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Por: Museu da Pessoa, 3 de agosto de 1995

As virtudes das relações no comércio

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As virtudes das relações no comércio
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Caixeiro-Viajante

Dados da imagem José Domingues Vinhal (1º à esq.) recebendo o prêmio Caixeiro-Viajante das mãos de Abram Szajman em cerimônia na Federação do Comércio do Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, por ser um destaque nos serviços prestados área comercial.

José Domingues Vinhal (1º à esq.) recebendo o prêmio Caixeiro-Viajante das mãos de Abram Szajman em cerimônia na Federação do Comércio do Estado de São Paulo, na Avenida Paulista, por ser um destaque nos serviços prestados área comercial.

Encontro em Santa Catarina

Dados da imagem José Domingues Vinhal (5º à esq., na 4ª fila) no VIII Encontro Nacional de Dirigentes Sindicais do Comércio Varejista, como representante da Federação de Comércio do Estado de São Paulo, que ocorreu nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 1992. Ainda na foto: Israel Ginzburg (3º à esq., na 3° fila - Conselheiro do SESC e Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté), Ubirajara Rocha (3º à esq., na 4º fila).

Período:
Ano 1992

Local:
Brasil / Santa Catarina / Florianópolis

Imagem de:
José Domingues Vinhal

História:
As virtudes das relações no comércio

Crédito:
Acervo Pessoal

Tipo:
Fotografia

Palavras-chave:
história em multimídia do senac-sp, florianópolis, varejo, comércio varejista, santa catarina, encontro

José Domingues Vinhal (5º à esq., na 4ª fila) no VIII Encontro Nacional de Dirigentes Sindicais do Comércio Varejista, como representante da Federação de Comércio do Estado de São Paulo, que ocorreu nos dias 13, 14 e 15 de Maio de 1992. Ainda na foto: Israel Ginzburg (3º à esq., na 3° fila - Conselheiro do SESC e Presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Taubaté), Ubirajara Rocha (3º à esq., na 4º fila).

Admirando os penteados

Dados da imagem José Domingues Vinhal (3º à esq) durante visita às instalações do SENAC Vila Prudente, por ocasião de sua inauguração. Na foto (da esq. p/ a dir.): Diretor Administrativo do Departamento Nacional do Senac, Luiz Francisco de Assis Salgado (Diretor Regional), José Domingues (Conselheiro) e Abram Szajman (Presidente do Conselho Regional).  Na imagem Abram (apontando) achava engraçado os cortes de cabelo e José explicava-lhe que era um

Local:
Brasil / São Paulo / São Paulo

Imagem de:
José Domingues Vinhal

História:
As virtudes das relações no comércio

Crédito:
Arquivo SENAC-SP

Tipo:
Fotografia

Palavras-chave:
história em multimídia do senac-sp, inauguração, vila prudente, black power, senac vila prudente, penteado

José Domingues Vinhal (3º à esq) durante visita às instalações do SENAC Vila Prudente, por ocasião de sua inauguração. Na foto (da esq. p/ a dir.): Diretor Administrativo do Departamento Nacional do Senac, Luiz Francisco de Assis Salgado (Diretor Regional), José Domingues (Conselheiro) e Abram Szajman (Presidente do Conselho Regional). Na imagem Abram (apontando) achava engraçado os cortes de cabelo e José explicava-lhe que era um "black power moderno"

Festa dos 30

Dados da imagem José Domingues na festa de comemoração dos 30 anos do SENAC realizada no restaurante do SENAC de Hotelaria

Período:
Ano 1976

Local:
Brasil / São Paulo / São Paulo

Imagem de:
José Domingues Vinhal

História:
As virtudes das relações no comércio

Crédito:
Arquivo SENAC-SP

Tipo:
Fotografia

Palavras-chave:
comemoração, festa, história em multimídia do senac-sp, avenida tiradentes, 30 anos, restaurante escola

José Domingues na festa de comemoração dos 30 anos do SENAC realizada no restaurante do SENAC de Hotelaria "Laura Cardoso de Almeida", na Avenida Tiradentes. Na foto (da esq. p/ a dir.): Coronel Alcides José de Oliveira, Ubirajara Rocha Moreira (Assessor de Assuntos Sindicais da FCESP), José Domingues (Conselheiro do Senac), Clarence Noble Capps (Membro do CCESP).

Barbeiros de São Paulo

Dados da imagem Reportagem sobre a vida de José Domingues Vinhal publicada na revista

Período:
Ano 1985

Local:
Brasil / São Paulo / São Paulo

Imagem de:
José Domingues Vinhal

História:
As virtudes das relações no comércio

Crédito:
Acervo Pessoal

Tipo:
Documento

Palavras-chave:
reportagem, barbeiro, história em multimídia do senac-sp, senac, matéria de jornal, fcesp (federação do comércio do estado de são paulo)

Reportagem sobre a vida de José Domingues Vinhal publicada na revista "Problemas Brasileiros", editada pela Federação do Comércio do Estado de São Paulo.

Dados de acervo

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50 Anos do SENAC de São Paulo

Entrevista de José Domingues Vinhal

Entrevistado por Cláudia Leonor Oliveira e Márcia Ruiz

No Estúdio Videosom, Rua Cândido Espinheira, 623

São Paulo, 03/08/1995.

Entrevista SENAC_HV020

Transcrito por Rosália Maria Nunes Henriques

Revisado por Gustavo Kazuo

P/1 - Bom. Eu queria começar com o senhor falando o nome completo do senhor, o local e a data de nascimento.

R - Meu nome é José Domingues Vinhal, eu nasci em São João Batista do Glória, é uma cidadezinha perto de Passos, cidade na qual eu fui registrado. E que mais você perguntou?

P/1 - Que dia o senhor nasceu?

R - 2 de fevereiro de 1926.

P/1 - E o nome e o local de nascimento dos pais do senhor?

R - São João Batista do Glória, meu pai e minha mãe. São João Batista do Glória.

P/1 - E como eles chamam?

R - O meu pai Sebastião Domingues Vinhal, a minha mãe Maria da Conceição Vinhal.

P/1 - Certo. E o que é que o pai do senhor fazia?

R - Papai era construtor de casas, né? Que lá chamamos de pedreiro, né? Em lugares mais adiantados chamavam de construtores, lá é pedreiro, né? Era a profissão do meu pai.

P/1 - E a mãe do senhor?

R - A mãe era prendas domésticas.

P/1 - Certo. E o senhor tinha irmãos, seu Vinhal?

R - Tenho. Tenho cinco irmãos vivos, né? Dois... são três homens e duas mulheres, sendo que das mulheres uma está já falecida.

P/1 - Certo. E o que é que o senhor lembra assim do dia-a-dia da sua casa em São João do Glória quando o senhor era criança?

R - A gente não parava muito em casa, né? Porque no dia a dia a gente aproveitava aquelas horas de folga e eu ia fazer algumas vendas, né? Já tinha alguma, na minha veia já corria a veia comercial naquela época, né? E a gente ia vender doce que a minha mãe fazia, vender pamonha, vender às vezes aquilo que se plantava no nosso quintal: alface, almeirão, todas essas coisas assim, gente vendia cada coisa na sua hora, né? E depois de cumprido esse serviço a...

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