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becos e Viela Olha só onde eu cresci aqui eu começo meio começo não é o nosso fim massinha bairro Industrial de ocupação e quem tomaria e carregar vários calos das mãos vazias eu quero tudo que foi roubado do jogo passado na minha memória Nossa riqueza a minha língua que foi sequestrada hoje eu volto ao passado para ressignificar o futuro dos meus Periferia vingança da violência imagina a integração de posse condiciona leve e o medo de morar na calçada para transformar o Quilombo dos Palmares eu carrego na pele e o preço de ser resistência
o nome dessa poesia se chama o linda Quebrada faz parte de um projeto é um projeto sobre território o território da Periferia onde a gente faz é uma denúncia para todas as maizena sem visibilização que nós passamos quantos poetas moradores da quebrada e essa pouco da minha história eu venho do bairro distrito ao onde a gente lutou muito para ocupar aquele espaço até hoje aquele pastor que é um processo de racionalização onde a gente presenciou encontra-se aberta é falta de fase no processo de luta então não tem como a gente falar sobre meio ambiente e sustentabilidade tem a gente falar da periferia sem a gente falar de racismo ambiental se a gente falar e descarte Scorpions nas periferias nas quebradas em praticamente sobre-humana onde nenhum ser humano
conviver e falar sobre saúde saúde mental saúde física se você vivem em votação aberta você não tem saneamento básico é mais fácil para você o personagem negra da que mais estão nesses espaços na periferia da quebrada então prazer é um pouco da minha poesia e conta sua história e contar sobre o território e a periferia do Bairro Industrial Aracaju Sergipe e seu lugar e onde eu venho faço parte do ponto de cultura projetos Franco eleva a poesia de irmã e aceita criativa para escola de pessoas que também seria esse é o nosso principal trabalho e obrigada por esses contar a minha história quando eu acho que é o importante que tal tal