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a minha história que eu vou contar hoje é sobre memória pertencimento e sobre sacrifício e minha favorita em Belém Eu amo o grupo no céu eu amo energia das pessoas em uma festa mas nunca de pessoas faziam seja uma corda seja em forma de promessa mesmo Paranaense nascida aqui eu não entendi a esse Deus que me pedisse um sacrifício físico é um grande e dois dezoito eu entrei numa instituição artística e cultural do patrimônio de Belém se chamava todo Síria o projeto da o que acontece 30 anos um corpo
afetivo e esposo de artistas de Belém na sexta-feira 507 do Círio de Nazaré no domingo a gente toma uma densidade de um grande cortejo artístico ano passado eu imaginei o meu figurino e eu fosse um espelho cabeça e eu queria que as pessoas do público o povo se visse dentro do cortejo então a minha meu figurino Não era essa grande representação melhor de quem vive na Amazônia não é só sobre planta bicho árvore rio Amazônia que também é composta pelas populações que vivem aqui também então eu levo minha cervical durante uma mudança e
pensa em desistir várias vezes foi na no pronto-socorro tomei injeção e fui e fiz esse lugar com muita dor no meu esposo mas 4 horas de cortejo feliz e entregando o melhor de mim porque eu acho que a arte me preenche nesse sentido eu entrego o melhor que eu tenho na sexta-feira antes do sítio para Nossa Senhora E aí eu me ligo pela primeira vez num lugar difícil e eu entendi muita coisa do que a gente não consegue foi muito importante se viver nesse lugar e se fazer parte dos filho também lugar que eu nunca tinha entendido natureza é isso



