Quando era criança o Sr.José morava em Delfinópolis, Minas Gerais, sua família era muito pobre e, quando tinha 06 anos de idade, seu pai faleceu.
Depois da morte de seu pai, vendo as necessidades de sua mãe, queria ajudá-la.
Foi nesta época que ele e sua família mudaram para Franca em São Paulo.
Quando fez 10 anos começou a trabalhar com calçados na Companhia de Calçados Palermo.
Sr. José se casou com 20 anos e comprou sua primeira sapataria com a ajuda de sua mulher.
Todos os dias, sua mulher levava o seu almoço e o seu jantar na sapataria porque ele trabalhava o dia todo até à noite.
Durante o dia consertava sapatos e à noite fazia botinas para vender nas cidades vizinhas nos finais de semana.
Sr. José foi fazendo calçados aos poucos, até chegar a 120 pares e nenhum a mais nem a menos, e foi apelidado de “Zé 120”.
Só passou a fazer mais de 120 pares depois que seus três filhos estavam na escola.
Depois de muito trabalho, sua sapataria se transformou em uma fábrica de calçados masculinos, chamada Jota Pê - Jota de seu nome e Pê do nome de seu sogro.
Ele sempre foi muito amigo de seus funcionários, por isso foi convidado para ser padrinho de casamento de 99 funcionários da fábrica.
Um certo dia, estava sendo padrinho de casamento em Batatais, São Paulo, quando sua fábrica pegou fogo. Com a ajuda de seus amigos que emprestaram as máquinas, ele continuou seu trabalho e aos poucos foi arrumando as suas máquinas e foi devolvendo as que seus amigos lhe emprestaram.
Para o Sr. José isto foi um acontecimento que ele nunca esqueceu.
Hoje ele se sente um homem realizado, porque conseguiu com seu esforço formar seus três filhos e fazer sua fábrica produzir 1.200 pares de sapato/dia, tendo aproximadamente 140 funcionários.
Estando seus filhos formados, o Sr. José doou a fábrica para eles e estando aposentado ainda trabalha como funcionário da fábrica em uma máquina que só ele sabe trabalhar.
O Sr. José...
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Quando era criança o Sr.José morava em Delfinópolis, Minas Gerais, sua família era muito pobre e, quando tinha 06 anos de idade, seu pai faleceu.
Depois da morte de seu pai, vendo as necessidades de sua mãe, queria ajudá-la.
Foi nesta época que ele e sua família mudaram para Franca em São Paulo.
Quando fez 10 anos começou a trabalhar com calçados na Companhia de Calçados Palermo.
Sr. José se casou com 20 anos e comprou sua primeira sapataria com a ajuda de sua mulher.
Todos os dias, sua mulher levava o seu almoço e o seu jantar na sapataria porque ele trabalhava o dia todo até à noite.
Durante o dia consertava sapatos e à noite fazia botinas para vender nas cidades vizinhas nos finais de semana.
Sr. José foi fazendo calçados aos poucos, até chegar a 120 pares e nenhum a mais nem a menos, e foi apelidado de “Zé 120”.
Só passou a fazer mais de 120 pares depois que seus três filhos estavam na escola.
Depois de muito trabalho, sua sapataria se transformou em uma fábrica de calçados masculinos, chamada Jota Pê - Jota de seu nome e Pê do nome de seu sogro.
Ele sempre foi muito amigo de seus funcionários, por isso foi convidado para ser padrinho de casamento de 99 funcionários da fábrica.
Um certo dia, estava sendo padrinho de casamento em Batatais, São Paulo, quando sua fábrica pegou fogo. Com a ajuda de seus amigos que emprestaram as máquinas, ele continuou seu trabalho e aos poucos foi arrumando as suas máquinas e foi devolvendo as que seus amigos lhe emprestaram.
Para o Sr. José isto foi um acontecimento que ele nunca esqueceu.
Hoje ele se sente um homem realizado, porque conseguiu com seu esforço formar seus três filhos e fazer sua fábrica produzir 1.200 pares de sapato/dia, tendo aproximadamente 140 funcionários.
Estando seus filhos formados, o Sr. José doou a fábrica para eles e estando aposentado ainda trabalha como funcionário da fábrica em uma máquina que só ele sabe trabalhar.
O Sr. José sabe trabalhar em todos os setores de uma fábrica, só não sabe pespontar.
Nosso entrevistado têm 50 anos de casado e se reúne todos os domingos com seus filhos, netos e bisnetos para um almoço em família.
Sua experiência e honestidade ajudou muito em seus negócios.
Texto coletivo a partir de entrevista
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