Facebook Informações Ir direto ao conteúdo
Personagem: Eclair Congilio
Por: Museu da Pessoa, 5 de agosto de 2009

"A gente já desfrutava daqui da avenida"

Esta história contém:

"A gente já desfrutava daqui da avenida"

Vídeo

P – Bom dia.

R – Bom dia.

P – Eu gostaria que o senhor dissesse seu nome, local e data de nascimento.

R – Meu nome é Eclair Congilio, sou nascido em São Paulo, no dia 4 de junho de 1931.

P – Seu Congiglio, o senhor passa sempre aqui pela Paulista? Como é que é a sua relação com a Paulista?

R – Eu já fui mais freqüentador daqui quando eu tinha a minha esposa que ainda estava com saúde. Porque hoje ela já está internada há dois anos e dez meses. E eu então, praticamente, em virtude da enfermidade dela eu estou afastado, embora a visite diariamente. Mas nós freqüentamos muito, era nosso, a nossa área de lazer, de prazer. De vir desfrutar, inclusive, aqui a Casa das Rosas. É um lugar muito prazeroso. E nós tomávamos a liberdade de desfrutar desse prazer.

P – E, me fala uma coisa, seu Eclair, como é que, o senhor falou que o senhor usava muito a Avenida Paulista. O senhor tem, que tipo de história o senhor pode contar para a gente desses passeios que o senhor fazia para a Paulista? De um passeio que marcou muito o senhor e a sua esposa?

R – O que é que eu posso contar aqui? Nós desfrutávamos porque era uma forma de a gente ver gente, ter o contato com a natureza e vendo o desenvolvimento que essa avenida foi se transformando. Que hoje parece que é um cartão de visita de São Paulo.

P – E o senhor lembra a primeira vez que o senhor a conheceu, quando foi? Como é que foi a sua impressão que o senhor teve com a avenida?

R – Ah, isso já faz, isso mais de 50 anos já. Porque mesmo antes de casar, embora já casado há 46 anos, são 50 anos atrás. A gente já desfrutava daqui da avenida. Porque a Avenida Paulista foi sempre uma área de prazer, né?

P – E dessa época o que é que o senhor lembra da Paulista? O que é que era marcante nessa época, há 50 anos atrás?

R – Não sei o que registrar para a senhora, o que me marcou mais nessa...

Continuar leitura

Dados de acervo

Baixar texto na íntegra em PDF

Projeto Opera Urbana

Entrevistado por Márcia Ruiz

Depoimento Eclair Congilio

Local São Paulo, 05/08/2009

Realização Museu da Pessoa

Depoimento OPSESCSP_CB004

Transcrito por Maria da Conceição Amaral da Silva

P – Bom dia.

R – Bom dia.

P – Eu gostaria que o senhor dissesse seu nome, local e data de nascimento.

R – Meu nome é Eclair Congilio, sou nascido em São Paulo, no dia 4 de junho de 1931.

P – Seu Congiglio, o senhor passa sempre aqui pela Paulista? Como é que é a sua relação com a Paulista?

R – Eu já fui mais freqüentador daqui quando eu tinha a minha esposa que ainda estava com saúde. Porque hoje ela já está internada há dois anos e dez meses. E eu então, praticamente, em virtude da enfermidade dela eu estou afastado, embora a visite diariamente. Mas nós freqüentamos muito, era nosso, a nossa área de lazer, de prazer. De vir desfrutar, inclusive, aqui a Casa das Rosas. É um lugar muito prazeroso. E nós tomávamos a liberdade de desfrutar desse prazer.

P – E, me fala uma coisa, seu Eclair, como é que, o senhor falou que o senhor usava muito a Avenida Paulista. O senhor tem, que tipo de história o senhor pode contar para a gente desses passeios que o senhor fazia para a Paulista? De um passeio que marcou muito o senhor e a sua esposa?

R – O que é que eu posso contar aqui? Nós desfrutávamos porque era uma forma de a gente ver gente, ter o contato com a natureza e vendo o desenvolvimento que essa avenida foi se transformando. Que hoje parece que é um cartão de visita de São Paulo.

P – E o senhor lembra a primeira vez que o senhor a conheceu, quando foi? Como é que foi a sua impressão que o senhor teve com a avenida?

R – Ah, isso já faz, isso mais de 50 anos já. Porque mesmo antes de casar, embora já casado há 46 anos, são 50 anos atrás. A gente já desfrutava daqui da avenida. Porque a Avenida Paulista foi sempre uma área de prazer, né?

P – E dessa época o que é que o senhor lembra da...

Continuar leitura

O Museu da Pessoa está em constante melhoria de sua plataforma. Caso perceba algum erro nesta página, ou caso sinta falta de alguma informação nesta história, entre em contato conosco através do email atendimento@museudapessoa.org.

Histórias que você pode gostar

Vídeo Texto
De jornalismo cego não tem nada
Texto

José de Castro Silveira

De jornalismo cego não tem nada
As Vilas de Minha Vila Isabel
Texto

Antonio Ranauro Soares

As Vilas de Minha Vila Isabel
Estratégias para o futuro
Vídeo Texto

Rodrigo Gonçalves Alvarez

Estratégias para o futuro
fechar

Denunciar história de vida

Para a manutenção de um ambiente saudável e de respeito a todos os que usam a plataforma do Museu da Pessoa, contamos com sua ajuda para evitar violações a nossa política de acesso e uso.

Caso tenha notado nesta história conteúdos que incitem a prática de crimes, violência, racismo, xenofobia, homofobia ou preconceito de qualquer tipo, calúnias, injúrias, difamação ou caso tenha se sentido pessoalmente ofendido por algo presente na história, utilize o campo abaixo para fazer sua denúncia.

O conteúdo não é removido automaticamente após a denúncia. Ele será analisado pela equipe do Museu da Pessoa e, caso seja comprovada a acusação, a história será retirada do ar.

Informações

    fechar

    Sugerir edição em conteúdo de história de vida

    Caso você tenha notado erros no preenchimento de dados, escreva abaixo qual informação está errada e a correção necessária.

    Analisaremos o seu pedido e, caso seja confirmado o erro, avançaremos com a edição.

    Informações

      fechar

      Licenciamento

      Os conteúdos presentes no acervo do Museu da Pessoa podem ser utilizados exclusivamente para fins culturais e acadêmicos, mediante o cumprimento das normas presentes em nossa política de acesso e uso.

      Caso tenha interesse em licenciar algum conteúdo, entre em contato com atendimento@museudapessoa.org.

      fechar

      Reivindicar titularidade

      Caso deseje reivindicar a titularidade deste personagem (“esse sou eu!”),  nos envie uma justificativa para o email atendimento@museudapessoa.org explicando o porque da sua solicitação. A partir do seu contato, a área de Museologia do Museu da Pessoa te retornará e avançará com o atendimento.