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DEDICATÓRIA

A todos os que vivem da rua.

Aos que acordam antes do sol nascer e só voltam quando a cidade já esqueceu seus próprios passos.

Aos motoristas que não carregam apenas passageiros, mas histórias, dores, silêncios e despedidas.

Aos que já ouviram mais do que gostariam e viram mais do que deveriam.

E, principalmente, aos que continuam.

Mesmo cansados. Mesmo sozinhos. Mesmo invisíveis.

PREFÁCIO

Ser taxista é dirigir mais do que um carro. É conduzir pressa, dor, silêncio, despedida, mentira, amor… e, às vezes, loucura.

Cada passageiro entra com um destino. Mas quase sempre deixa alguma coisa para trás.

Existem profissões que passam despercebidas.

Não porque sejam pequenas, mas porque estão sempre em movimento.

O taxista é uma delas. Ele não para.

E talvez por isso, ninguém perceba que dentro de um carro comum passa um pedaço inteiro da humanidade.

Neste livro, você não vai encontrar apenas corridas. Vai encontrar encontros.

Momentos em que a vida entra, senta no banco de trás e decide se revelar.

Sem aviso. Sem filtro. Sem maquiagem.

Aqui estão histórias de gente comum, mas que, por alguns minutos, deixaram de ser.

Histórias que não saem em jornais, mas que ficam gravadas para sempre em quem viveu.

O taxista não escolhe o destino. Mas, muitas vezes, é escolhido por ele.

E há noites… em que nem tudo que entra no carro deveria estar ali.

Seja bem-vindo.

Mas entre por sua conta.

Porque depois da primeira corrida… você nunca mais olha um táxi do mesmo jeito.

TAXIANDO

Quando o cansaço chega

Estava desde cedo na rua, lutando pelo pão de cada dia. Desde as 4:30 da manhã, em busca de corridas.

Tem dia que você acorda com sorte. Os passageiros parecem dar preferência ao seu carro. Basta parar em qualquer lugar — bairro, esquina, rua — e as pessoas vêm na sua direção.

Não estou falando dos dias de chuva, onde as corridas são constantes, mas nem sempre boas.

Falo daqueles dias em que...

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