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Por: Museu da Pessoa, 24 de janeiro de 2002

O homem tem que ter gratidão

Esta história contém:

P/1 – Roberto, queria começar pedindo para você me dizer o teu nome completo, data e local de nascimento.

R – Meu nome é Roberto Antonio Gonçalves Dias. Eu nasci no dia 20 de agosto de 1960, em Londrina.

P/1 – Onde você vive até hoje?

R – Onde eu vivo até hoje.

P/1 – E foi lá que você conheceu o Aché?

R – Sim. Minha esposa trabalhava em um consultório médico, aí eu já tinha.... Não sabia como era o trabalho, mas via aquele pessoal de pasta, em bons carros e eu pensei comigo: “Puxa, é nisso que eu quero trabalhar”. Eu perguntava para ela. Ela se informou e eu fiquei um ano correndo atrás. Tinha muitas deficiências assim, para os requisitos na época, porque precisava ter carro e nem carro eu tinha. Mas, deu certo.

P/1 – Qual foi a data de entrada no Aché?

R - 02 de maio de 1988.

P/1 – E você foi trabalhar em que área?

R – Em Londrina mesmo.

P/1 – Você lembra dos teus primeiros dias de trabalho?

R – Lembro.

P/1 – Como é que foi?

R – Porque, na época que eu entrei, estava... Entrou a ... Começou a Prodome, um outro laboratório. Quem era o meu chefe não pôde me acompanhar. Foi uma época muito tumultuada, assim, porque ele estava... Ele era supervisor da minha divisão e da Prodome. Diferentemente, como as pessoas hoje têm um acompanhamento, uma boa orientação. Não que na época não fosse, mas como foi muito rápido, é uma dificuldade tremenda. “Como é que é? Quem são os médicos?” E eu lembro que, na primeira semana, a pasta pesada e eu estava muito nervoso. Eu deixei, coloquei na mesa do médico, na hora que eu me despedi, eu estava na porta, ele falou: “Ô, deixa a cadeira.” A pasta tinha enroscado na cadeira e eu saí de costas, puxando... Você vê, que aquela semana, eu falei: “Meu Deus, que eu estou fazendo? Onde eu entrei?”

P/1 – Qual que era a dificuldade maior?

R – A dificuldade...

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Dados de acervo

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Projeto Aché

Realização Instituto Museu da Pessoa

Depoimento de Roberto Antonio Gonçalves Dias

Entrevistado por Immaculada Lopez

Local e data: Brusque, 24 de janeiro de 2002.

Código: ACHE_CB128

Transcrito por

Revisado por Juliano de Lima e Marina Tunes

P/1 – Roberto, queria começar pedindo para você me dizer o teu nome completo, data e local de nascimento.

R – Meu nome é Roberto Antonio Gonçalves Dias. Eu nasci no dia 20 de agosto de 1960, em Londrina.

P/1 – Onde você vive até hoje?

R – Onde eu vivo até hoje.

P/1 – E foi lá que você conheceu o Aché?

R – Sim. Minha esposa trabalhava em um consultório médico, aí eu já tinha.... Não sabia como era o trabalho, mas via aquele pessoal de pasta, em bons carros e eu pensei comigo: “Puxa, é nisso que eu quero trabalhar”. Eu perguntava para ela. Ela se informou e eu fiquei um ano correndo atrás. Tinha muitas deficiências assim, para os requisitos na época, porque precisava ter carro e nem carro eu tinha. Mas, deu certo.

P/1 – Qual foi a data de entrada no Aché?

R - 02 de maio de 1988.

P/1 – E você foi trabalhar em que área?

R – Em Londrina mesmo.

P/1 – Você lembra dos teus primeiros dias de trabalho?

R – Lembro.

P/1 – Como é que foi?

R – Porque, na época que eu entrei, estava... Entrou a ... Começou a Prodome, um outro laboratório. Quem era o meu chefe não pôde me acompanhar. Foi uma época muito tumultuada, assim, porque ele estava... Ele era supervisor da minha divisão e da Prodome. Diferentemente, como as pessoas hoje têm um acompanhamento, uma boa orientação. Não que na época não fosse, mas como foi muito rápido, é uma dificuldade tremenda. “Como é que é? Quem são os médicos?” E eu lembro que, na primeira semana, a pasta pesada e eu estava muito nervoso. Eu deixei, coloquei na mesa do médico, na hora que eu me despedi, eu estava na porta, ele falou: “Ô, deixa a cadeira.” A pasta tinha enroscado na cadeira e eu saí de...

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