A minha escolha pela docência aconteceu a pouquíssimo tempo, pra ser mais exata neste ano. Eu entre no curso de História por uma grande afinidade com a disciplina e por não ter mais opções no vestibular que me satisfizessem. Logo que iniciei o curso comecei a fazer cursos paralelos de História da arte e artes visuais, pois sempre me interessei por esse campo, então condicionei toda a minha vida acadêmica a cursar disciplinas eletivas que me introduzissem no meio da cultura e da História da arte.
O meu interesse por educação começou no segundo período quando comecei a trabalhar em setor educativos de museus e a estudar educação. Mesmo assim vislumbrava a educação não formal como foco de trabalho para mim, ou seja, não me via trabalhando em sala de aula, mas sim em espaços de educação não formal.
Bom, como coincidi de fazer a maioria das disciplinas de educação nesse último ano da faculdade, justamente com a prática de ensino, foi quando me dei conta de que a educação formal era um caminho mais do que possível de se trabalhar e que eu gostaria muito de explorar esse lado educador que ainda estava sendo formado.
Hoje com as aulas de Prática de ensino eu me sinto totalmente estimulada para trabalhar com educação e ser uma educadora. Acredito que o estímulo e incentivo que recebo de meus familiares são fundamentais para esse processo, afinal minha mãe e meus tios são professores atuantes e empenhados no ofício que exercem.
Acredito que o sistema 3 + 1 que a UFRJ adota ainda dificulta o contato dos alunos de graduação com a temática da educação, eu sou uma das provas que tive que esperar 3 anos estudando no bacharelado e que só no último ano literalmente me encontrei na academia e produzo artigos, trabalhos e pesquisa acadêmica voltadas para educação, além da minha monografia.
Acredito que como docente eu acredito que uma aula inovadora é uma aula que contextualiza o aluno para a sua realidade cotidiana. Quanto mais...
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A minha escolha pela docência aconteceu a pouquíssimo tempo, pra ser mais exata neste ano. Eu entre no curso de História por uma grande afinidade com a disciplina e por não ter mais opções no vestibular que me satisfizessem. Logo que iniciei o curso comecei a fazer cursos paralelos de História da arte e artes visuais, pois sempre me interessei por esse campo, então condicionei toda a minha vida acadêmica a cursar disciplinas eletivas que me introduzissem no meio da cultura e da História da arte.
O meu interesse por educação começou no segundo período quando comecei a trabalhar em setor educativos de museus e a estudar educação. Mesmo assim vislumbrava a educação não formal como foco de trabalho para mim, ou seja, não me via trabalhando em sala de aula, mas sim em espaços de educação não formal.
Bom, como coincidi de fazer a maioria das disciplinas de educação nesse último ano da faculdade, justamente com a prática de ensino, foi quando me dei conta de que a educação formal era um caminho mais do que possível de se trabalhar e que eu gostaria muito de explorar esse lado educador que ainda estava sendo formado.
Hoje com as aulas de Prática de ensino eu me sinto totalmente estimulada para trabalhar com educação e ser uma educadora. Acredito que o estímulo e incentivo que recebo de meus familiares são fundamentais para esse processo, afinal minha mãe e meus tios são professores atuantes e empenhados no ofício que exercem.
Acredito que o sistema 3 + 1 que a UFRJ adota ainda dificulta o contato dos alunos de graduação com a temática da educação, eu sou uma das provas que tive que esperar 3 anos estudando no bacharelado e que só no último ano literalmente me encontrei na academia e produzo artigos, trabalhos e pesquisa acadêmica voltadas para educação, além da minha monografia.
Acredito que como docente eu acredito que uma aula inovadora é uma aula que contextualiza o aluno para a sua realidade cotidiana. Quanto mais tornamos o currículo ativo e ao esmo tempo flexível no que tange os conteúdos, a aula flui com mais naturalidade e maior interesse dos alunos. Por exemplo, se estou dando uma aula sobre Abolicionismo, eu vou querer que o meu aluno compreenda os processos históricos que levaram no final do século XIX a esse tal fato, além de apresentar diversas correntes historiográficas que trate do tema mostrando a pluralidade e complexidade em se estudar um processo histórico. Por fim eu gostaria de estimular um debate com os alunos sobre que tipos de consequência a Abolição pode ter trazido para a sociedade logo após 1888 e trazer discussões raciais presentes da historiografia atual para debater sobre preconceitos, mundo do trabalho e outras inúmeras questões que possam ser exploradas. Dessa forma eu entendo que o currículo formal exigido pela escola seria trabalhado além de conteúdos que não estariam necessariamente na pauta do currículo, mas que deve ser abordado em sala de aula para a formação escolar desses alunos que estão vivenciando a escola e o ambiente de sala de aula para aprenderem a lerem o mundo.
Eu costumo acessar a internet diariamente, pelo computador e pelo celular. Respondo e-mails, leio blogs e redes sociais, além de jornais digitais também. Geralmente faço essas consultas da minha casa, mas quando estou na faculdade também uso o laboratório de lá.
Utilizo os recursos tecnológicos basicamente para qualquer atividade acadêmica, tanto como pesquisa e busca por fontes digitalizadas, como para divulgação e conhecimentos de Congressos e oficinas na área de educação.
Acho extremamente complicado a medida proibitiva do uso de tecnologia em sala de aula da rede pública de ensino, mas compreendo das dificuldades de se mantes a atenção dos alunos em aula diante de tantas opções “mais atrativas” no meio virtual. Ao mesmo tempo acredito que os professores e assim a escola deveria utilizar dessa ferramenta tão potente como o uso de celulares, tabletes e computadores a seu favor. Imagino que acordos devem ser feitos entre alunos e professores para se manter uma boa dinâmica em sala de aula, dentre esses acordos estão o uso das tecnologias. Penso que seria interessante, quem sabe, se os professores estabelecessem a hora da consulta às ferramentas digitais de maneira a orientá-los em como fazer uma boa pesquisa, quais sites procurar, como avaliar se aquela fonte digital é confiável e de interesse da pesquisa. Acredito que muitos problemas que vemos hoje nos trabalhos escolares são as “colas” dos textos digitais, então talvez tirar um tempinho da aula para trabalhar a importância da ferramenta digital, mas principalmente orientá-los em como a pesquisa e os trabalhos devem ser feitos, são fundamentais para um trabalho de sucesso. Na minha formação escolar faltou muito dessa orientação vinda dos professores, e acredito que hoje seja um artifício importante na formação de alunos conscientes na utilização das tecnologias.
Durante o meu estágio da prática de ensino eu observei raras as vezes a utilização de recursos tecnológicos em sala de aula. A maioria do acesso a projeções com power point ou outros, foram em dias que a aula não poder em sala de aula por motivos de manutenção e os alunos foram acomodados no auditório onde possuía um data show.
Eu lembro que a primeira vez que entrei em contato com um recurso tecnológico foi aos 8 anos na casa de uma grande amiga que tinha computador. Com ela aprendi a ter acesso a internet, ainda discada naquela época, e a jogar vários jogos para diversão.
As minhas aulas de História do ensino básico poucas vezes tiveram recursos tecnológicos como auxílio do professor. Como estudei em colégios pequenos, na época o data show ainda era algo muito mais caro que atualmente e nem todas as escolas do meu bairro tinham o aparelho.
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