.: O Autor
Roberval Mendola nasceu em 1968 na cidade de Santo André/SP, na região conhecida como Grande ABC. Filho de um metalúrgico e de uma tecelã, cresceu cercado pelo trabalho árduo de seus pais e pelas histórias sobre seus avós e bisavós, imigrantes italianos e espanhóis que trabalharam incansavelmente nas fazendas cafeeiras do estado de São Paulo. Curioso por vocação e extremamente interessado por história e pelas culturas italiana e espanhola. Durante seus primeiros 15 anos, viveu em Santo André/SP, onde começou a moldar sua visão de mundo, desenvolver um profundo respeito pelo trabalho e iniciar uma jornada de resiliência e realização. Posteriormente, sua trajetória de vida o levou a residir nas cidades de Catanduva/SP, Indaiatuba/SP, Itupeva/SP e Jundiaí/SP, cada mudança contribuindo para sua formação pessoal e profissional.
Desde cedo, demonstrou uma forte disposição para o trabalho. Aos 10 anos, já vendia geladinho pelas ruas do Parque Erasmo Assunção, bairro onde nasceu e cresceu. Não parou por aí, sua determinação o levou a trabalhar na feira-livre e a atuar como office-boy em uma autoescola e em um escritório de contabilidade.
Sua sede de conhecimento e aprimoramento o conduziu ao SENAI, onde cursou diversos cursos de formação técnica, incluindo ajustagem mecânica, elétrica, hidráulica e pneumática. Formou-se como Técnico em Mecânica, complementando sua formação com um diploma em Engenharia de Controle e Automação (Mecatrônica) e um MBA em Gestão Empresarial pela FGV.
Apesar de formado na área de exatas, sempre teve facilidade com as palavras e com as histórias que elas formavam. Desde a adolescência, era inconformado com as respostas que recebia, todas as vezes em que perguntava aos seus pais sobre a origem de seus antepassados. As respostas eram sempre superficiais e imprecisas, deixando-o cada vez mais indignado com a ausência de informações. Não compreendia como algumas famílias...
Continuar leitura
.: O Autor
Roberval Mendola nasceu em 1968 na cidade de Santo André/SP, na região conhecida como Grande ABC. Filho de um metalúrgico e de uma tecelã, cresceu cercado pelo trabalho árduo de seus pais e pelas histórias sobre seus avós e bisavós, imigrantes italianos e espanhóis que trabalharam incansavelmente nas fazendas cafeeiras do estado de São Paulo. Curioso por vocação e extremamente interessado por história e pelas culturas italiana e espanhola. Durante seus primeiros 15 anos, viveu em Santo André/SP, onde começou a moldar sua visão de mundo, desenvolver um profundo respeito pelo trabalho e iniciar uma jornada de resiliência e realização. Posteriormente, sua trajetória de vida o levou a residir nas cidades de Catanduva/SP, Indaiatuba/SP, Itupeva/SP e Jundiaí/SP, cada mudança contribuindo para sua formação pessoal e profissional.
Desde cedo, demonstrou uma forte disposição para o trabalho. Aos 10 anos, já vendia geladinho pelas ruas do Parque Erasmo Assunção, bairro onde nasceu e cresceu. Não parou por aí, sua determinação o levou a trabalhar na feira-livre e a atuar como office-boy em uma autoescola e em um escritório de contabilidade.
Sua sede de conhecimento e aprimoramento o conduziu ao SENAI, onde cursou diversos cursos de formação técnica, incluindo ajustagem mecânica, elétrica, hidráulica e pneumática. Formou-se como Técnico em Mecânica, complementando sua formação com um diploma em Engenharia de Controle e Automação (Mecatrônica) e um MBA em Gestão Empresarial pela FGV.
Apesar de formado na área de exatas, sempre teve facilidade com as palavras e com as histórias que elas formavam. Desde a adolescência, era inconformado com as respostas que recebia, todas as vezes em que perguntava aos seus pais sobre a origem de seus antepassados. As respostas eram sempre superficiais e imprecisas, deixando-o cada vez mais indignado com a ausência de informações. Não compreendia como algumas famílias naquela época, não prezavam pela manutenção destas informações.
Como a convivência com seus avós foi extremamente curta (perdeu seu último avô aos 7 anos), não teve a oportunidade de conversar com os mesmos e ali sanar suas dúvidas. Em 1999 na cidade de Marília/SP, conheceu o irmão mais velho de seu avô materno, e ali em rápido bate-papo, conseguiu obter a informação preciosa referente a cidade natal de seu avô.
Não imaginava que dali surgiria a latente vontade de escrever sobre sua família. Dias depois, em meados de outubro/1999, iniciou seu projeto de reconstrução da história de sua família, que culminou na criação deste site e quiçá, um futuro livro, garantindo o acesso à informação para as novas gerações.
.: O Site
O site pode ser acessado no endereço www.familiamendola.net
Este site é dedicado aos nossos antepassados italianos pertencentes as famílias Arnosti, Bariani, Beozzo, Bertassello, Circo, Cremon, Degliuomini, Della Colletta, Gava, Mendola (La Mendola), Minatel e Ravagnani e aos nossos antepassados espanhóis pertencentes as famílias Fernandez, Gordillo, Palomo e Romero.
Nele, você encontrará descrições sobre a história e os integrantes das famílias de nossos pais, avós, bisavós e trisavós. Todas as informações aqui descritas foram pesquisadas e estão baseadas em documentos e entrevistas com familiares, representando a maior veracidade possível. Você também poderá encontrar informações como as datas de chegada de nossos antepassados ao Brasil, os nomes dos navios em que viajaram, a composição familiar e idades de nossos antepassados na ocasião do desembarque, bem como as cidades e locais em que residiram, faleceram e estão sepultados.
Este é um projeto pessoal, sem fins comerciais, com o objetivo de permitir às nossas famílias, conhecer um pouco mais sobre a origem e história de nossos antepassados, que com muita coragem, determinação e fé em sua força de trabalho, deixaram a Itália e a Espanha, cruzaram o Oceano Atlântico, imigrando para o Brasil no final do século XIX e início do século XX, em busca de uma condição de vida mais digna para suas famílias.
Todos os nossos antepassados imigrantes italianos e espanhóis eram agricultores e se estabeleceram inicialmente em cidades localizadas no estado de São Paulo. Para chegarem até as fazendas localizadas no interior paulista, tinham um roteiro em comum, ou seja, desembarcavam no porto de Santos/SP, embarcavam em trens da São Paulo Railway (SPR) para a travessia da Serra do Mar e desembarcavam na estação da Hospedaria de Imigrantes (hoje transformada no Museu da Imigração do Estado de São Paulo) localizada no bairro da Mooca, na cidade de São Paulo/SP. A Hospedaria de Imigrantes compreendia um conjunto de prédios instalados numa área de 30 mil metros quadrados que funcionava como albergue e centro de triagem, onde os imigrantes podiam permanecer por uma semana. Assim que refeitos das longas travessias marítimas e devidamente registrados no Brasil, os imigrantes eram encaminhados pela Agência Oficial de Colonização e Trabalho para as fazendas (na sua maioria dedicadas ao cultivo de café), através do embarque nos trens que atravessavam o interior paulista.
Pretendemos também com este trabalho, encontrar os descendentes de nossos antepassados, que com o passar dos anos, foram multiplicando-se e distanciando-se uns dos outros sem aos menos se conhecerem e resgatar a história destas famílias, permitindo que tais informações fiquem disponíveis para eventuais consultas, evitando-se que muitas delas percam-se com o passar do tempo, privando as novas gerações de conhecer suas origens.
Caso você pertença ao círculo familiar de alguma destas famílias, possua um dos sobrenomes mencionados, conheça alguém que os possui, conheça a história de alguma destas famílias, possua algum material histórico ou interessante (fotos antigas, documentos, etc) e esteja disposto a contribuir para o enriquecimento das informações deste site, por gentileza entre em contato conosco.
Quando você estiver navegando pelas páginas, observe que todas as palavras sublinhadas referem-se a links que acessarão itens interessantes como páginas, mapas, textos, fotos, etc. Não deixe também de passar o cursor do mouse sobre as figuras, pois algumas delas também possuem links.
Nossos sinceros agradecimentos e contamos com sua colaboração para mantermos nossa história sempre viva. Um povo sem memória, é um povo sem história, sem referências, sem identidade.
Recolher