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eu sou inquilino do universo admiradores da sensor da cultura popular na sua originalidade fazer dois dias e dor de poesias sou também um colecionador de palavras e as palavras que parecem onde eu aplico a rima e a métrica e as transformam em poesias de cordel Mas quem sou como fazer de poesia e o dono dele menino sou um diretor de versos acessível destino faz Cultura como um Fiel defensor poema nordestino minha trajetória de do Sertão do Araripe para Recife Pernambuco dural do Brasil foi o Nordeste horários o sertão vaquejada sou vaqueiro sou forró xote São João São João azeiro só Asa Branca só chow-chow Gonzagão soubesse da cultura exaltado Pajeú na cultura em Bezerros
papangu Vitalino Progresso Feira de Caruaru Damares folclore Ciranda baque virado ou baque solto musical sonda eu sou Paço do frevo no carnaval do Recife Antigo Sítio da Trindade Batalha dos baratos em Nova Odessa cidade de Olinda Cultural São Recifes ou felicidade Luiz Luiz em minha expirar exaltado Cais do Sertão Ele nasceu no Pé da Serra e chuva e Trovão sofrido logo cedo a reboco seu peito dolorido por causa de uma Paixão que não foi correspondido 16 anos voltou guerreiros e o sertão querido chegando na sua cidade como ver o povo da região os seus 120g são os oito bairro Januário é que era a sensação da Livia coroação do Rei com poesia marca Xote e Baião cada música um sucesso para o
Brasil a seca missa do vaqueiro seu povo aderiu a sua sanfona Branca Maravilha que surgiu com Asa Branca em aço preto o Rei Luisinho repercutiu Pernambucano do século Feira de Caruaru cantor peão com Xaxado exaltou declamado em cordel poema que inspirou com poesia para pular pelo computador lá pelos anos 80 para sua terra voltou vem fazer o seu João seu povo felicitou volta para casa Luiz o que tem para ser cantor sua vida sua história e para a paz e o amor Geraldo Valério