\"Quando todos achavam que eu não ia aguentar”
A vida me testou de todas as formas possíveis.
Quando recebi o diagnóstico de câncer de mama, o chão se abriu sob meus pés. Cada exame, cada sessão de quimioterapia, cada fio de cabelo que caía era uma lembrança cruel de que eu estava lutando pela minha própria vida. Mas mesmo assim, eu me levantava todos os dias com um único pensamento: eu não posso desistir.
No meio desse turbilhão, o destino resolveu me provar ainda mais. Minha mãe sofreu um AVC, e de repente, além de paciente, eu também me tornei cuidadora. Eu vivia entre hospitais, consultas e orações. O corpo cansava, mas o coração insistia em continuar.
E quando finalmente chegou o momento que eu tanto esperava — a reconstrução, o símbolo da minha vitória sobre o câncer — veio outro golpe: meu companheiro faleceu.
Naquele instante, o mundo desabou de novo. Eu chorei, gritei, questionei Deus.
Todos achavam que eu não ia aguentar.
Mas eu aguentei.
A dor me transformou. Eu descobri uma força que não sabia que existia. Entendi que vencer o câncer foi só uma parte da luta — o verdadeiro milagre foi não perder a fé e o amor pela vida mesmo quando tudo parecia acabar.
Hoje, carrego minhas cicatrizes como medalhas. Elas contam uma história de perda, coragem e renascimento.
Eu sou a prova viva de que, mesmo quando tudo parece ruir, é possível recomeçar.
Deus sempre esteve ao meu lado,e colocou pessoas certas no meu caminho na hora certa.
Há 3 anos estou casada,com uma pessoa maravilhosa,que mais uma vez Deus preparou para mim.
Fiz todo tratamento pelo SUS e fui bem atendida,tudo preparado por Deus!!!
Já inscrevi minha arte na Biblioteca nacional,e pretendo levar essa história por todo o Brasil.
Fui convidada para participar de um programa na Band Mulher de Uberlândia,no quadro chamado mulheres incríveis.Ainda não pude aceitar,pela distância que nos separa.Mas logo terei recursos e essa história...
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\"Quando todos achavam que eu não ia aguentar”
A vida me testou de todas as formas possíveis.
Quando recebi o diagnóstico de câncer de mama, o chão se abriu sob meus pés. Cada exame, cada sessão de quimioterapia, cada fio de cabelo que caía era uma lembrança cruel de que eu estava lutando pela minha própria vida. Mas mesmo assim, eu me levantava todos os dias com um único pensamento: eu não posso desistir.
No meio desse turbilhão, o destino resolveu me provar ainda mais. Minha mãe sofreu um AVC, e de repente, além de paciente, eu também me tornei cuidadora. Eu vivia entre hospitais, consultas e orações. O corpo cansava, mas o coração insistia em continuar.
E quando finalmente chegou o momento que eu tanto esperava — a reconstrução, o símbolo da minha vitória sobre o câncer — veio outro golpe: meu companheiro faleceu.
Naquele instante, o mundo desabou de novo. Eu chorei, gritei, questionei Deus.
Todos achavam que eu não ia aguentar.
Mas eu aguentei.
A dor me transformou. Eu descobri uma força que não sabia que existia. Entendi que vencer o câncer foi só uma parte da luta — o verdadeiro milagre foi não perder a fé e o amor pela vida mesmo quando tudo parecia acabar.
Hoje, carrego minhas cicatrizes como medalhas. Elas contam uma história de perda, coragem e renascimento.
Eu sou a prova viva de que, mesmo quando tudo parece ruir, é possível recomeçar.
Deus sempre esteve ao meu lado,e colocou pessoas certas no meu caminho na hora certa.
Há 3 anos estou casada,com uma pessoa maravilhosa,que mais uma vez Deus preparou para mim.
Fiz todo tratamento pelo SUS e fui bem atendida,tudo preparado por Deus!!!
Já inscrevi minha arte na Biblioteca nacional,e pretendo levar essa história por todo o Brasil.
Fui convidada para participar de um programa na Band Mulher de Uberlândia,no quadro chamado mulheres incríveis.Ainda não pude aceitar,pela distância que nos separa.Mas logo terei recursos e essa história vai atravessar meu estado,e logo estará sendo contada em todo o país.
Inspirando mulheres e salvando vidas!
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