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Por: João Vitor Santos Ferreira, 19 de setembro de 2019

Anti-classificação

Esta história contém:

Me chamo João Vitor, sou um entre milhares de jovens que estão a mergulhar cada vez mais profundo no ensino e nas experiências que este vasto mundo tem a nos oferecer... Tudo começou quando aquela luz violentamente ofuscava minha visão, violentamente ele me puxava do meu conforto macio e seguro. Minha vida iniciou, milhões de códigos viajavam em meus neurônios, em frações de segundos, com intuito de repassar uma mensagem. Temos que sair de nossa zona de conforto para aprender cada vez mais.

Nasci em São Paulo, Zona Leste, como dizem por aqui Zl, cidade movimentada, rica em cultura, coberta pelos gritos de paixão ao delírio de uma cidade que nunca dorme, mais uma mente com medo da profundidade, trêmula por estar entrando em águas turvas. Sob meus pés o peso do meu corpo e sobre minha mente o peso de entrar em uma faculdade, com o desejo voraz de nadar junto ao cardume e se destacar como um predador com sede de conhecimento e investimento.

Durante um ano entre quatro paredes, corredores estreitos, regras de submissão, cadeados, portões e grades para todos os lados, sentado em minha cadeira dura de madeira e o ar cheio de pó de giz, sonhava em um dia investir em uma carreira financeira, mas eu amava aviões, e por que não piloto? Ao mesmo tempo que viajava entre desejos, vivenciava uma das minhas maiores paixões, a função de aprender e ensinar, fascinado pela área de exatas, questionador dos motivos do que é real e o que é imposto, crente no “surreal” e na inovação. Em 2016 recebi uma carta que mudará minha vida, uma linda proposta e projeto a renovar a educação. Provas, teste, cursinho, provões, o delírio me abraçava cada vez mais forte! AAAAAAAAAAAAAH… por um alívio, minha nota saiu, ENTÃO É ISSO QUE IRÁ DEFINIR TODOS ESSES LONGOS ANOS?! Entrei em uma faculdade, revoltado por ser classificado, aliviado por neste momento tirar os pés do chão e...

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