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Zeferino dos Santos | Deslocações – Lugar, Memória e Identidade Social na Cidade do Porto

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Zeferino dos Santos | Deslocações – Lugar, Memória e Identidade Social na Cidade do Porto

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Deslocações – Lugar, Memória e Identidade Social na Cidade do Porto

Entrevista 1, 23 de janeiro de 2025

Zeferino dos Santos

E - O Sr. Zeferino está com que idade?

e - Vou fazer 70 este ano.

E - Vai fazer 70.

e - Portanto, não quero dizer 69.

E - Vai fazer 70. O Sr. Zeferino nasceu aqui no Porto?

e - Sim, sou natural de Cedofeita, é a minha freguesia.

E - E viveu lá em Cedofeita na sua infância?

e - Não, não vivi lá. Eu fui morar para o a Rua São João Novo. Depois fui viver com a minha mãe... ela comprou uma casa em Vila Nova de Gaia, em Santa Marinha. Estivemos lá pouco tempo... como a minha mãe tinha um negócio de venda de roupa, viemos, arranjámos uma casa alugada no Barredo. Travessa do Barredo, número 1.

E - Quando veio para o Barredo tinha que idade?

e – Devia ter uns oito anos, nove anos... Depois lá, ainda estive cinco ou seis anos e só depois é que regressei para o bairro do Aleixo.

E – Vamos, ainda antes... Tem alguma memória da Ribeira Barredo nessa altura, quando era criança, quando viveu lá?

e - Tenho muitas memórias.

E - Fale-nos um pouco sobre essas memórias.

e - A situação, quando vivi na Ribeira...

E - Vivia com a sua mãe?

e - Vivia com a minha mãe, vivia com uma irmã minha, também, que ainda hoje vive lá à minha beira, atualmente. E vivia também com um irmão, que já faleceu, chamava-se Vítor. E depois a situação que se passou...

E - Vieram de Gaia para a Travessa do Barredo.

e - Exatamente.

E – E esteve lá, disse-me, quantos anos mais ou menos?

e - Não, não, não, pare aí. Eu não vim de Gaia logo. Eu primeiro estive na Rua de São João Novo. Primeiro na Rua de São João Novo, depois passei para lá, para Gaia, onde a minha mãe comprou tipo uma casa térrea, que era para a gente cultivar qualquer coisa lá. Era uma casa muito boa, foi lamentável... foi, prontos. Eu era novo, também não tinha decisão, era a minha mãe que mandava e a minha mãe optou: "Ó filho, eu tenho a minha vida no...

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