de classe alta.
O que será que estavam fazendo numa danceteria de periferia, cara?
Não faço a menor ideia, mas pode ter certeza, boa coisa não é.
Até me deu um ruim agora.
Elas sabem meu endereço e a placa do teu carro.
Pode crer.
Isso não me alegra também.
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