Ópera Urbana
Entrevistado por Nádia Lopes
Depoimento de Luciana Medeiros de Vasconcelos
São Paulo 05/08/2009
Realização Museu da Pessoa
Entrevista OPCN_CB021
Transcrito por Keila Barbosa
P/1 – Luciana, boa tarde! Por favor, diga seu nome completo, o local e data de nascimento.
R – Luciana Medeiros de Vasconcelos, eu nasci em Belém do Pará, em nove de maio de 1981.
P/1 – Você mora em São Paulo?
R – Moro em São Paulo.
P/1 – Há muito tempo?
R – Tem mais ou menos dois anos que eu moro em São Paulo. Eu vim para fazer uma Pós-Graduação de Jornalismo Cultural e acabei lançando um site que chama www.colheradacultural.com.br, e é por isso que eu estou fazendo essa entrevista com você.
P/1 – Qual o seu relacionamento com a Avenida Paulista?
R – A Avenida Paulista é a minha casa, porque como eu moro muito perto daqui, tudo o que eu faço, eu faço aqui perto aqui, assim, tipo, o meu dentista é perto, a minha yoga é perto, a minha livraria é perto. A minha relação com a Paulista é uma relação de extensão da minha casa.
P/1 – Tem algum local em particular na Paulista que você curte andar mais, assim, passear?
R – Na verdade eu não tenho, assim, um lugar específico, eu trafego muito por essa região aqui. Até porque eu deixo o meu filho na escola, na Hadock Lobo e volto pra minha casa na Peixoto, e aí, faço yoga aqui no Conjunto Nacional, então essa aqui é uma área que eu uso mais, assim, da Paulista.
P/1 – Tem alguma história, assim, que você gostaria de deixar registrada, sobre a Avenida Paulista?
R – Nossa, uma vez eu passei na Paulista, eu adoro isso aqui, porque, uma vez eu passei, e era um domingo, e estava tendo uma “puta” roda de samba gigante, com as pessoas cantando “Viver e não ter a vergonha de ser feliz”, e todo mundo parava aqui, e virou uma festa a Avenida Paulista, por alguns instantes, assim, eu acho que foram algumas horas de muita alegria que teve aqui, que me marcaram, foram...
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Ópera Urbana
Entrevistado por Nádia Lopes
Depoimento de Luciana Medeiros de Vasconcelos
São Paulo 05/08/2009
Realização Museu da Pessoa
Entrevista OPCN_CB021
Transcrito por Keila Barbosa
P/1 – Luciana, boa tarde! Por favor, diga seu nome completo, o local e data de nascimento.
R – Luciana Medeiros de Vasconcelos, eu nasci em Belém do Pará, em nove de maio de 1981.
P/1 – Você mora em São Paulo?
R – Moro em São Paulo.
P/1 – Há muito tempo?
R – Tem mais ou menos dois anos que eu moro em São Paulo. Eu vim para fazer uma Pós-Graduação de Jornalismo Cultural e acabei lançando um site que chama www.colheradacultural.com.br, e é por isso que eu estou fazendo essa entrevista com você.
P/1 – Qual o seu relacionamento com a Avenida Paulista?
R – A Avenida Paulista é a minha casa, porque como eu moro muito perto daqui, tudo o que eu faço, eu faço aqui perto aqui, assim, tipo, o meu dentista é perto, a minha yoga é perto, a minha livraria é perto. A minha relação com a Paulista é uma relação de extensão da minha casa.
P/1 – Tem algum local em particular na Paulista que você curte andar mais, assim, passear?
R – Na verdade eu não tenho, assim, um lugar específico, eu trafego muito por essa região aqui. Até porque eu deixo o meu filho na escola, na Hadock Lobo e volto pra minha casa na Peixoto, e aí, faço yoga aqui no Conjunto Nacional, então essa aqui é uma área que eu uso mais, assim, da Paulista.
P/1 – Tem alguma história, assim, que você gostaria de deixar registrada, sobre a Avenida Paulista?
R – Nossa, uma vez eu passei na Paulista, eu adoro isso aqui, porque, uma vez eu passei, e era um domingo, e estava tendo uma “puta” roda de samba gigante, com as pessoas cantando “Viver e não ter a vergonha de ser feliz”, e todo mundo parava aqui, e virou uma festa a Avenida Paulista, por alguns instantes, assim, eu acho que foram algumas horas de muita alegria que teve aqui, que me marcaram, foram muito legais.
P/1 – Bom, você está em São Paulo há pouco tempo, né?
R – Sim.
P/1 – Qual é a ideia que você tinha da Avenida Paulista, antes de você vir para São Paulo.
R – Nossa, a primeira vez que eu cheguei aqui, achei que era um monstro que ia me engolir, eu tinha pavor de andar na Paulista. Daí eu me lembro que um amigo meu paulistano falou assim: “Começa a observar as pessoas e você vai ver que daqui a pouco você se insere, e você acaba virando uma desses personagens, nesse contexto.” E daí, foi assim que eu consegui me inserir. Porque eu olhava e dizia: “Gente, eu vou ser engolida por esse mar de pessoas e prédios.” Foi bem esquisito, na verdade. Mas agora eu já estou bem acostumada. Mas isso já tem bastante tempo não foi agora, quando eu vim. Foi bem antes.
P/1 – Mudou essa impressão.
R – Muito.
P/1 – A Paulista, hoje, para você, o que seria então?
R – Ah, uma extensão da minha casa.
P/1 – É isso, muito obrigada.
R – Obrigada a vocês.
(FINAL)
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