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A primeira vez que fui ao Museu do Amanhã, foi em 2016 quando estava trabalhando nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro como voluntário. Tudo me parecia grandioso e futurista. Transitar por entre seus 30 mil metros de área, me parecia mesmo uma coisa do futuro. Afinal, você entra no museu, para explorar o presente e imaginar como será o futuro. O prédio, um projeto do arquiteto espanhol Santiago Calatrava, nos faz imaginar, o esqueleto de uma baleia, porém, a ideia do autor, é lembrar a estrutura de uma bromélia e o movimento das asas de um pássaro. O importante é que ao adentrar no museu, as exposições contidas nele, faz o visitante viajar por um mundo real e ao mesmo tempo imaginário. Cada modulo visitado, é uma grande descoberta. O primeiro modulo, a exposição principal retrata o Cosmos. Nela, é apresentado um filme, em que “traça uma narrativa sobre a formação do universo e da vida na terra com sobreposições de animações digitais e imagens captadas em câmera que causam grande impacto sensorial ao público”, como é informado no site do próprio museu do Amanhã. No segundo, é a seção Terra. Nela o visitante todo o tempo, se indaga, sobre quem somos. Cada sala é uma nova descoberta. Na terceira parte, é abordado o Antropoceno, ou seja, a influência humana e os impactos ambientais e sociais, negativos, causados por sobre o planeta. Na quarta, denominada de “Amanhãs”, fala sobre o mundo e a vida na Terra no futuro, apresentando conceitos como o da hiperconectividade e resgatando a importância da sustentabilidade. Por fim, na última parte, a exposição principal é o pavilhão "Nós", nela, o visitante entra numa espécie de oca, ou casa dos povos indígenas do Brasil. O espaço em si, é ambientado com uma iluminação que simula o nascimento e o pôr do sol. Neste recorte, o objetivo “é fazer com que o visitante reflita sobre si mesmo, e sobre como suas ações têm impactos para a sociedade e para o planeta”. Como...

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