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Personagem: Carloto Marquez
Por: Museu da Pessoa, 20 de abril de 2001

As entranhas da CTBC

Esta história contém:

As entranhas da CTBC
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Posando com o bebê

Dados da imagem A cunhada Dona Nêga segurando Sérgio, filho caçula de Carloto.

Período:
Ano 1983

Imagem de:
Carloto Marquez

História:
As entranhas da CTBC

Crédito:
Acervo Pessoal

Tipo:
Fotografia

Palavras-chave:
criança, portão, bebê, cunhada, filho

A cunhada Dona Nêga segurando Sérgio, filho caçula de Carloto.

Funcionário da CTBC

Dados da imagem Cartão de identificação de funcionário da Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC), onde Carloto exerceu o cargo de Serviços Gerais.

Período:
Ano 1972

Local:
Brasil / Minas Gerais / Uberlândia

Imagem de:
Carloto Marquez

História:
As entranhas da CTBC

Crédito:
Acervo Pessoal

Tipo:
Documento

Palavras-chave:
identificação, funcionário, assinatura, carteirinha, trabalho, fotografia 3x4, carimbó, companhia de telecomunicações do brasil central (ctbc)

Cartão de identificação de funcionário da Companhia de Telecomunicações do Brasil Central (CTBC), onde Carloto exerceu o cargo de Serviços Gerais.

Dados de acervo

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Projeto CTBC-Telecom

Depoimento de Carloto Marquez

Entrevistado por Luiz Egypto

Uberlândia, 20/04/2001

Realização Museu da Pessoa

Entrevista CTBC_HV054

Transcrito por Marcília Ursini

Revisado por Ana Calderaro

P/1 - Luiz Egypto

R - Carloto Marquez

P/1 - Bom dia, Seu Carloto. Eu queria, para começar, que o senhor, por favor, nos dissesse o seu nome completo, o local e a data do seu nascimento.

R - Eu me chamo Carloto Marquez, nasci na cidade de Veríssimo, Minas Gerais, no dia 22 de abril de 1920.

P/1 - Veríssimo é o nome da cidade?

R - Veríssimo.

P/1 - O nome do seu pai e da sua mãe, por favor.

R - Meu pai se chamava Carloto Marquez de Araújo e minha mãe, Olentina Coelho Marquez.

P/1 - O senhor conheceu seus avós?

R - Os meus avós eu não conheci. Os meus avós eram de Delfinópolis, Minas Gerais. Eles morreram no, no... Eles fabricavam foguetes para festa. Então, em uma festa de São Miguel, explodiu, não sobrou ninguém. Sobrou meu pai, o único que sobrou da família porque estava buscando rabo de foguete. Então, foi o que escapou, o resto... Nem documento ficou. Ixi! É lamentável, mas eu tenho que dizer.

P/1 - O que o seu pai contava sobre esse episódio para o senhor?

R - Meu pai contava o seguinte: que ele acha que o acidente foi segundo a pólvora piquete, que ela é muito explosiva. Eles acham que deve ter tido algum contato lá forte, assim, e explodiu. Ele não sabe contar porque ele foi o único que escapou. Ele escapou porque estava buscando rabo de foguete na fazenda, na parte.

P/1 - Ele tinha que idade, o seu pai, nessa época?

R - Meu pai tinha, mais ou menos, uns doze anos. E, dessa data para cá, ele desgostou de lá e veio embora para Uberaba. Lá, ele se casou com uma viúva, adquiriu um filho e depois é que ele casou com a minha mãe.

P/1 - Ah, certo. O senhor se lembra do nome dessa viúva com a qual ele casou?

R - Lembro. Chamava Queda Furtado.

P/1 - Certo. Ele contava que tinha ido para Uberaba para ficar...

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