UMA SAGA DE AMOR E FÚRIA
Introdução:
.Não há título melhor para minha história de vida. Ela sempre foi composta de amor e fúria e tudo o que há entre ambos: desejo e desespero, triunfo e tormento, extase e agonia, delírio e deleite em uma estrada gerida pelas entidades perpétuas de Destino, Desejo e Sonho.
.Mas sigo a filosofia de Belchior, o bardo dos anos 1970, e sempre desejei a glória nunca a fama. Permaneci pequeno e anónimo.
.E agora chegou o momento de minha história.
Parte 1: O começo.
.Minha história começa muito, muito antes pois devemos ser fiéis às nossas raízes e essa história começa na Europa medieval com Don Afonso de Albuquerque, filho bastardo de D. João Afonso que viu seu nome desprovido da nobreza de sangue ser incorporado pela linhagem feminina de sua neta D. Isabel da Cunha filha de D. Tereza de Albuquerque com Vasco Martins da Cunha que ao casar-se Gonçalo Vaz de Melo incorporou-se à senhoria dos Melos e entre outros filhos gerou Leonor Albuquerque Cunha de Melo que viria a se casar com João Gonçalo Gomide.
.O conceito do "sangue burguês" entra para os clãs dos Albuquerques quando João Gonçalo assassina Leonor de Albuquerque e pelo crime recebe além da sentença de morte por decapitação a pena de extinção de sua linhagem transferindo a nobreza do sangue para os Albuquerque.
.O primeiro dessa linhagem é D. José de Albuquerque chamado "O Azeite" que ao desposar e ter filhos com D. Leonor Lopes interliga por laços de matrimônio e depois por sangue e parentesco as casas dos Lopes, dos Melo e dos Albuquerques.
.Um dos filhos desta união foi Lopo de Albuquerque chamado "O bode" que viria a ser pai de Jerônimo de Albuquerque chamado "O torto" que anos mais tarde seria conhecido no Brasil como "O Adão Pernambucano" graças aos inúmeros filhos que gerou com muitas mulheres das tres etnias: a europeia galego-portuguesa, a...
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UMA SAGA DE AMOR E FÚRIA
Introdução:
.Não há título melhor para minha história de vida. Ela sempre foi composta de amor e fúria e tudo o que há entre ambos: desejo e desespero, triunfo e tormento, extase e agonia, delírio e deleite em uma estrada gerida pelas entidades perpétuas de Destino, Desejo e Sonho.
.Mas sigo a filosofia de Belchior, o bardo dos anos 1970, e sempre desejei a glória nunca a fama. Permaneci pequeno e anónimo.
.E agora chegou o momento de minha história.
Parte 1: O começo.
.Minha história começa muito, muito antes pois devemos ser fiéis às nossas raízes e essa história começa na Europa medieval com Don Afonso de Albuquerque, filho bastardo de D. João Afonso que viu seu nome desprovido da nobreza de sangue ser incorporado pela linhagem feminina de sua neta D. Isabel da Cunha filha de D. Tereza de Albuquerque com Vasco Martins da Cunha que ao casar-se Gonçalo Vaz de Melo incorporou-se à senhoria dos Melos e entre outros filhos gerou Leonor Albuquerque Cunha de Melo que viria a se casar com João Gonçalo Gomide.
.O conceito do "sangue burguês" entra para os clãs dos Albuquerques quando João Gonçalo assassina Leonor de Albuquerque e pelo crime recebe além da sentença de morte por decapitação a pena de extinção de sua linhagem transferindo a nobreza do sangue para os Albuquerque.
.O primeiro dessa linhagem é D. José de Albuquerque chamado "O Azeite" que ao desposar e ter filhos com D. Leonor Lopes interliga por laços de matrimônio e depois por sangue e parentesco as casas dos Lopes, dos Melo e dos Albuquerques.
.Um dos filhos desta união foi Lopo de Albuquerque chamado "O bode" que viria a ser pai de Jerônimo de Albuquerque chamado "O torto" que anos mais tarde seria conhecido no Brasil como "O Adão Pernambucano" graças aos inúmeros filhos que gerou com muitas mulheres das tres etnias: a europeia galego-portuguesa, a indígena sulamericana e a negra africana.
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