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Loucura Simplesmente, a loucura de ser feliz e de ser um eterno personagem de um espetáculo que se i

Esta história contém:

Escrito em junho de 2004

“Com a sabedoria se constrói a casa, e com a prudência ela se firma. Pelo conhecimento, os quartos ficam cheios de bens preciosos e agradáveis”.

PROVÉRBIOS 24;3-5

Nos momentos de plena intelectualidade, disparo e me ponho a pensar nas mais belas artes e encontro apenas uma – “o ser humano”.

Confesso que, a cada minuto que passa, me surpreendo mais e mais com este “ser”. Afinal de contas, é a partir de pequenas coisas que as pessoas se tornam grandiosas.

Não importa o momento, as horas, e muito menos os minutos e segundos. Acreditar que as coisas são possíveis se torna mais que uma motivação.

Uma das coisas mais importantes para o “ser” é o fato de não haver contra-indicação para a imaginação. Já dizia Einstein: “A imaginação é superior ao conhecimento”.

Quer ver só uma coisa? Estale os dedos, mas estale com bastante força, e veja que será mais do que o Pirlim Pim Pim da Emília do Sítio do Pica-Pau Amarelo.

Para o “ser”, os verbos, com toda a sua gramática, significam palavras aptas à ação. Veja só alguns exemplos:

Ter amigos;

Andar enquanto muitos não andam;

Respirar levemente a alegria de estar vivo;

Cantar a música favorita;

Dançar, mas dançar até se acabar.

E o mais importante de todos os verbos: crer em Deus.

A vida não nos dá receitas prontas (aquelas receitas que é só colocar no forno e estão prontas). O certo é que temos, todos nós, que aprender com o que mais “necessitamos”.

Uma das dádivas mais importantes da vida é a família e ter amigos.

Mas o que é a vida? Essa é a pergunta que muitos fazem ao se depararem com o real.

O “ser humano” se caracteriza por ser de múltiplas interpretações e ações; mesmo assim, não escapa de erros, por menores que às vezes sejam.

Reflito sobre a coragem que Sócrates teve, ao estar em seu leito de morte com um de seus discípulos ao lado.

Os seres humanos, por mais que tentem e “re-tentem” fazer o que...

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