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A Chácara do Santo Antonio, o Santo Antonio da Chácara. A Parada Floriano, o Alto da Boa Vista, estas eram as estações dos bondes que davam e deram nomes aos bairros próximos à Rua São Francisco e à Rua Bela Vista. Quem chegou primeiro? Os portugueses? Os alemães? Os italianos? Os padres? Ou aqueles que pretendiam ser? Até agora estamos procurando as respostas; se souberes, que nos diga.

Sabemos de antes dos anos 30, época em que construíam o Colégio do Padres, onde está hoje instalada a Escola Pueri Domus, na Rua Verbo Divino; sabemos que a garotada dos anos 40 brincava, jogava bola, nadava nas lagoas perigosas existentes por ali, onde até muitos perderam a vida. Por lá decidiam-se campeonatos espetaculares visando à bola como entretenimento principal. O que tinha de mais eram os bailes na casa de um, de outro, nos casamentos, nos aniversários, nada além disso – ou até, futuramente, na sede do Floriano, o glorioso time do Floriano, que é nosso marco na Rua Cancioneiro Popular, como diziam os tablóides da época. O “Clube Atlético Floriano”, como relatam os que ficaram hoje para contar história pelo povo, pelo vizinho, pelo morador – um deles, o Sr. Adriano.

Para eles parece que foi ontem; para nós, que chegamos depois, parece que já estava tudo pronto. Nem ao menos fazemos idéia de que, onde está o Banco Sudameris hoje, havia um campo de futebol de acirradas disputas. Com grandes nomes revelados, com grandes empresários hoje no mercado, como o Sr. José Camille – cuja esposa, irmã do Sr. José Monteiro, nasceu por aqui em 1928 –, o Sr. Zózimo, o Sr. Alcides, o Sr. Napoleão, e muitos outros.

Aliás, falando em “mercado”, e o Empório Floriano? Quem morou desde estes tempos por aqui não se lembra? Quem não foi literalmente “freguês de carteirinha” – soube de várias pessoas, mas é claro que não irei revelar, faz parte de minha profissão. Hoje está por lá o Estacionamento do Piriquito – que garoto...

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