Projeto: Memória Petrobras
Depoimento de Ruimar Barros do Nascimento
Entrevistado por Laura Olivieri
Brasília, 09/02/2007
Realização Museu da Pessoa
Entrevista PETRO_CB573
Transcrito por: Maria Luiza Pereira
P/1 – Boa tarde, Ruimar.
R – Boa tarde.
P/1 – Obrigada pela sua participação no projeto Memória da Petrobras, para nós é uma honra tê-lo dando o seu depoimento.
R – Obrigado.
P/1 – Para iniciar eu gostaria que você dissesse o seu nome, o local e a data de nascimento.
R – Ruimar Barros do Nascimento, nasci em Parnarama, no Maranhão, em 25 de agosto de 1970.
P/1 – E quando e como ingressou na Petrobras?
R – Ingressei na Petrobras em 1998, na época; em 97 que eu fiz o concurso, eu estava na Caixa Econômica recebendo a última parcela do meu seguro desemprego do último trabalho que eu tive e quando eu estava saindo da Caixa Econômica, né, quando eu estava, tinha acabado de receber o meu pagamento da última parcela do seguro desemprego, quando eu estava saindo da Caixa Econômica eu vi uma fila enorme dentro da Caixa Econômica e perguntei para o pessoal que estava na fila. Perguntei: “O que que está acontecendo aí, porque essa fila enorme?” Aí eles disseram: “- Não, é um concurso, inscrição para um concurso.” Eu disse: “Mas, que concurso é esse?” “ – Ah, concurso da Petrobras.” Eu disse: “Ah, tô aqui mesmo, vou entrar nessa fila e vou me inscrever também.” E entrei na fila, fiz minha inscrição e depois fiz a prova e não conferi mas depois que eu fiz essa prova, deixei pra lá. Certo dia eu estava procurando, né, passei sete meses desempregado na época, estava procurando emprego e estava aqui na Rodoviária do Plano Piloto, quando me lembrei, “Nossa, eu fiz o concurso e nunca fui conferir o resultado.” E aí, de lá eu me destaquei até aqui, no prédio da Petrobras, cheguei aqui, no térreo e estava lá a relação do pessoal que tinha sido aprovado e estava lá constando o meu...
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Depoimento de Ruimar Barros do Nascimento
Entrevistado por Laura Olivieri
Brasília, 09/02/2007
Realização Museu da Pessoa
Entrevista PETRO_CB573
Transcrito por: Maria Luiza Pereira
P/1 – Boa tarde, Ruimar.
R – Boa tarde.
P/1 – Obrigada pela sua participação no projeto Memória da Petrobras, para nós é uma honra tê-lo dando o seu depoimento.
R – Obrigado.
P/1 – Para iniciar eu gostaria que você dissesse o seu nome, o local e a data de nascimento.
R – Ruimar Barros do Nascimento, nasci em Parnarama, no Maranhão, em 25 de agosto de 1970.
P/1 – E quando e como ingressou na Petrobras?
R – Ingressei na Petrobras em 1998, na época; em 97 que eu fiz o concurso, eu estava na Caixa Econômica recebendo a última parcela do meu seguro desemprego do último trabalho que eu tive e quando eu estava saindo da Caixa Econômica, né, quando eu estava, tinha acabado de receber o meu pagamento da última parcela do seguro desemprego, quando eu estava saindo da Caixa Econômica eu vi uma fila enorme dentro da Caixa Econômica e perguntei para o pessoal que estava na fila. Perguntei: “O que que está acontecendo aí, porque essa fila enorme?” Aí eles disseram: “- Não, é um concurso, inscrição para um concurso.” Eu disse: “Mas, que concurso é esse?” “ – Ah, concurso da Petrobras.” Eu disse: “Ah, tô aqui mesmo, vou entrar nessa fila e vou me inscrever também.” E entrei na fila, fiz minha inscrição e depois fiz a prova e não conferi mas depois que eu fiz essa prova, deixei pra lá. Certo dia eu estava procurando, né, passei sete meses desempregado na época, estava procurando emprego e estava aqui na Rodoviária do Plano Piloto, quando me lembrei, “Nossa, eu fiz o concurso e nunca fui conferir o resultado.” E aí, de lá eu me destaquei até aqui, no prédio da Petrobras, cheguei aqui, no térreo e estava lá a relação do pessoal que tinha sido aprovado e estava lá constando o meu nome em 15o colocado, na época, né? E aí, já estava, era o último dia também, o dia que eu vim conferir, era o último dia que eles estavam convocando o pessoal para fazer a prova de digitação. Aí disseram: “– Oh, tem que ir lá no 9o andar e marcar, agendar.” E eu vim aqui no 9o andar, agendei a minha prova de digitação e fui fazer. E depois que eu fiz a prova de digitação, acreditei que eu não tinha passado na prova de digitação. Na mesma época eu tinha feito um outro concurso, fui aprovado também e fui chamado nesse outro local lá. A prova aqui foi em outubro, eu acredito que foi novembro, dezembro que eu vim aqui na Petrobras, né, para fazer a prova de digitação, em janeiro fui chamado nesse outro. Quando foi em março de 98, eu estava nesse emprego lá, que é na Prefeitura lá na cidade de onde eu moro, e recebi um recado da moça que trabalhava comigo, que tinham me ligado da Petrobras. Eu não acreditei, gente. Como é que eles sabem o telefone de onde eu estou trabalhando, né?(riso). E, beleza! Deixaram um telefone, entrei em contato aqui na época, com o pessoal que trabalhava no administrativo, pediram para que eu viesse até aqui. Eu vim, eles colocaram tudo que deveriam informar para mim: “- Olha, é assim, funciona assim, se você aceitar você assina aqui, senão você assina do mesmo jeito dizendo que não vou aceitar ingressar na Petrobras.” E eu não pensei duas vezes, né, empresa do porte da Petrobras, eu aceitei e saí de onde eu estava, né, eu era servidor público naquela época, já estava também lá com mais de 90 dias trabalhando na Prefeitura de lá da cidade e saí e ingressei aqui na Petrobras e já nove anos agora em março eu completo e não me arrependi até hoje.
P/1 – Que bom, que sorte, né que naquele dia você veio conferir...
R – As duas, por duas vezes, né? Na primeira vez para fazer inscrição e a segunda para vim conferir. (riso)
P/1 – Não é? E me conta um pouquinho da sua trajetória pessoal, porque você nasceu no Maranhão, mora em Goiás e trabalha em Brasília.
R – Isso, sem falar que eu nasci no Maranhão, até os seis anos de idade vivia lá no interior, né, meu pai era comerciante lá no local e conhecido, a família bem conhecida lá no local e pela necessidade de dar estudo melhor para mim e para mais; nós éramos seis irmãos, nós éramos cinco irmãos na realidade, na época, né, e o meu pai resolveu; o meu irmão mais velho já estava em Teresina, no Piauí, morando na casa de uns tios nossos e aí eles resolveram: “- Não, vamos embora para lá e vamos levar nossos filhos, vamos dar um estudo melhor para eles”.Chegando lá em Teresina, aí foi uma época que a gente perdeu um dos nossos irmãos, um irmão mais novo que eu, acredito que um ano, na época, na época eu tinha acho que cinco anos e pouco, ele era um ano mais novo que eu. E depois veio a nascer o mais novo. E morei em Teresina, fiz meus estudos lá até a 8a série, estudei em colégio do governo, em colégio público, 1o, 2o, 3o ano do ensino médio eu estudei em colégio particular. Aos 16 anos eu estava estudando em colégio particular ainda e nessa época eu me envolvi com uma moça, que hoje é minha esposa. Aos 16 anos de idade, eu e ela (risos) tivemos o filho e aí nós resolvemos, né, nos unir, naquela época; eu com 16, ela com 15 anos. E hoje eu estou com 36, ela com 35, já são 20 anos de casado. Quando foi em 95, eu estava desempregado lá, eu era comerciante e começou a ficar difícil a situação e aí eu resolvi vir embora, eu já tinha uma irmã aqui com um cunhado, né, fazia faculdade lá, mas não estava dando conta de... apesar da faculdade ser pública, mas eu tinha que trabalhar de qualquer maneira porque tinha uma esposa e duas filhas, na época, em 95 eu resolvi e vim embora. Então eu fui para lá , para Teresina em 76, vim embora em 95 para cá. Morei alguns meses aqui no Distrito Federal, até que eu fui morar na cidade que eu moro hoje, que é Águas Lindas, que é uma cidade aqui do entorno, do entorno do Distrito Federal e até hoje eu tô aí. E ao chegar aqui eu passei por algumas empresas, empresas de até de nome também, mas nenhuma se compara a Petrobras. Com certeza.
P/1 – E hoje, me diz a área que você está trabalhando, descreve um pouquinho a função que você exerce.
R – Bom, quando eu entrei na Petrobras em 98, eu fui trabalhar na, no chamado Núcleo de Promoção e Imagem, era chamado N.P.I.. Trabalho aqui ainda na Comunicação Institucional e a gente fazia toda essa parte de inauguração de postos, toda essa parte da fidelização também, vários projetos eram colocados lá no Núcleo de Promoção e Imagem. Depois foi criado a Coordenação de Marketing, né, que é a que eu trabalho hoje lá na BR; a Coordenação de Marketing ela tem vários projetos de fidelização e entre eles está o programa “De olho no combustível” que é um programa bem conhecido dentro da Petrobras.
P/1 – De, desculpa....
R - Programa “De olho no combustível”, que é um dos programas mais conhecidos dentro da Petrobras, tá? E, comecei como apoio do programa e hoje sou o gestor do programa “De olho no combustível.” E é um trabalho assim, bem gratificante realmente e tô me dando bem, gosto muito de trabalhar com essa área. Área de qualidade de combustíveis.
P/1 – E esse seu trabalho que você é o gestor é de qualidade de combustíveis.
R – Qualidade de combustíveis. Exatamente. Tem tudo haver com o curso que eu comecei a fazer na faculdade, no Piauí, lá eu comecei a fazer química, fiquei um ano e meio fazendo química até que eu vim embora para cá, para Brasília.
P/1 – E você poderia comentar a presença da Petrobras, da BR Distribuidora, desculpe, na região aqui centro-oeste, a importância dela aqui?
R – Olha, para comentar sobre a Petrobras, a atuação no centro-oeste, uma das coisas que eu posso falar é só sobre a área do Tocantins, que é uma área que é atendida por nós. Nessa parte do programa “De olho no combustível”, né, quando a gente começou a ser mais atuante no programa “De olho no combustível”. Na área do Tocantins a gente ver a alegria do pessoal em vê que a gente tá realmente se preocupando com a área e tudo mais. E, no geral, a Petrobras nas áreas aonde ela atua as pessoas, quando ouvem falar de Petrobras elas gostam bastante de ouvir falar e gostam de falar também, elas têm o orgulho de falar em Petrobras, entendeu? A atuação na área social, na área ambiental, nessa área de, na área comercial, todas as áreas que se fala em Petrobras, no centro-oeste, por onde eu ando, no Goiás, no Tocantins e aqui no Distrito Federal é muito respeitada, a gente sente isso.
P/1 – Você sente muito esse reconhecimento.
R – Exatamente.
P/1 – E como foi à conquista de liderança de mercado pela BR, nesse ramo da...?
R – Como foi...?
P/1 – A conquista da liderança de mercado, quer dizer, hoje em dia a BR é uma líder, né, de mercado da distribuição.
R – Exatamente, exatamente.
P/1 – Você sabe falar um pouquinho sobre isso?
R – Bom, é como eu estava falando, eu trabalho numa área em que a gente trabalha com programas de fidelização, então essa busca constante pela melhoria, pela excelência, realmente no trabalho prestado pela Petrobras, então, hoje ela é líder exatamente por isso, pelo próprio pessoal, o povo que é envolvido nesse trabalho, os funcionários da Petrobras, entendeu, com esse trabalho, isso é, essa liderança nada mais é que o reconhecimento desse trabalho, desse envolvimento que nós temos, do orgulho que nós temos de realmente, de prestar esse serviço de trabalhar nessa empresa, que é a Petrobras.
P/1 – Legal. E você pode comentar o que hoje está muito em voga na visão da empresa, no planejamento estratégico, essa política de valorização da marca Petrobras, inclusive na BR, né?
R – Exatamente. Bom, exatamente essa busca de estar sempre fazendo essas pesquisas junto ao público, de procurar ouvir o cliente, o consumidor. Isso aí é uma maneira de estar realmente buscando a valorização, então, o nosso cliente, o nosso consumidor final eles valorizam exatamente porque a gente está sempre ouvindo eles, a gente está buscando a excelência, a gente está procurando prestar um bom serviço para eles, né, e nas pesquisas que a gente tem observado aí, na minha área é pesquisa de projeto do atendimento, de qualidade, tem aumentado bastante o reconhecimento do público.
P/1 – Tá ótimo. E a entrada da BR no setor energético, hidroelétricas, você sabe alguma coisa, falar sobre isso?
R – Bom, eu leio um pouco sobre isso, né, mas eu acredito realmente que o caminho é esse, até porque todos nós sabemos que o petróleo vai, um dia vai se esgotar e temos que buscar realmente outras, é, outros meios de estar prestando esse serviço, nessa área de energia, essa prestação de serviço, né, para poder se manter no mercado.
P/1 – O que que mudou na empresa desde a sua entrada?
R – Muita coisa! (risos). Mudanças a gente está sempre vendo por aí. Mas uma das mudanças assim, que eu observei bastante, que eu tenho observado bastante, é na valorização do próprio funcionário. Procurar ouvir o funcionário nessas pesquisas, né, que tem e o cliente, como eu já tinha falado. Então, a Petrobras ela tem, desde a época que eu entrei para cá, ela tem valorizado cada vez mais o funcionário.
P/1 – Você pode contar alguma história interessante ou engraçada que tenha acontecido?
R - (riso) Tenho uma, é, foi em 2000, trabalhava no Núcleo de Promoção e Imagem e todos os anos tinha sempre uma reunião com os revendedores; toda área revendedora, porque eu sou ligado na área comercial, essa área aí de revenda e todos os anos tinha uma reunião com revendedores, onde se encontravam os gerentes, na época tinha o gerente regional, o gerente de vendas, os assessores comerciais e todo o apoio do qual eu fazia parte. E a gente, o gerente teve uma idéia de fazer uma festa lá para eles num local chamado “Mansão das Águas” e como eu trabalhava... eram três pessoas que trabalhavam nessa área aqui, na área de eventos, que era eu, Rubens e Rose; a Rose encontrou esse local lá, um local magnífico para a gente fazer essa festa dos revendedores e o gerente foi falando o que que ele queria, a Rose já foi imaginando o que que a gente poderia fazer e aí procuramos fazer uma coisa assim, maravilhosa mesmo, à altura de atender os revendedores daqui da área do DF, Goiás, Tocantins, na época a gente atendia Manaus, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, né, e ela alocou esse espaço lá. E estava tudo preparadinho, beleza, fechou. E aí, só que no dia da festa, quando já estava no ponto, a gente já tinha montado tudo, quando já estava no ponto para só esperar, aguardar o pessoal chegar, os convidados, né, a mulher veio falar:
“- Olha, tem que pagar agora, adiantado, porque a gente não aceita que pague depois”, né, o aluguel do espaço, todas as outras coisas, todo o material era de outras empresas. E aí, nesse momento eu não estava no local, estava a Rose, né, e aí, a única coisa que ela tinha que fazer era o quê? Pagar. Ela não tinha como pagar, a BR, ela não paga, né, chegar assim, pagar à vista, ela fatura, né, ela aceita, recebe a fatura e vai pagar posteriormente. E aí, como ela estava com uma folha de cheque minha e ela pegou e utilizou essa folha de cheque para pagar o aluguel do salão na época. Beleza, pagou, chegou a noite lá e a gente foi. E, nessa festa, o gerente tinha planejado o uniforme para nós utilizarmos, até então ninguém sabia por quê. Era uma camisa pólo, verde, uma gola mais escura e um boné e ninguém sabia por que que a gente tinha que utilizar, todos, gerentes, assessores comerciais, todo o apoio, todo mundo tinha que estar utilizando esse uniforme, né, como se fosse um uniforme. Beleza, chegou a festa e tal e o nosso gerente ele resolveu ele mesmo fazer o jantar. Era um jantar, resolveu fazer o jantar. Então ele fez, ele era especialista nisso e ele fez o jantar, só que na hora que a gente estava lá na festa a gente, todos começaram a perguntar: “- Como é que a gente vai fazer para atender esse pessoal ?” Só tinha ele lá fazendo o jantar e algumas pessoas, uma, duas pessoas apoiando ele na cozinha. Tá, e para servir esse povo, como é que a gente vai fazer? Aí ele simplesmente respondeu: “- Nós vamos atender esse povo, nós seremos os garçons essa noite.” Simplesmente todos os funcionários: gerentes, assessores e apoio todos nós fomos servir os revendedores, tá? E o engraçado é que nessa época existia uma campanha “Nós cuidamos de você”. E exatamente foi esse, essa mensagem que o gerente quis passar para nós, né, que nós estávamos ali, estamos aqui para atender o nosso cliente, e na realidade, naquela época os revendedores, que são os nossos primeiros clientes, depois os clientes... os consumidores finais também. Entendeu? Então, essa festa aí, essa mensagem que ele quis passar foi bem marcante, foi muito boa, todos nós nos divertimos, os revendedores adoraram, as pessoas convidadas da própria Petrobras também gostaram porque nunca tinha visto uma festa igual. Então, nós mesmos atendemos os nossos clientes ali.
P/1 – Que bacana.
R – Bacana.
P/1 – Daí você sente como essa coisa dos valores...
R – Nossa, nós ficamos, depois a gente foi conversar com ele, ficamos muito orgulhosos dessa idéia, ele queria... até então ele não tinha passado para ninguém, a gente ficou sabendo ali, na hora que nós seríamos as pessoas que iriam atender aqueles nossos clientes ali. Nós estávamos como convidados. Na realidade, depois fomos servir os nossos convidados.
P/1 – Legal. E aproveitando então aí esse link, o que é ser petroleiro, esse espírito?
R – Nossa! Sinceramente eu não tenho muita palavra. Minha esposa realmente é uma que ela tem muito orgulho também que eu trabalhe na Petrobras, né? Inclusive, eu já passei em outro concurso, na época, teve uma época que eu quase saio da Petrobras para ir para esse outro concurso, mas pesou muito, né, o trabalho que realizo na Petrobras, a minha família o que eles sentem pela Petrobras, eles têm um orgulho muito grande, eu tenho um orgulho muito grande de trabalhar na empresa. Então, você chegar num local, você dizer: Eu sou funcionário da Petrobras, é assim, algo grandioso, não para você querer ser uma pessoa melhor do que ninguém, mas é porque pelo trabalho que a Petrobras presta a todos no Brasil inteiro, pela história da Petrobras, como ela surgiu, o trabalho prestado por ela na área social, na área comercial, na área ambiental, em todas as áreas que ela atua, a responsabilidade que ela tem, isso é muito bom, isso é um motivo de orgulho muito grande trabalhar nessa empresa.
P/1 – Você é sindicalizado?
R – Não, não sou.
P/1 – Então, para terminar, eu pediria que você me contasse o que que achou de ter participado, de estar participando desse projeto Memória Petrobras?
R – Nossa! Foi maravilhoso, é muito bom a gente estar relembrando de algumas coisas, tenho várias histórias, mas, né, não dá para contar tudo, mas realmente eu gostei muito desse projeto que vocês estão propondo aí, eu na realidade me decidi a vir a dar o meu depoimento hoje, conversando com o Ricardo, né, que também é uma pessoas que apóia muito esse projeto e eu realmente gostei muito, tô adorando isso aqui.
P/1 – Que bom.
R – Tá bom?
P/1 – E você chegou assim, quase no final, né?
R – No final, o último, né? (risos)
P/1 – E tem mais alguma coisa que você deseja falar?
R – Não, não, isso aqui tá beleza, tá ótimo, só o que eu já tinha falado mesmo, que realmente que trabalhar na Petrobras é muito bom.
P/1 – Muito obrigada, viu, (Ruimar?).
R – Eu que agradeço.
P/1 – Foi muito importante para a gente ter ouvido o seu depoimento.
R – Beleza. Muito obrigado.
(Fim da fita MpetCBBR- nr. 24)
(Ruimar?)
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