Stanlei
Me chamo Michel Nicolao Soccol, nasci no dia 03 de julho de 2006, em Veranópolis, no Hospital São Pelegrino Laziozi, mas minha família já residia em Cotiporã. Meu pai e minha mãe são de origem italiana, por isso sou descendente italiano e, com isso, as pessoas que residem em Cotiporã, a maioria é de origem italiana, e outro ponto forte da cidade é que a maioria dos idosos e vários jovens sabem o dialeto "Talian".
Quando criança, fui criado por minha falecida tia Tercília, por conta que meu pai sempre estava trabalhando e a mãe trabalhava e estava fazendo seu curso de técnico de enfermagem, sempre estava muito ligado com minha tia e suas irmãs.
Aos oito anos de idade, ganhei um carrinho de lomba, onde fomos descer uma ladeira, na qual caixas o nós machucando, por conta das rodas terem trancado na metade do morro, com isso descemos até o final rolando.
Quando tinha uns nove anos, a mãe se separou do meu pai, aí fomos morar na casa da vó Maria, onde residimos por dois anos. Nesses anos, aconteceram muitas coisas boas, comecei a ter mais liberdade, ganhei meu telefone para manter contato com meu pai e ficar jogando Dimond Rush e reforcei a minha amizade com meu primo, Darlei.
Após isso, fomos morar em uma outra casa, a qual ficamos por dois anos , então, através disso, acabei fazendo novas amizades que eram o Bernardo e o Patrício. Nesse mesmo tempo, sempre ajudava bastante a minha mãe nos deveres de casa, como lavar a louça, a roupa, passar o rodo,...
No ano de 2018, nós mudamos para Bento Gonçalves, onde comecei a cursar informática e possuía meu primeiro emprego. Sentia muita saudade de Cotiporã e todos meus amigos que aqui deixei, demorou muito para me acostumar e criar novas amizades. Nesse mesmo tempo, descobri que possuía uma perna mais curta que a outra.
Em 2020, tinha 13 anos e precisei ser operado por conta do crescimento excessivo e, no começo do ano, voltamos para para Cotiporã, após isso fiquei um...
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Stanlei
Me chamo Michel Nicolao Soccol, nasci no dia 03 de julho de 2006, em Veranópolis, no Hospital São Pelegrino Laziozi, mas minha família já residia em Cotiporã. Meu pai e minha mãe são de origem italiana, por isso sou descendente italiano e, com isso, as pessoas que residem em Cotiporã, a maioria é de origem italiana, e outro ponto forte da cidade é que a maioria dos idosos e vários jovens sabem o dialeto "Talian".
Quando criança, fui criado por minha falecida tia Tercília, por conta que meu pai sempre estava trabalhando e a mãe trabalhava e estava fazendo seu curso de técnico de enfermagem, sempre estava muito ligado com minha tia e suas irmãs.
Aos oito anos de idade, ganhei um carrinho de lomba, onde fomos descer uma ladeira, na qual caixas o nós machucando, por conta das rodas terem trancado na metade do morro, com isso descemos até o final rolando.
Quando tinha uns nove anos, a mãe se separou do meu pai, aí fomos morar na casa da vó Maria, onde residimos por dois anos. Nesses anos, aconteceram muitas coisas boas, comecei a ter mais liberdade, ganhei meu telefone para manter contato com meu pai e ficar jogando Dimond Rush e reforcei a minha amizade com meu primo, Darlei.
Após isso, fomos morar em uma outra casa, a qual ficamos por dois anos , então, através disso, acabei fazendo novas amizades que eram o Bernardo e o Patrício. Nesse mesmo tempo, sempre ajudava bastante a minha mãe nos deveres de casa, como lavar a louça, a roupa, passar o rodo,...
No ano de 2018, nós mudamos para Bento Gonçalves, onde comecei a cursar informática e possuía meu primeiro emprego. Sentia muita saudade de Cotiporã e todos meus amigos que aqui deixei, demorou muito para me acostumar e criar novas amizades. Nesse mesmo tempo, descobri que possuía uma perna mais curta que a outra.
Em 2020, tinha 13 anos e precisei ser operado por conta do crescimento excessivo e, no começo do ano, voltamos para para Cotiporã, após isso fiquei um bom tempo parado por conta da minha cirurgia. Enquanto estava de repouso, comprei minha bicicleta, a qual possuo até hoje.
Em 2021, comecei a trabalhar e frequentar o ensino médio na Escola Jacintho Silva. Trabalhei juntamente com meu primo e seu amigo, onde estou até hoje e, neste mesmo ano, reforcei minha amizade com o Ricardo. E no ano de 2022, consegui conquistar um dos meus maiores sonhos a minha moto. O trabalho também me rendeu apelidos como: Gangaia, Stanlei e Tete.
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