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Por: Luiz Fernando Carvalho Borges, 2 de abril de 2023

Minha história como leitor e escritor

Esta história contém:

Poesias e quadrinhos definem meu gosto como leitor. Bukkowski e Eiichiro Oda são autores que me marcaram. A literatura como forma de enxergar o mundo com novos olhos, que traz do oculto uma perspectiva transformada, é o que mais me atrai nesse universo de coisas.

Quando volto ao passado e tento lembrar das coisas que mais estiveram presentes na minha vida e que mais me fizeram felizes, com certeza a escrita estará lá. Meu foco sempre foi mais na expressão do que na forma, apesar da forma também ser muito importante e estar presente nos meus textos. Ao longo dos anos, foram centenas de versos e poemas que escrevi com a intenção de demonstrar meus sentimentos. Alguns textos felizes, muitos tristes e outros tantos sobre coisas da vida. Encarnei personagens, revivi dramas e voltei aos cenários que fugi. Escrevi sobre a doença, sobre a cura, e sobre o seguir em frente, ainda que com cicatrizes. Sobre a vida, falei sobre as cores que a pintam. Sobre a solidão, alguns versos sangravam buscando resposta. E sobre os mistérios, mais perguntas ainda.

A seguir um dos poemas que escrevi em 2022, com o título Canto para Sofia:

sofre, Sofia, despreparada

tal como sofria eu aquela angústia

diante sua face nua, rosada

que em risada zombava

e partia em bandas minha razão

me chamando de vagante

partido, parti, e então,

esqueci-me...

até que na mais fria noite

diante a solidão da cidade

no laço que partiu-se

da tenda que rompeu-se

e da morte que varreu

todas as tristezas,

ouvi seu pranto ao luar

...

escuta mesmo que sozinha

meu canto sereno que se move

pelos ventos do arrependimento

e diante a melodia da justiça

graças aos céus, a sua vida

tornou-se tudo aquilo que plantaste

nesse canto te disse, Sofia,

seu instante é triste

e seu pranto profundo

mas tudo que corrompe

um dia há de limpar-se

e poderás ser feliz mais uma vez

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