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Quando eu era criança achava o máximo morar na Rua A, Número 5, no bairro do Entrem, São Paulo, SP, minha casa era pequena, quarto, cozinha e banheiro (do lado de fora, é claro).

Tínhamos poço, com água limpa e boa de beber, mato e um monte de pés no quintal: pé-de-manga, pé-de-limão, pés-de-mamona, pé-de-pitanga e os pés que eu achava mais engraçados, os pés de pés-de-galinha, um mato duro, danado de arrancar.

Minha mãe era bonita, meu pai trabalhador, meu irmão menor um pé-no-vocês-sabem-aonde e eu, bem, eu era no fundo do meu coração o Rei e Senhor de tudo o que os meus olhos viam de belo e de não, quando, liberado pela minha mãe, na ausência do meu pai, corria livre pelos terrenos baldios, corregozinhos, calipais e pela Rua de Cima, pois é tinha uma Rua de Cima, com a sua própria turma e tudo.

Eu era bom de corrida, colecionador de gibi, ruim de bola e o maior trepador de muros, árvores, cercas e pontes em dia de enchente da minha área.

Tive uma infância da hora Vivi neste lugar por 25 anos, é claro que ele agora mudou..., ou talvez não...

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