Para Sandro Tordin, a adoção de práticas ESG deixou de ser opcional ou periférica — hoje ela deve estar integralmente integrada à estratégia de negócio das empresas.
Ele alerta que o verdadeiro desafio para 2026 não será apenas “aderir” ao ESG, mas implementá-lo de modo coerente, com impacto real e mensurável, evitando que vire mero “check-list” ou ferramenta de marketing.
Governança e transparência ganham protagonismo
Tordin aposta que a governança corporativa (o “G” do ESG) será o pilar central nas iniciativas de sustentabilidade: à medida que regulações se tornam mais rígidas e investidores exigem padrões confiáveis, crescerá a demanda por métricas verificáveis, auditorias independentes e relatórios consistentes.
Ele destaca que, especialmente em setores intensivos em capital, como energia, saneamento e infraestrutura, a pressão sobre governança e gerenciamento de riscos socioambientais tende a ser ainda maior.