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Por: Museu da Pessoa, 27 de abril de 2003

Além do Chão da Fábrica.

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Além do Chão da Fábrica.

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Meu nome é João Antônio de Moraes, nasci em Santo André, em 13 de fevereiro de 1964.

Minha irmã já trabalhava na Petrobras, desde 1974, quando eu entrei lá em 1984. Quando surgiu o concurso, ela me avisou e minha mãe pediu que eu fizesse. Fiz o concurso meio despretensioso, inclusive, até muito sem esperança de passar. Mas, obtive uma boa colocação. Houve o chamado, eu não estava muito bem empregado, então foi uma oportunidade e uma esperança, de trabalhar na maior empresa brasileira, um orgulho muito grande para a gente. Prestei concurso direto para operador. Na Petrobras, a formação quem dá é a própria empresa, então, não são exigidos maiores cursos de formação. Eu tinha o 2º grau concluído, a exigência era 1º grau, e tinha formação técnica. Eu era ajustador mecânico e ferramenteiro, com formação no SENAI. Prestei concurso e fui chamado, foi numa ocasião, que tinha uma crise bastante grande lá na região do ABC, que é de onde eu venho, na área metalúrgica. Então, não tinha muito emprego e, a chamada para ocupar um cargo, na Petrobras, foi um momento de bastante alegria, porque estava difícil de conseguir um emprego na minha área especifica. Na companhia, participei de um curso de formação de operadores durante 5 meses, antes de ser contratado, propriamente dito. Depois, fui contratado e me formando na Petrobras. Na ocasião, a empresa tinha um plano de cargos. Previa para o cargo de operador 1 ano, só de aprendizado. Durante 1 ano, você ficava só treinando para poder exercer a função de operador, o que era bastante importante. Porque, quando a gente efetivamente assumia a função, a gente já tinha uma formação importante, tinha dados da empresa, do trabalho. Fui trabalhar diretamente, no início, na área de tratamento de águas, tratamento de refluentes e abastecimento de água potável lá na Refinaria de Capuava, em Mauá. Trabalhei durante 5 anos só com tratamento de água.

Eu acompanhava o...

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