Temática PET
Vi no Facebook uma campanha com a Temática PET, mas decidi escrever aqui no site.
Em 2018 começou a minha luta contra da Depressão e o TAG (transtorno de ansiedade generalizada). Minha família foi morar no Tocantins e eu me vi sozinha. Uma amiga sugeriu a adoção de um pet. Em julho de 2018, uma outra amiga postou que uma conhecida teria que doar urgentemente filhotes. Primeiro eu escolhi um macho, mas me recomendaram uma fêmea. Eu escolhi, por foto, uma filhote preta (era o meu sonho ter um cachorro preto) e quando chegaram em casa para a entrega chegaram com uma filhotinha diferente da foto.
Foi amor a primeira vista! O nome era para ser Deodora, mas ela era pretinha, com corpinho salsinha, uma barriguinha cheia de vermes. Eu olhava e parecia um broto de feijão preto e no dia o meu almoço era Feijoada. Na hora mudei o nome: Feijoadinha.
A Feijoadinha desde os 45 dias de vida foi o que me mantém em pé.
Em meio a crises de ansiedade ou depressão, o que me fez buscar tratamento foi ela.
Lembro de falar com lágrimas jorrando a uma psiquiatra que eu estava lá por causa da minha cachorra.
Com ela fui tratando, criando rotinas e voltando a sorrir.
Em 2019 descobri por ela que estava grávida. Como? Ela deitava na minha barriga (a única foto que eu tenho grávida e com a Feijoadinha). Naquela época vivia um relacionamento extremamente abusivo. A Feijoadinha não deixava o meu agressor deitar na cama para me proteger (lembrando que é uma cachorra de médio porte) . Em meio a esse cenário, no início de 2020, ela começou a deitar afastada da minha barriga, dias depois descobri a perda gestacional. Nesse momento de luto, ela ficou do meu lado fielmente e me deu forças para romper esse relacionamento e seguir.
Em 2021, nos mudamos para o Tocantins em uma viagem de carro de mais de 2.000 km, ela aprendeu a nadar e a socializar com outros cachorros. Infelizmente, em novembro daquele ano se envolveu em uma briga com uma filhote...
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Temática PET
Vi no Facebook uma campanha com a Temática PET, mas decidi escrever aqui no site.
Em 2018 começou a minha luta contra da Depressão e o TAG (transtorno de ansiedade generalizada). Minha família foi morar no Tocantins e eu me vi sozinha. Uma amiga sugeriu a adoção de um pet. Em julho de 2018, uma outra amiga postou que uma conhecida teria que doar urgentemente filhotes. Primeiro eu escolhi um macho, mas me recomendaram uma fêmea. Eu escolhi, por foto, uma filhote preta (era o meu sonho ter um cachorro preto) e quando chegaram em casa para a entrega chegaram com uma filhotinha diferente da foto.
Foi amor a primeira vista! O nome era para ser Deodora, mas ela era pretinha, com corpinho salsinha, uma barriguinha cheia de vermes. Eu olhava e parecia um broto de feijão preto e no dia o meu almoço era Feijoada. Na hora mudei o nome: Feijoadinha.
A Feijoadinha desde os 45 dias de vida foi o que me mantém em pé.
Em meio a crises de ansiedade ou depressão, o que me fez buscar tratamento foi ela.
Lembro de falar com lágrimas jorrando a uma psiquiatra que eu estava lá por causa da minha cachorra.
Com ela fui tratando, criando rotinas e voltando a sorrir.
Em 2019 descobri por ela que estava grávida. Como? Ela deitava na minha barriga (a única foto que eu tenho grávida e com a Feijoadinha). Naquela época vivia um relacionamento extremamente abusivo. A Feijoadinha não deixava o meu agressor deitar na cama para me proteger (lembrando que é uma cachorra de médio porte) . Em meio a esse cenário, no início de 2020, ela começou a deitar afastada da minha barriga, dias depois descobri a perda gestacional. Nesse momento de luto, ela ficou do meu lado fielmente e me deu forças para romper esse relacionamento e seguir.
Em 2021, nos mudamos para o Tocantins em uma viagem de carro de mais de 2.000 km, ela aprendeu a nadar e a socializar com outros cachorros. Infelizmente, em novembro daquele ano se envolveu em uma briga com uma filhote de Pitbull, o meu mundo quase acabou! Foram 12 dias de internação, ela foi extremamente forte e eu precisei ser forte também. Eu pensava que a vida não faria sentido sem a Feijoadinha .
Logo ela teve alta e voltamos para São Paulo (+2.000 km) e sempre muito parceiras, busca do o melhor uma para a outra.
Em 2023 tive uma crise grande de ansiedade e por esse motivo fui morar com meus país no interior de São Paulo. Obviamente, levei a minha parceirinha e a levarei aonde for.
Meu objetivo contando essa história e demonstrar como o amor pelos animais no transforma e nos faz fortes todos os dias.
Toda vez que me sinto triste, olho para a Feijoadinha e digo a ela: estou fazendo tudo por você e defendendo a sua ração.
Ela me faz uma pessoa melhor todos os dias e disposta sempre a tentar quantas vezes for necessário.
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