Na minha infância estudei em escola pública e já tive amigos de diversas origens e de diferentes lugares do Brasil e até de fora do país. Um dos meus melhores amigos na escola era descendente de Japoneses, então percebi desde pequeno que ele tinha costumes diferentes dos meus. Também em todos os anos que estive nas escolas públicas, já convivi com colegas Indígenas, negros e pessoas vindas de outro estado, principalmente do Nordeste.
Quando comecei a trabalhar na fase adulta participei de equipes bastante diversas, tanto com pessoas mais velhas, pessoas LGBT+ e pessoas com religiões diferentes das minhas. Percebi que às vezes a realidade de outra pessoa pode ser diferente da minha, e que é válido ouvir as experiências de outras pessoas e que podemos entender o mundo de uma forma diferente.
Ja tive colega próximo que é Homossexual e percebi que no ambiente de trabalho todos o tratavam com respeito, e quando tinha alguma piada que não era conveniente algumas pessoas até chamavam a atenção. Foi aí que percebi como deve ser um ambiente que respeita a diferença do próximo independente da sua escolha sexual ou até religiosa.
Morar em Curitiba também me faz refletir sobre as diferenças entre os bairros e como as pessoas são tratadas em bairros que não são bem vistos pelos outros, tanto em questões de oportunidades, preconceito e acesso à educação. Essas vivências devem nos fazer avaliar melhor as coisas e nos fazer enxergar o mundo com um coração mais aberto e com menos preconceito.



