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Cheguei à Escola Senai Theobaldo de Nigris sem saber o que era ser técnico em Artes Gráficas. Fora convidado pelo professor Waldir Marques, que me viu treinando basquete no S.C. Corinthians, lá pelos idos de 1973. Prestei o vestibulinho, tirei nota 5,5 em Português e Matemática, e lá estava eu fazendo a matrícula para cursar uma incógnita. Antes da prova, fui a uma apresentação do curso, que achei estranho e, ao mesmo tempo, interessante.

Éramos mais de 90 alunos, menos de vinte meninas, e fomos divididos em três salas de aula.

A minha era o 1ºC, com 33 alunos, diversas idades e temperamentos, mas todos com muita disposição para viver os dias que se sucederiam e as aventuras que aconteceriam.

Uma dessas aventuras ocorreu quando o professor Eurípedes dividiu nossa turma em duas partes, foi com uma parte para o laboratório e deixou a outra em sala fazendo cálculos de gramaturas de papel. Como não se pode deixar a mente vazia, logo surgiu a idéia de fazermos os exercícios em grupo, baseados num cálculo feito pelo Padilha, que era multiplicar os números fracionários por 10.000. Enquanto isso, o Airton e o Paulo Enout, resolveram nos brindar com uma roda de capoeira. Fechamos a sala e começou a brincadeira. O tempo passou, chegou a nossa vez de ir ao laboratório, o professor chega com a outra turma e não consegue abrir a porta, pois o trinco havia quebrado. Foi preciso providenciar um martelo e uma chave de fenda para abri-la. Tomamos uma bronca do "seo Mitio", fomos ameaçados de suspensão, mas, entre mortos e feridos, salvamo-nos todos. Assim era o nosso 1ºC.

(Depoimento de junho de 2008)

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