Esse é o Jack. Ele tem 14 anos e talvez não tenha noção da transformação que trouxe para a minha vida.
Minha filha tinha cinco anos quando comecei a pensar em ter um gato. Eu sempre convivi com gatos e queria que ela também pudesse crescer com esse amor, porque na época nós só tínhamos uma cachorrinha, a Rana.
Então o Jack apareceu.
Ele havia sido abandonado em uma lixeira, com a cauda quebrada, machucados nas orelhas e nas patinhas. Um vizinho o encontrou, um menininha, mas a mãe dele não deixou que ele ficasse com o gato. E eu, sem pensar muito, disse: “Me dá ele aqui.”
Foi em maio, há 14 anos.
Às vezes eu olho para o Jack e penso que talvez ele não tenha noção de tudo o que provocou na nossa vida. Porque foi depois que ele chegou que vieram todos os outros.
Hoje já chegamos a ter 34 gatos. Atualmente estamos com 32. E tudo começou com ele.
Foi convivendo com o Jack que despertou em mim algo muito profundo. Ele me relembrou o quanto era bom conviver com gatos, o quanto eles transformam uma casa, uma vida e um coração. Ele ensinou muito para mim e para a minha filha.
Depois dele, a Maria Lúcia apareceu para fazer companhia para ele. E então foi chegando mais um, mais um, mais um… Porque onde come um, come cinco. Onde comem cinco, comem quinze. Onde comem quinze, comem trinta.
E assim fomos construindo nossa família.
Hoje eu olho para o Jack e vejo toda a grandeza que existe nele. Um gato que um dia foi jogado fora como se não tivesse valor, mas que se tornou uma das maiores joias da minha vida.
Eu costumo pensar naquela frase: jogaram ele no lixo sem imaginar a joia rara que eu encontraria.
O Jack é um dos maiores presentes que a vida me deu. E eu sou profundamente grata por cada ano ao lado dele.
Talvez ele tenha noção de tudo isso. Talvez não. Mas eu espero que, de alguma forma, ele sinta todo o amor que despertou aqui dentro.
E eu gostaria que mais pessoas conhecessem a história do...
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Esse é o Jack. Ele tem 14 anos e talvez não tenha noção da transformação que trouxe para a minha vida.
Minha filha tinha cinco anos quando comecei a pensar em ter um gato. Eu sempre convivi com gatos e queria que ela também pudesse crescer com esse amor, porque na época nós só tínhamos uma cachorrinha, a Rana.
Então o Jack apareceu.
Ele havia sido abandonado em uma lixeira, com a cauda quebrada, machucados nas orelhas e nas patinhas. Um vizinho o encontrou, um menininha, mas a mãe dele não deixou que ele ficasse com o gato. E eu, sem pensar muito, disse: “Me dá ele aqui.”
Foi em maio, há 14 anos.
Às vezes eu olho para o Jack e penso que talvez ele não tenha noção de tudo o que provocou na nossa vida. Porque foi depois que ele chegou que vieram todos os outros.
Hoje já chegamos a ter 34 gatos. Atualmente estamos com 32. E tudo começou com ele.
Foi convivendo com o Jack que despertou em mim algo muito profundo. Ele me relembrou o quanto era bom conviver com gatos, o quanto eles transformam uma casa, uma vida e um coração. Ele ensinou muito para mim e para a minha filha.
Depois dele, a Maria Lúcia apareceu para fazer companhia para ele. E então foi chegando mais um, mais um, mais um… Porque onde come um, come cinco. Onde comem cinco, comem quinze. Onde comem quinze, comem trinta.
E assim fomos construindo nossa família.
Hoje eu olho para o Jack e vejo toda a grandeza que existe nele. Um gato que um dia foi jogado fora como se não tivesse valor, mas que se tornou uma das maiores joias da minha vida.
Eu costumo pensar naquela frase: jogaram ele no lixo sem imaginar a joia rara que eu encontraria.
O Jack é um dos maiores presentes que a vida me deu. E eu sou profundamente grata por cada ano ao lado dele.
Talvez ele tenha noção de tudo isso. Talvez não. Mas eu espero que, de alguma forma, ele sinta todo o amor que despertou aqui dentro.
E eu gostaria que mais pessoas conhecessem a história do Jack. Porque talvez, ao abrirem espaço para um gato em suas vidas, descubram também quantas transformações um encontro assim pode trazer.
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