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Por: Museu da Pessoa, 29 de maio de 2008

Por uma nova geração com mais responsabilidade social

Esta história contém:

Por uma nova geração com mais responsabilidade social

P/1 – Pra começar queria que você dissesse seu nome completo, local e data de nascimento.R – Meu nome é Maria Cristina Abreu Domingos Reis. Eu sou de Belo Horizonte, Minas Gerais, nascida e criada.P/1 – Data de nascimento?R – Dia cinco de fevereiro de 1958.P/1 – Qual a sua atividade atualmente?R – De formação eu sou assistente social, mas a minha atividade hoje, eu sou diretora de promoção da responsabilidade social. É uma diretoria que está dentro do contexto de uma subsecretaria de direitos humanos. E faz parte, dentro do contexto de uma secretaria de desenvolvimento social do governo do Estado de Minas Gerais.P/1 – E você falou que é assistente social. O que te levou a ser assistente social?R – Eu acho que isso vem da alma. Aos 12 anos eu já era bandeirante e com aquele espírito de servir, de altruísmo, de visitar instituições asilares. Eu acho que isso já veio no meu DNA, meu pai era gerente de uma cooperativa. Então acho que isso veio na minha história.P/1 – Como você acabou conheceu o Instituto Ethos?R – Olha, a minha formação é uma formação bem voltada pra questões sociais, nós temos referencias, pelo trabalho que eu desenvolvi e desenvolvo na minha vida, eu sou militante de movimentos sociais, movimentos principalmente ligados a pessoas excluídas e principalmente a pessoas com deficiência. E o Instituto Ethos tem em seu objeto essas questões: direitos humanistas, questões de preocupação com a pobreza, com a exclusão social e com a qualidade de vida do mundo, das pessoas, do nosso país, da nossa cidade, do local onde a gente mora.P/1 – E vocês têm algum tipo de parceria com o Instituto Ethos?R – Essa diretoria que nós estamos implantando é uma diretoria nova e é uma diretoria de desafio. Porque é governo procurando ter seu olhar enquanto primeiro setor, o seu olhar para a responsabilidade social. Eu acredito que o...

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Projeto Instituto Ethos

Depoimento de Maria Cristina Abreu Domingos Reis

Entrevistado por Lenir Justo

São Paulo, 29/05/2008

Realização Museu da Pessoa

ETH_CB014_Maria Cristina Abreu Domingos Reis

Transcrito por Ana Lúcia V. Queiroz

P/1 – Pra começar queria que você dissesse seu nome completo, local e data de nascimento.

R – Meu nome é Maria Cristina Abreu Domingos Reis. Eu sou de Belo Horizonte, Minas Gerais, nascida e criada.

P/1 – Data de nascimento?

R – Dia cinco de fevereiro de 1958.

P/1 – Qual a sua atividade atualmente?

R – De formação eu sou assistente social, mas a minha atividade hoje, eu sou diretora de promoção da responsabilidade social. É uma diretoria que está dentro do contexto de uma subsecretaria de direitos humanos. E faz parte, dentro do contexto de uma secretaria de desenvolvimento social do governo do Estado de Minas Gerais.

P/1 – E você falou que é assistente social. O que te levou a ser assistente social?

R – Eu acho que isso vem da alma. Aos 12 anos eu já era bandeirante e com aquele espírito de servir, de altruísmo, de visitar instituições asilares. Eu acho que isso já veio no meu DNA, meu pai era gerente de uma cooperativa. Então acho que isso veio na minha história.

P/1 – Como você acabou conheceu o Instituto Ethos?

R – Olha, a minha formação é uma formação bem voltada pra questões sociais, nós temos referencias, pelo trabalho que eu desenvolvi e desenvolvo na minha vida, eu sou militante de movimentos sociais, movimentos principalmente ligados a pessoas excluídas e principalmente a pessoas com deficiência. E o Instituto Ethos tem em seu objeto essas questões: direitos humanistas, questões de preocupação com a pobreza, com a exclusão social e com a qualidade de vida do mundo, das pessoas, do nosso país, da nossa cidade, do local onde a gente mora.

P/1 – E vocês têm algum tipo de parceria com o Instituto Ethos?

R – Essa diretoria que nós estamos implantando é...

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