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Por: Museu da Pessoa, 23 de setembro de 2004

Uma dose de capacitação

Esta história contém:

P/1 – Então Leila, você poderia começar dizendo seu nome, local de nascimento...

R – Bom, meu nome é Leila Camelo dos Santos, eu nasci no Rio de Janeiro, mais especificamente na Tijuca.

P/1 – E data de nascimento também.

R – Ah, sim, nasci em 01 de janeiro de 1978.

P/1 – 1978. E qual é a sua formação?

R – Eu fiz pedagogia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, concluí há dois anos, mais ou menos, e agora estou preparando para um mestrado.

P/1 – Como você tomou conhecimento do CDI[Comitê para Democratização da Informática]?

R – Bom, ligaram para minha casa, na verdade, era um grupo de um pessoal da Igreja Batista do Moneró que queria aproveitar o espaço onde funcionava a Congregação, eles se mudaram do Moneró onde era a Congregação ficou algum tempo esquecida, vazia, sem utilidade. Então, eles pensaram em fazer alguma coisa pela comunidade naquele espaço e uma pessoa conhecia o trabalho do CDI, acho que mais especificamente era a Lenize, ela é de japonês, serviço social, conhecia a Lenize e ela já desenvolvia trabalho social de comunidade há muito tempo atrás, e ela procurou o primo dela que é dessa igreja, eles conversaram e surgiu a idéia de entrar em contato com o CDI para tentar implementar a escola de informática lá, e entraram em contato comigo porque precisavam no projeto indicar nome de educadores e a Lenize lembrou de mim, sabia que eu fazia pedagogia e ligaram para minha casa, conversaram comigo, explicaram mais ou menos como era o projeto e eu aceitei, ainda mais porque eu sempre quis ajudar um pouco a comunidade, fazer alguma coisa pela comunidade, mas não tinha interesse em me envolver com a Associação de Moradores, então para mim foi uma oportunidade boa e eu aceitei e a gente veio para cá fazer a capacitação e o projeto foi aceito, a gente foi lá visitar o espaço, devem ter gostado porque chamaram a gente para fazer a capacitação.

P/1...

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Dados de acervo

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Projeto: Memória CDI

Depoimento: Leila Camelo dos Santos

Entrevistada por: Lídia Ferreira e Danilo Ferreti

Local: Rio de Janeiro

Data: 23/09/2004

Realização: Instituto Museu da Pessoa

Código: CDI_TM016

Transcrito por: Susy Ramos

Revisado por: Gislene Silva

P/1 – Então Leila, você poderia começar dizendo seu nome, local de nascimento...

R – Bom, meu nome é Leila Camelo dos Santos, eu nasci no Rio de Janeiro, mais especificamente na Tijuca.

P/1 – E data de nascimento também.

R – Ah, sim, nasci em 01 de janeiro de 1978.

P/1 – 1978. E qual é a sua formação?

R – Eu fiz pedagogia, na Universidade Federal do Rio de Janeiro, concluí há dois anos, mais ou menos, e agora estou preparando para um mestrado.

P/1 – Como você tomou conhecimento do CDI[Comitê para Democratização da Informática]?

R – Bom, ligaram para minha casa, na verdade, era um grupo de um pessoal da Igreja Batista do Moneró que queria aproveitar o espaço onde funcionava a Congregação, eles se mudaram do Moneró onde era a Congregação ficou algum tempo esquecida, vazia, sem utilidade. Então, eles pensaram em fazer alguma coisa pela comunidade naquele espaço e uma pessoa conhecia o trabalho do CDI, acho que mais especificamente era a Lenize, ela é de japonês, serviço social, conhecia a Lenize e ela já desenvolvia trabalho social de comunidade há muito tempo atrás, e ela procurou o primo dela que é dessa igreja, eles conversaram e surgiu a idéia de entrar em contato com o CDI para tentar implementar a escola de informática lá, e entraram em contato comigo porque precisavam no projeto indicar nome de educadores e a Lenize lembrou de mim, sabia que eu fazia pedagogia e ligaram para minha casa, conversaram comigo, explicaram mais ou menos como era o projeto e eu aceitei, ainda mais porque eu sempre quis ajudar um pouco a comunidade, fazer alguma coisa pela comunidade, mas não tinha interesse em me envolver com a Associação de...

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