Célia Regina Fachini dos Santos, nascida em 11/08/1975, tem 41 anos de vida, residente em Sertanópolis-PR desde quando nasceu. Casada a 20 anos, possui dois filhos, um garoto de 15 anos chamado Felipe e uma garota de 12 anos que se chama Ana Júlia. Célia é formada em Ciências Contábeis na UEL (Universidade Estadual de Londrina) e trabalha a 15 anos na LCA, uma das maiores empresas do município, como gerente de RH (recursos humanos).
Seus pais nasceram em Bariri-SP, segundo ela não muito distante daqui, próximo a capital. Sua comida predileta é lasanha e aquele famoso churrasquinho. Como fruta,ela tem preferência por melancia, bem vermelinha e docinha. Seu primeiro emprego foi aos doze anos de idade em uma sorverteria que já não existe mais na cidade, ela trabalhava embalando picolés e ganhava um salário por volta de cem reais mensais.
Seu esporte predileto era o vôlei, quando adolescente participou de vários campeonatos no famoso “Texeirão”. Hoje em dia a única atividade física que prática é a academia. Célia me disse que na antiguidade a cidade de Sertanópolis era mais agitada, as ruas eram bem mais movimentadas. Os jovens saiam para de divertir e se concentravam ao redor da igreja Matriz, onde se localizavam alguns dos poucos barzinhos e lanchonetes famosos da cidade naquela época. Me disse que não possuía muitas amizades na infância, mas as que tinha era as mais verdadeiras que alguém poderia ter. Pedi a ela sua opinião sobre a reforma da previdência, Célia se mostrou bastante indignada e ao mesmo tempo impressionada com tanta roubalheira e por pensarem somente em si próprio, se referindo aos políticos.
Suas principais lembranças da infância são as brincadeiras e os momentos com a família. Contou-me que quando chovia saía com os irmãos, que eram sete, e com alguns colegas para o meio do terreiro para brincarem de amassar barro. Ao lado de sua casa havia um campo de futebol onde grande parte da cidade se reunia para...
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Célia Regina Fachini dos Santos, nascida em 11/08/1975, tem 41 anos de vida, residente em Sertanópolis-PR desde quando nasceu. Casada a 20 anos, possui dois filhos, um garoto de 15 anos chamado Felipe e uma garota de 12 anos que se chama Ana Júlia. Célia é formada em Ciências Contábeis na UEL (Universidade Estadual de Londrina) e trabalha a 15 anos na LCA, uma das maiores empresas do município, como gerente de RH (recursos humanos).
Seus pais nasceram em Bariri-SP, segundo ela não muito distante daqui, próximo a capital. Sua comida predileta é lasanha e aquele famoso churrasquinho. Como fruta,ela tem preferência por melancia, bem vermelinha e docinha. Seu primeiro emprego foi aos doze anos de idade em uma sorverteria que já não existe mais na cidade, ela trabalhava embalando picolés e ganhava um salário por volta de cem reais mensais.
Seu esporte predileto era o vôlei, quando adolescente participou de vários campeonatos no famoso “Texeirão”. Hoje em dia a única atividade física que prática é a academia. Célia me disse que na antiguidade a cidade de Sertanópolis era mais agitada, as ruas eram bem mais movimentadas. Os jovens saiam para de divertir e se concentravam ao redor da igreja Matriz, onde se localizavam alguns dos poucos barzinhos e lanchonetes famosos da cidade naquela época. Me disse que não possuía muitas amizades na infância, mas as que tinha era as mais verdadeiras que alguém poderia ter. Pedi a ela sua opinião sobre a reforma da previdência, Célia se mostrou bastante indignada e ao mesmo tempo impressionada com tanta roubalheira e por pensarem somente em si próprio, se referindo aos políticos.
Suas principais lembranças da infância são as brincadeiras e os momentos com a família. Contou-me que quando chovia saía com os irmãos, que eram sete, e com alguns colegas para o meio do terreiro para brincarem de amassar barro. Ao lado de sua casa havia um campo de futebol onde grande parte da cidade se reunia para fazer alguns joguinhos enquanto Célia e seus amigos brincavam no meio dos cafezais de polícia e ladrão. Célia me disse que se pudesse mudar alguma coisa em sua vida lá na juventude que ocasionaria alguma consequência nos dias atuais, optaria por fazer outra faculdade, que ainda possui muita vontade ainda de fazer psicologia e que se pudesse mudar algo mudaria isso, pois segundo ela o estudo é uma das principais conquistas da sua vida.
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