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"História através dos 'causos'."

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"História através dos 'causos'."

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Meu nome é Mário Luiz do Nascimento, nascido em Joinville, Santa Catarina, em 7 de maio de 1958.

Eu fiz um concurso em meados de 1979. Eu era aluno de Engenharia Química no penúltimo ano, fui fazer um curso em Porto Alegre, durante um ano e depois ingressei na Petrobras, em agosto de 1980.

Eu entrei na Superintendência de Industrialização do Xisto, fiquei lá durante nove anos e alguns meses. Trabalhando com pesquisa na unidade de xisto, pesquisa e operação de unidades, na época ainda era semi-industrial. Depois vim para a refinaria em 1990 para trabalhar com controle e automação de processos. Neste meio tempo, eu fiquei durante um ano em São Paulo, em São José dos Campos, fazendo um curso de especialização em controle de processos. Depois acabei estudando um pouco mais, fiz mestrado nesta área e tenho trabalhado desde então, aqui na Repar, sempre na área de automação e controle de processos.

Uma das coisas aqui na Repar que eu acho que é diferente das outras refinarias, a Repar é do início para meados da década de 70, foi projetada para ter um computador de processos, que era até então uma grande novidade. De forma que as informações do processo estavam disponíveis nesse computador e o operador tinha na telinha concentradas todas as informações. É claro que não se compara com o que se tem hoje, mas na época era uma inovação muito importante.

Quando a refinaria partiu, em 1977, já partiu com o computador de processos, que em nenhuma outra refinaria do Brasil tinha.

Neste aspecto, as primeiras iniciativas, fora o que já existia na Repar, foram alguma coisa na Reduc, por volta de 1984, mas algumas coisas rudimentares, porque a tecnologia ainda era rudimentar. A partir de 1986, 1987, começaram os grandes sistemas baseados em computador. Mas a Repar foi pioneira. Então, aqui dentro se criou um grupo responsável pela manutenção desse sistema, um grupo de engenheiros eletrônicos e engenheiros químicos, que tornaram...

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