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Num dia normal de minha adolescência, como era de costume, trabalhei durante o dia com meu pai, numa oficina de marcenaria que ele tinha na época. Tinha apenas 15 anos e estava começando o segundo grau, era o primeiro ano que estudava a noite. Era difícil para mim, pois não estava acostumado. Mas neste dia, após ter trabalhado muito fui para o colégio. Alguns professores faltaram e saí mais cedo, por isso passei na escola onde estudei no primeiro grau para rever alguns colegas. A escola era perto da minha casa, mas quando saí encontrei uma colega. A Fátima, sozinha no ponto de ônibus, e como cavalheiro, também aproveitando da oportunidade, fiquei lhe fazendo companhia até que seu ônibus chegasse.

Mas por ironia do destino, o bendito demorou muito a passar. A companhia foi maravilhosa, iniciei algo além da amizade. Porém ao chegar em casa, encontrei minha irmã sozinha e chorando. Pensei, meu Deus, o que terá acontecido e até que ela me soltasse do abraço forte e parasse de chorar para me contar que havia acontecido passei por muita angústia. Quando enfim ela pode me contar, me disse bem assim, “O pai e a mãe foram na delegacia pra polícia te procurar”. Aí foi meu desespero, pois não imaginava que alguma dezena de minutos que eu chegasse mais tarde causaria tanto alvoroço. Pois bem, logo eles chegaram, levei uma bronca daquelas e meu pai até hoje me conta à bronca que ele levou do delegado que dizia. “Ele deve estar namorando”.

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