Doenças cardiovasculares seguem entre as principais causas de morte no Brasil, muitas vezes evoluindo de forma silenciosa. A boa notícia é que avanços nos exames diagnósticos permitem identificar riscos cardíacos antes mesmo do aparecimento de sintomas clássicos, como dor no peito, falta de ar ou fadiga. A avaliação precoce amplia as chances de prevenção e reduz a ocorrência de eventos graves, como infarto e AVC.
De acordo com o cardiologista Dr. Victor Duque Estrada Zeitune, exames laboratoriais e de imagem têm papel central na identificação antecipada desses riscos. Marcadores sanguíneos, como a proteína C-reativa ultrassensível, ajudam a detectar processos inflamatórios associados à formação de placas de gordura nas artérias. Já a troponina de alta sensibilidade pode indicar microlesões no músculo cardíaco antes que o paciente apresente qualquer sinal clínico.
Exames de imagem revelam alterações silenciosas
Entre os exames de imagem, a angiotomografia das coronárias e o escore de cálcio coronariano permitem avaliar a presença e a extensão de placas ateroscleróticas, mesmo em pessoas assintomáticas. Segundo Victor Zeitune, esses métodos são especialmente úteis para pacientes com fatores de risco como histórico familiar, hipertensão, diabetes ou colesterol elevado.
Testes funcionais, como o ecocardiograma e o teste ergométrico, também contribuem para a avaliação do desempenho do coração em repouso e durante o esforço, ajudando a identificar alterações estruturais ou funcionais que ainda não causam sintomas perceptíveis.
Genética e prevenção personalizada
Outro avanço citado pelo cardiologista é o uso de exames genéticos na estratificação de risco cardiovascular. Esses testes auxiliam na identificação de predisposição hereditária a doenças cardíacas e permitem estratégias preventivas mais individualizadas, sobretudo em pacientes jovens ou com forte histórico familiar.
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Doenças cardiovasculares seguem entre as principais causas de morte no Brasil, muitas vezes evoluindo de forma silenciosa. A boa notícia é que avanços nos exames diagnósticos permitem identificar riscos cardíacos antes mesmo do aparecimento de sintomas clássicos, como dor no peito, falta de ar ou fadiga. A avaliação precoce amplia as chances de prevenção e reduz a ocorrência de eventos graves, como infarto e AVC.
De acordo com o cardiologista Dr. Victor Duque Estrada Zeitune, exames laboratoriais e de imagem têm papel central na identificação antecipada desses riscos. Marcadores sanguíneos, como a proteína C-reativa ultrassensível, ajudam a detectar processos inflamatórios associados à formação de placas de gordura nas artérias. Já a troponina de alta sensibilidade pode indicar microlesões no músculo cardíaco antes que o paciente apresente qualquer sinal clínico.
Exames de imagem revelam alterações silenciosas
Entre os exames de imagem, a angiotomografia das coronárias e o escore de cálcio coronariano permitem avaliar a presença e a extensão de placas ateroscleróticas, mesmo em pessoas assintomáticas. Segundo Victor Zeitune, esses métodos são especialmente úteis para pacientes com fatores de risco como histórico familiar, hipertensão, diabetes ou colesterol elevado.
Testes funcionais, como o ecocardiograma e o teste ergométrico, também contribuem para a avaliação do desempenho do coração em repouso e durante o esforço, ajudando a identificar alterações estruturais ou funcionais que ainda não causam sintomas perceptíveis.
Genética e prevenção personalizada
Outro avanço citado pelo cardiologista é o uso de exames genéticos na estratificação de risco cardiovascular. Esses testes auxiliam na identificação de predisposição hereditária a doenças cardíacas e permitem estratégias preventivas mais individualizadas, sobretudo em pacientes jovens ou com forte histórico familiar.
A combinação de exames laboratoriais, de imagem e genéticos amplia a capacidade de diagnóstico precoce e reforça o papel da prevenção como principal estratégia para reduzir a mortalidade por doenças cardiovasculares.
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