Projeto Opera Urbana
Entrevistado por Márcia Ruiz
Depoimento Eclair Congilio
Local São Paulo, 05/08/2009
Realização Museu da Pessoa
Depoimento OPSESCSP_CB004
Transcrito por Maria da Conceição Amaral da Silva
P – Bom dia.
R – Bom dia.
P – Eu gostaria que o senhor dissesse seu nome, local e data de nascimento.
R – Meu nome é Eclair Congilio, sou nascido em São Paulo, no dia 4 de junho de 1931.
P – Seu Congiglio, o senhor passa sempre aqui pela Paulista? Como é que é a sua relação com a Paulista?
R – Eu já fui mais freqüentador daqui quando eu tinha a minha esposa que ainda estava com saúde. Porque hoje ela já está internada há dois anos e dez meses. E eu então, praticamente, em virtude da enfermidade dela eu estou afastado, embora a visite diariamente. Mas nós freqüentamos muito, era nosso, a nossa área de lazer, de prazer. De vir desfrutar, inclusive, aqui a Casa das Rosas. É um lugar muito prazeroso. E nós tomávamos a liberdade de desfrutar desse prazer.
P – E, me fala uma coisa, seu Eclair, como é que, o senhor falou que o senhor usava muito a Avenida Paulista. O senhor tem, que tipo de história o senhor pode contar para a gente desses passeios que o senhor fazia para a Paulista? De um passeio que marcou muito o senhor e a sua esposa?
R – O que é que eu posso contar aqui? Nós desfrutávamos porque era uma forma de a gente ver gente, ter o contato com a natureza e vendo o desenvolvimento que essa avenida foi se transformando. Que hoje parece que é um cartão de visita de São Paulo.
P – E o senhor lembra a primeira vez que o senhor a conheceu, quando foi? Como é que foi a sua impressão que o senhor teve com a avenida?
R – Ah, isso já faz, isso mais de 50 anos já. Porque mesmo antes de casar, embora já casado há 46 anos, são 50 anos atrás. A gente já desfrutava daqui da avenida. Porque a Avenida Paulista foi sempre uma área de prazer, né?
P – E dessa época o que é que o senhor lembra da...
Continuar leitura
Projeto Opera Urbana
Entrevistado por Márcia Ruiz
Depoimento Eclair Congilio
Local São Paulo, 05/08/2009
Realização Museu da Pessoa
Depoimento OPSESCSP_CB004
Transcrito por Maria da Conceição Amaral da Silva
P – Bom dia.
R – Bom dia.
P – Eu gostaria que o senhor dissesse seu nome, local e data de nascimento.
R – Meu nome é Eclair Congilio, sou nascido em São Paulo, no dia 4 de junho de 1931.
P – Seu Congiglio, o senhor passa sempre aqui pela Paulista? Como é que é a sua relação com a Paulista?
R – Eu já fui mais freqüentador daqui quando eu tinha a minha esposa que ainda estava com saúde. Porque hoje ela já está internada há dois anos e dez meses. E eu então, praticamente, em virtude da enfermidade dela eu estou afastado, embora a visite diariamente. Mas nós freqüentamos muito, era nosso, a nossa área de lazer, de prazer. De vir desfrutar, inclusive, aqui a Casa das Rosas. É um lugar muito prazeroso. E nós tomávamos a liberdade de desfrutar desse prazer.
P – E, me fala uma coisa, seu Eclair, como é que, o senhor falou que o senhor usava muito a Avenida Paulista. O senhor tem, que tipo de história o senhor pode contar para a gente desses passeios que o senhor fazia para a Paulista? De um passeio que marcou muito o senhor e a sua esposa?
R – O que é que eu posso contar aqui? Nós desfrutávamos porque era uma forma de a gente ver gente, ter o contato com a natureza e vendo o desenvolvimento que essa avenida foi se transformando. Que hoje parece que é um cartão de visita de São Paulo.
P – E o senhor lembra a primeira vez que o senhor a conheceu, quando foi? Como é que foi a sua impressão que o senhor teve com a avenida?
R – Ah, isso já faz, isso mais de 50 anos já. Porque mesmo antes de casar, embora já casado há 46 anos, são 50 anos atrás. A gente já desfrutava daqui da avenida. Porque a Avenida Paulista foi sempre uma área de prazer, né?
P – E dessa época o que é que o senhor lembra da Paulista? O que é que era marcante nessa época, há 50 anos atrás?
R – Não sei o que registrar para a senhora, o que me marcou mais nessa época. Porque o desenvolvimento foi o progresso, a movimentação de pessoas e desenvolvimento. Esses prédios maravilhosos que construíram e embelezou mais essa cidade.
P – E, me fala uma coisa, seu Congilio. O senhor falou que já freqüentava muito a Casa das Rosas? O que é que o senhor fazia na Casa das Rosas? O que é que o senhor visitava?
R – Quando tinha exposição visitava essa exposição. Quando não vinha desfrutar esse jardim que era uma maravilha, principalmente na época da primavera, né? Que essas rosas se desabrocham e deixam o recanto muito bonito.
P – E, uma coisa, seu Eclair, o senhor freqüenta só, um dos prédios é mais a Casa das Rosas? O senhor ia, vai a outros prédios? O senhor freqüenta o Sesc, o Masp?
R – O Sesc eu frequentei, inclusive, e desfrutei dele quando ele estava instalado lá na Rua Abílio Soares. Aqui nesta área eu não, conheci só aqui as exposições, quando dão a liberdade da gente ter essa oportunidade.
P – E dessas exposições que o senhor visitou teve alguma que mais, que te chamou atenção, o senhor lembra? Ou na Casa das Rosas ou no Sesc?
R – Olha, eu não tenho lembrança do registro dessas passagens, mas para mim todas elas foram interessantes.
P – Tá certo então. Eu queria agradecer seu Eclair pela sua participação. Muito obrigada.
R – Obrigado estou eu e faço votos que tenha sido uma entrevista modesta.
P – Não, foi ótima. Obrigada.
P – Obrigado à senhora.
FIM DA ENTREVISTA
Recolher